Trabalho Completo Analisando o Contexto Empresarial

Analisando o Contexto Empresarial

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Categoria: Outras

Enviado por: Camila 06 janeiro 2012

Palavras: 4054 | Páginas: 17

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o contador nas suas atividades profissionais empresariais e também nas atividades das pessoas físicas tais como prestando serviços profissionais, através dos recursos matemáticos.

1 Fatores ambientais das organizações

Os fatores ambientais são ferramentas de auxílio, não de descarte de pessoas, podem aumentar a produtividade, gerar economias antes impensadas e dar uma estrutura muito melhor para se trabalhar com mais conforto e comodidades, sem perder o retorno pessoal e financeiro. Um dos maiores desafios é sempre estar atento, não há como saber de tudo e sobre tudo, mas pode-se compreender parte de muitas coisas, sendo o fator tecnológico mais importante o cérebro humano e a ação do homem ao tirar proveito do que constrói.

O desempenho humano depende de muitos fatores que interagem e atuam de maneira dinâmica. Quando os objetivos e metas são explicitados, a tarefa é de certa maneira desenhada para pessoa que irá executá-la. Se a pessoa se sentir motivada para executar tal tarefa e para atingir os objetivos propostos ela se esforçará proporcionalmente à sua motivação. Esse esforço será muito eficaz se a pessoa possuir habilidades adequadas e um ambiente que não seja restritivo ou limitador.

O desempenho é uma conseqüência do estado motivacional e do esforço individual para realização da tarefa. O indivíduo ao interpretar

o resultado alcançado ao final de sua tarefa sente-se satisfeito ou não. É esse grau de satisfação que lhe foi provocado, sendo grande, pequeno ou nulo, realimenta a motivação positiva ou negativamente para realização de uma nova tarefa. (Chiavenato 2005)

O conceito de motivação envolve tanto os aspectos físicos e ambientais como os aspectos psicológicos do local de trabalho, e é sem duvida uma preocupação crescente em todas as empresas que buscam ser altamente competitivas.

Dentre os fatores ambientais que exercem influencia sobre as organizações se destacam os fatores: global, tecnológico, velocidade, personalização (customização), capital intelectual/trabalhadores do conhecimento e crescimentos lucrativos.

A globalização é um dos fatores que aumenta a concorrência e para enfrentá-la, a empresa precisa acompanhá-la, concentrando seus esforços no objeto-fim da empresa. Este enfoque tem levado as duas outras conseqüências: a terceirização, que é passar para terceiros algumas atividades e atribuições; e a parceria com fornecedores quando estes são considerados como sócios do negócio, levando à seleção de um único fornecedor para cada componente do produto.

A tecnologia de informação altera a realização do trabalho, que sua utilização esta muito disseminada em diversos ambientes, que além da abrangência de seus impactos serem muito ampla, o poder é viso como elemento dotado de energia capaz de moldar e transformar as organizações.

A velocidade está relacionada à eficiência da empresa e é importante estar atento para a relação rapidez x desempenho. Faz-se necessário compreender que uma não é oposta a outra e sim devem caminhar juntas, tarefas devem ser feitas com rapidez e eficiência, assim o bom desempenho será conseqüência.

A customização pode ser entendida como uma evolução natural dos processos que possibilitou aumentar significativamente a flexibilidade e agilidade da empresa, bem como melhorar seus índices de qualidade, mantendo os custos competitivos.

O capital intelectual constitui a matéria intelectual - conhecimento, informação, propriedade intelectual, experiência, que podem ser utilizados na empresa para gerar riquezas.

E por fim os crescimentos lucrativos que estão relacionados aos resultados do exercício das empresas.

As organizações percebem cada vez mais, a importância do ser humano para o alcance de resultados. Pois a capacidade de raciocínio, de criatividade, de solucionar problemas, está presente nas pessoas e não nas máquinas. Desta forma, a organização passa a se preocupar em oferecer um ambiente que traga ao indivíduo: conforto, respeito, segurança e bem-estar, entre outros, ou seja, a organização deve oferecer um ambiente propício e que favoreça o uso de suas capacidades.

Muitos fatores contribuem para uma não qualidade de vida por isso devem ser identificados e combatidos com políticas e ações que visem minimizar ou mesmo eliminar esses males que afetam, não somente o trabalho, mas também a vida familiar e social dos colaboradores.

Planejamentos e estratégias empresariais são conceitos inerentes á atividade empresarial, correspondem aos procedimentos básicos de conhecimento e de suas perspectivas para o futuro.

