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Enviado por:  Drikasp  06 fevereiro 2013
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Palavras: 2247   |   Páginas: 9
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(a) Tema e Título do projeto de pesquisa

PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA - IMPACTO NO BEM-ESTAR, NA POBREZA E DESIGUALDADE.

(b) Justificativa: justificar a pesquisa, contextualizar e abordar as questões mais relevantes sobre o tema que pretende desenvolver;

Atualmente, a renda per capita anual do Brasil se mantém suficiente para garantir o mínimo necessário de sobrevivência, mas ainda observa-se uma porcentagem significativa de brasileiros que ainda não consegue viver suprindo necessidades essenciais de sobrevivência.

Em 2004, segundo dados do FMI, o Brasil era considerado a décima segunda economia do mundo, não obstante, cerca de 30% da população brasileira eram considerados pobres.

Esses dados explicam-se pela desigualdade de renda em nosso país, destacada como uma das piores do mundo.

Desde 1960 o índice de Gini no país flutuou entre 0,50 e 0,60. Esses dados mostram que a desigualdade de renda no Brasil apresenta uma “estabilidade inaceitável”. Assim, a pobreza no Brasil não deve ser atribuída à escassez de recursos, mas sim à concentração de renda e à desigualdade de oportunidades de inclusão econômica e social: “o extremo grau de desigualdade distributiva representa o principal determinante da pobreza” (BARROS; HENRIQUES;MENDONÇA, 2001:11).

O debate sobre distribuição de renda no Brasil iniciou-se em 1970, inspirado pela contradição entre o forte crescimento econômico verificado no período do “milagre econômico” e a piora nos indicadores de concentração de renda: Hoffmann e Duarte (1972) verificaram que o índice de Gini havia aumentado de 0,49 em 1960 para 0,57 em 1970, apesar de o país ter crescido a taxas médias de 10% ao ano nessa década.

Dado que a literatura toma a estrutura da distribuição da renda pessoal como a principal causa da pobreza no país, nas análises sobre a questão distributiva, a academia sempre concedeu atenção especial à investigação dos determinantes da desigualdade de rendimentos do trabalho. A partir de breve revisão da bibliogr

afia, fica claro que “uma das principais questões que se coloca desde o início do debate se refere ao peso da educação como fator explicativo da desigualdade de renda existente no Brasil (...)” (MENEZES-FILHO, 2001:21).

2 – OBJETIVO

A partir da década de 1990 o conceito de “Desenvolvimento Econômico” ganhou papel de destaque em discussões e estudos. Diante desse fato, passou-se a incorporar aspectos qualitativos em suas definições, tais como: redução da pobreza, melhores oportunidades de emprego, educação, saúde e distribuição de renda igualitária.

Dentre os diversos tipos de recursos disponíveis no estudo de “Bem – Estar Social” a renda aparece com um papel de destaque. A maioria dos recursos a serem transacionados no mercado, existem importantes exceções como, por exemplo, a saúde e a educação. A despeito destas importantes exceções, grande parte dos estudos sobre bem-estar social, pobreza e desigualdade baseia-se unicamente na análise da distribuição de renda.

Assim é notór ...



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