O gestor utiliza do planejamento desenvolvendo estratégias para atingir os objetivos estabelecidos, estratégia essa que quando é eficaz explora oportunidades no ambiente externo, defende a empresa de ameaças, enaltece competências organizacionais, oferece sustentação para vantagem competitiva futura, protege a posição competitiva e faz correções de rota.

Toda estratégia traz consigo um processo de mudança que pode gerar resistência de implementação, devido à cultura ou a estrutura organizacional inadequadas, o que leva o gestor a obter os resultados dos planejamentos feitos dentro das estratégias que reduzem os impactos negativos das organizações.

1 Aspectos jurídicos do empresário

Ao tempo que em que o artigo 966 do vigente Código Civil esclarece que o empresário é aquele que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços, o artigo 972 delimita este exercício profissional aos que estiverem no pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos. Empresário é o sujeito personificado, capaz, que articula o trabalho alheio com matéria-prima e capital, com vistas a produzir ou circular mercadoria ou prestar serviços para o mercado.

A capacidade de direito consiste na capacidade de contrair direitos. Todos os indivíduos possuem tal capacidade, visto que, de acordo com o artigo 2º do Código Civil brasileiro, todo homem é capaz de direito e obrigações na ordem civil. Também pode ser chamada de capacidade de aquisição.

Já a capacidade de fato ou de exercício é a aptidão de exercer por si os atos da vida civil. Depende, portanto, do discernimento, que é o critério, a prudência, o juízo e, sob o prisma jurídico, a aptidão que tem a pessoa de distinguir o lícito do ilícito, o conveniente do prejudicial.

A incapacidade é a restrição legal ao exercício dos atos da vida civil, devendo ser analisada de forma restrita, porque, como ensina a doutrina, deve ser aplicado o principio de que a “capacidade é a regra e a incapacidade é a exceção”. Portanto, só haverá incapacidade nos casos estabelecidos em lei.

• Absolutamente incapazes

É absoluta a incapacidade quando a lei considera um indivíduo totalmente inapto ao exercício da atividade da vida civil. Os absolutamente incapazes podem adquirir direitos, pois possuem a capacidade de direito. Mas não são habilitados a exercê-los, porque lhes falta a capacidade de exercício. Como são proibidos totalmente do exercício de qualquer atividade no mundo jurídico, nos atos que se relacionam com seus direitos e interesses, procedem por via de representantes, que agem, no caso, em nome dos incapazes. Sendo assim exemplos de pessoas consideradas absolutamente incapazes:

a) um menor de 16 anos: o primeiro caso de absolutamente incapaz no artigo 3º do Código Civil está ligada ao fator idade. Os menores absolutamente incapazes denomina-se de impúberes. O artigo 5º do Código Civil ajusta que a maioridade é alcançada aos dezoito anos completos, e incapacidade cessa pela emancipação expressa, concedida pelos país, por instrumento público ou por sentença judicial; ou pela tácita, mediante o casamento, o exercício de emprego público efetivo, a colação de grau em curso de ensino superior, o estabelecimento civil ou comercial ou desenvolvimento de relação de emprego que outorgue ao emancipado condiçoes económicas próprias à sua pessoal manutenção.

b) Os que, por enfermidade ou deficiencia mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos: nesta expressão, o ojetivo do Código Civil foi compreender aquele que não possui discernimento para a prática dos atos da vida civil, seja por enfermidade, seja por deficiencia mental. Para que ahaja a interdição por este motivo, é necessário sentença judicial. Portanto, só depois de decretada judicialmente a interdição é meramente declaratória, e não constitutiva, uma vez que não cria a incapacidade, pois esta advém da alienação mental. Assim, antes da decretação judicial da interdição, pode um ato praticado por um enfermo ou deficiente mental ser considerado inválido, para tanto deve-se provar a insanidade e o conhecimento deste estado por parte do outro contratante. Caso este não tenha conhecimento do fato, o ato será considerado válido.

c) Os que, mesmo por causa transitória, nao puderem exprimir sua vontade: a incapacidade não dependerá exclusivamente da anomalia orgánica, mas de sua conjugação com a impossibilidade de se manifestar a vontade. Nesta hipótese se inclui aquele que transitoriamente não puder exprimir sua vontade, como o caso do paciente em estado de coma.

• Relativamente incapazes

Além dos absolutamente incapazes, destacam-se dentre os incapazes aqueles que não são totalmente privados da capacidade de fato. Entendem o ordenamento jurídico que, em razão de certas circunstâncias, devem ser colocadas certas pessoas em um termo médio entre a incapacidade e o livre exercício dos direitos. Essa categoria de pessoas é denominada relativamente incapaz. Esses não são privados de ingerência ou participação na vida jurídica. Ao contrário, o exercício de seus direitos se realiza com a sua presença, exigindo, apenas, que sejam assistidos por seus responsáveis. Em suma, os relativamente incapazes são aqueles cuja manifestação de vontade é reconhecida pelo ordenamento jurídico desde que eles sejam assistidos. Exemplos de pessoas consideradas relativamente incapazes:

a) Maiores de 16 anos e Menores de 18 anos: chamados de menores púberes poderão sem assistência dos responsáveis:

– Servir como testemunhas (art. 228, I);

– Fazer testamento (art. 1.860, parágrafo único);

– Ser mandatários – ser procuradores, ou seja, receber procuração (art. 666);

– Ser responsáveis pelos prejuízos que causarem, se as pessoas por eles responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes (art. 928);

– Ser responsabilizados pelas obrigações que assumirem, quando dolosamente ocultarem sua idade (art. 180).

b) Prodígios: os que dissipam desordenadamente seus haveres. A prodigalidade pressupõe a habitualidade de desperdícios e gastos imoderados.

c) Os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental tenham o discernimento reduzido: os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental tenha o discernimento reduzido são considerados relativamente incapazes. Assim estamos diante de uma cláusula geral, visto que caberá ao Juiz, no caso concreto, analisar se o discernimento é total ou reduzido, já que no primeiro caso a pessoa será absolutamente incapaz e no segundo relativamente.

d) Os excepcionais, sem desenvolvimentos mental completo: não basta a excepcionalidade, será preciso a demonstração da falta de desenvolvimento mental completo, para que a pessoa seja considerada relativamente incapaz.

e) Índio: em primeiro lugar, deve ser destacado que o novo Código Civil substituiu o vocábulo silvícola por índio, sendo que a capacidade passa a ser regulada por legislação especial. Atualmente, o estatuto do índio o considera relativamente incapaz.

São requisitos para existência de uma pessoa jurídica como uma sociedade empresarial, a licitude de propósitos e a capacidade reconhecida por norma.

Por outro lado, e no que respeita a pessoa jurídica, pelo artigo 44 do Código Civil – a única classe de pessoa jurídica legítima ao exercício de atividade econômica organizada é a das sociedades, uma vez que as demais sofrem o veto legal do fim econômico como objeto de sua constituição. Assim sendo, de acordo com a previsão do Código vigente se enquadram no perfil de empresário as sociedades em nome coletivo, em comandita simples, limitada, anônima, em comandita por ações, ademais da sociedade em conta de participação e da sociedade simples.

O empresário poderá exercer a atividade econômica, organizada para a circulação de bens ou de serviços, de forma individual ou coletiva. Sem embargo, a prática do mercado nos demonstra que via de regra, o empresário pessoa física, ou empresário individual, não explora atividades de grandes proporções, haja vista a dimensão dos investimentos necessários aos negócios vultosos, e a equivalência da responsabilização pelo insucesso do empreendimento, mais plausíveis na sociedade, dadas as possibilidades de conjugação de capital e de limitação da responsabilidade.

1 A participação da contabilidade nas empresas

De uma forma mais prática podemos dizer que a contabilidade é um sistema de informações em si e que também faz parte de um sistema de informações gerenciais dentro da gestão empresarial, que por sua vez tem seu objetivo focado no controle do patrimônio e no fornecimento de informações sobre o mesmo aos usuários.

Quanto ao controle patrimonial temos os seguintes elementos: ativos, passivos e patrimônio liquido. A classificação do ativo e do passivo considera a segregação em “circulante” e “não circulante”, com base em seus atributos de conversibilidade e exigibilidade.

Ativos são todos os bens, direitos e valores a receber de uma entidade. Contas do ativo têm saldos devedores, a exceção das contas retificadoras. No ativo temos, ativo circulante (dinheiro em caixa ou em bancos, bens, direitos e valores a receber no prazo máximo de um ano, ou seja, realizável a curto prazo, aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte); e ativo não circulante (bens de permanência duradoura, destinados ao funcionamento normal da sociedade e do seu empreendimento assim como o direitos exercidos com essa finalidade);

Passivos compreendem as obrigações presentes da entidade, derivadas de eventos passados, cujos pagamentos se esperam que resultem para as entidades saídas de recursos capazes de gerar benefícios econômicos ou potenciais de serviços. Assim como no ativo no passivo também temos, passivo circulante (obrigações ou exigibilidades que deverão ser pagas no decorrer do exercício seguinte; duplicatas, contas, títulos, empréstimos bancários, impostos de renda e salários a pagar); e o passivo não circulante (obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, quando se vencerem após o exercício seguinte.

Patrimônio líquido são valores que os proprietários têm aplicado. Contas do patrimônio líquido têm saldos credores, divide-se em: capital social; reservas de capital; reservas de reavaliação, reservas de lucros e lucros/prejuízos acumulados.

Considerando que um proprietário de uma empresa comercial irá fazer um novo investimento em sua empresa, sendo ele composto por R$10.000,00 em dinheiro (para capital de giro); R$50.000,00 em equipamentos; 60.000,00 em veículos, temos que esse proprietário só possui elementos ativos. Seu dinheiro para capital de giro é um ativo circulante por fazer parte do caixa da empresa, o dinheiro investido em equipamentos e veículos também fazem parte do ativo, mas não circulante por serem bens de permanência duradoura. Todo o investimento que esse proprietário adquiriu são bens, simplesmente por satisfazer as necessidades de pessoas e empresas que se tornam úteis.

O proprietário para melhorar suas atividades comerciais deve avaliar seus investimentos, o investidor deve estimar sua rentabilidade ou lucro, sua liquidez e seu grau de risco. Cabe a ele definir o nível de risco que está disposto a correr, em função de obter uma maior ou menor lucratividade. Todos os tipos de investimentos existentes no Sistema Financeiro Nacional abrangem aplicações em ativos diversos, negociados no mercado financeiro. A rentabilidade proporcionada por cada tipo de investimento depende diretamente da variação de desempenho do ativo financeiro utilizado como referência do investimento.

CONCLUSÃO

Ao desenvolver esse trabalho, conclui que são muitos os elementos que de fato influenciam no contexto empresarial. Para formar uma organização é necessário estar apto as mudanças do ambiente e da tecnologia, pois é uma área muito abrangente.

Frente à constatação da importância da matemática, contabilidade, administração e direito, como fatores primordiais para o sucesso empresarial, destaca-se que nas empresas existem uma visão mais ampla em relação à sociedade.

Um bom investidor analisa, faz planejamentos e buscar realizar seus objetos com eficiência para um melhor resultado, assim também está atento a todos os movimentos da sua empresa sendo eles de total importância.

Os objetivos do trabalho foram atingidos, apresentou-se os conceitos e a importância do contexto empresarial, o que nos levou a perceber a valorização da profissão contábil.

REFERÊNCIAS

COSTA, José Manuel da. Contabilidade Básica. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2009.

SILVA, Mônica Maria. Fundamentos da Administração. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2009.

SERTEK, Paulo; GUINDANI, Roberto Ari; MARTINS, Tomás Sparano. Administração e Planejamento Estratégico. IBPEX. 2ª Edição reivista, atualizada e ampliada, 2009.

ESPOLADOR, Rita de Cássia Resquetti Tarifa. Introdução ao Direito Público e Privado. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2009.

ARAMAN, Eliane Maria e SAMPAIO, Helenara Regina. Matemática. São Paulo. Pearson Education do Brasil, 2009.

A importância da matemática para o administrador. Disponível em: http://matefinupecar.blogspot.com/2009/06/qual-importancia-da-matematica.html

Acesso em 09 maio 2011.

Fatores ambientais que influenciam no ambiente das organizações. Disponível em: http://www.portaldapsique.com.br/Artigos/Importancia_do_Fator_ambiental_para_os_grupos_e_a_organizaca

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http://www.techoje.com.br/site/techoje/categoria/detalhe_artigo/757

http://revista.unibrasil.com.br/index.php/retdu/article/viewFile/18/34

http://www.simpep.feb.unesp.br/anais/anais_13/artigos/784.pdf

http://www.artigos.com/artigos/sociais/administracao/recursos-humanos/fatores-que-influenciam-o-desempenho-humano-nas-organizacoes-12981/artigo/

Acesso em 09 maio 2011.

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PIUMHI

2011

ariane aparecida silva

ANALIZANDO O CONTEXTO EMPRESARIAL

Trabalho apresentado a disciplina Ciências Contábeis da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR

Prof. José Manoel da Costa

PIUMHI

2011

Sistema de Ensino Presencial Conectado

CIÊNCIAS CONTÁBEIS

ariane aparecida silva

ANALIZANDO O CONTEXTO EMPRESARIAL

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