Trabalho Completo Auditoria

Auditoria

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Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: Eliana2013 28 setembro 2013

Palavras: 3051 | Páginas: 13

Bacharelado em Ciências Contábeis

Jorgete Carla Alpinhaky - RA 266233

Eliana Martins de Oliveira Padilha - RA 254185

Katia Chicora – RA 284090

ATPS

“Conceituando, citando quais os tipos de auditoria, quais a responsabilidades do Auditor.”

Educação e compromisso são requisitos básicos para conquistas de novos desafios. Saber é diferencial, que precisamos para realizar tudo que desejamos, na nossa profissão.

Curitiba

Setembro – 2013

SUMÁRIO

RESUMO....................................................................................................................................3

INTRODUÇÃO. .......................................................................................................................5

1 – CONCEITO DE AUDITORIA............................................................................................6

2. TIPOS DE AUDITORIAS EXISTENTES - CONCEITUANDO.........................................6

3 – AS RESPONSABILIDADES DO AUDITOR EXTERNO E DO AUDITADO................7

4 – A POSTURA QUE AUDITOR DEVE TER......................................................................9

5 – DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AUDITADAS..........................................................10

6 - PLANEJAMENTO DE AUDITORIA...............................................................................11

5 - CONCLUSÃO....................................................................................................................16

6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................................................17

RESUMO

A auditoria independente vem há muitos anos apresentando juntamente com as demonstrações

contábeis publicadas um parecer no qual atesta a fidedignidade das demonstrações contábeis.

Embora esse formato tenha sido satisfatório desde a década de 30 do século XX, atualmente, fica a impressão de que algo está faltando. Em vista disso e como vivemos na “Era da Informação”, o compromisso da Contabilidade e por consequência o da auditoria passa a ser a evidenciação e a transparência das informações. Este trabalho apresenta como sugestão a utilização da técnica de “análise das demonstrações contábeis” como complemento para a apresentação dos pareceres de auditoria.

ABSTRACT

The independent audit has for many years presented together with the consolidated statements issued an opinion in which certifies the reliability of financial statements. Although this format has been satisfactory since the 30s of the twentieth century, currently, is the impression that something is missing. In view of this and how we live in the "Information Age", the commitment of Accounting and therefore the audit becomes the disclosure and transparency of information. This paper presents a suggestion using the technique of "analysis of financial statements" in addition to the presentation of audit opinions.

INTRODUÇÃO

Este trabalho se propõe a analisar a possibilidade de se ampliar a evidenciação dos pareceres de auditoria, considerando, nesta análise, desde os objetivos históricos da técnica de análise e interpretação das demonstrações contábeis, até os efeitos que a globalização vem exercendo e, com certeza, ainda mais influência exercerão, sobre as operações das empresas e a maneira pela qual prestam contas ao público.

Auditoria não expressam a real situação da empresa e, principalmente, sua perspectiva futura, ao menos no curto prazo, embora afirmem a veracidade ou não das demonstrações contábeis, em relação à situação patrimonial e financeira da entidade auditada, naquele momento.

O problema é que a maioria esmagadora do público que tem acesso às informações publicadas (leitores de jornais) não entende a linguagem contábil, mesmo aqueles que têm interesse nas informações (investidores reais ou potenciais).

Em vista disso, o objetivo deste ATPS é esclarecer, em última instância, servir de referência para que o público interessado, compreenda a situação em que se encontra a empresa, no momento, e suas perspectivas.

1 – CONCEITO DE AUDITORIA

Auditoria, seja de qual tipo for, interna ou externa, busca a conferência, verificação, análise, avaliação e a comunicação dos resultados dentro de um determinado objetivo ao qual esta se propõe.

A auditoria é uma técnica contábil que aplicada ao sistemático exame dos livros, registros, inspeções e obtenção de informações, e controle de patrimônio, com objetivo de mensurar a exatidão destes e das demonstrações contábeis.

2. TIPOS DE AUDITORIAS EXISTENTES - CONCEITUANDO

As auditorias podem ser internas e ou externas.

Interna: É conduzida por um funcionário da própria empresa onde a auditoria é executada, no geral abrange e desempenho, controles internos, sistemas de computação e informação e a qualidade do serviço. Não deve estar subordinada a qualquer diretoria. Deve se reportar diretamente a presidência da empresa, ou ao conselho administrativo, pois, sua finalidade é assessorar a administração evitando a ocorrência de erros e fraudes. A auditoria interna deve aplicar testes de observância e testes substantivos. Ao final do trabalho deve apresentar relatórios finais redigidos com objetividade e imparcialidade, de maneira a expressar claramente as conclusões e recomendações de medidas a serem adotadas. Apresenta-lo a quem o solicitou.

Externa ou independente: A auditoria é realizada por um profissional totalmente independente. O objetivo do auditor externo é emitir uma opinião (chamado parecer) sobre as demonstrações financeiras. A auditoria externa não é realizada para detectar fraudes, erros ou para interferir na administração da empresa, ou ainda, reorganizar o processo produtivo ou demitir pessoas ineficientes, porém no rolar do processo de auditoria, o auditor pode ser encontrado erros ou fraudes, mas este não é seu objetivo.

3 – AS RESPONSABILIDADES DO AUDITOR EXTERNO E DO AUDITADO

O auditor bem como o auditado têm responsabilidades perante todos os stakeholders. O fundamental ponto a ser destacado é o fato de que as demonstrações contábeis são de propriedade e responsabilidade exclusiva do auditado e que este, é responsável direto por tudo o que nela conste ou que porventura seja omitido por qualquer motivo.

Todo o auditor externo, pessoa física e ou jurídica tem a obrigação de:

• Ter seu registro junto a Comissão de Valores Mobiliários – CVM;

• Máximo zelo na realização dos trabalhos e na exposição de suas conclusões; ser imparcial quando opinar sobre as demonstrações contábeis;

• Objetivo de seu trabalho é emitir opinião sobre demonstrações contábeis e se por ventura verificar fraude, esta deverá ser apresentada;

• Guarda dos documentos e sigilo, toda a documentação, papel de trabalho, relatórios e pareceres devem ser conservados em boa guarda pelo prazo prescricional (cinco anos) contados a partir da emissão do parecer e mantidos em local seguro e sobre sigilo;

• Responsabilidade compartilhada: Não será modificada a responsabilidade do auditor, mesmo quando o contador, na função de auditor interno ou especialista, contribuir para a realização dos trabalhos. Um papel de trabalho emitido pela auditoria interna não isenta o auditor independente de responsabilidade, sobre qualquer tipo de erro ou fraude que possa acarretar no seu parecer final;

• Revisão externa: os auditores deverão a cada quatro anos submeter-se a revisão externa, realizada por outro auditor devidamente registrado no CVM e em conformidade com a NBC PA 11.

Auditado: Os administradores devem ter a máxima diligência na escolha do seu auditor e se no desenrolar do trabalho do auditor for constatado que este não atende aos requisitos de capacitação técnica e de independência, não possui estrutura organizacional compatível com o porte e a complexidade do serviço a ser executado e não se encontra com seu registro regularizado no CVM. O administrador tem o dever, sob pena de multa, de comunicar à CVM e a SNC, no prazo de 20 (vinte) dias, a substituição dos seus auditores, com exposição de justificativa dos motivos para essa substituição, na qual devera constar a anuência do auditor.

O auditado tem outras responsabilidades que vão além da “carta de responsabilidade”, vejamos alguns pontos que são destacados nesta carta:

• Ser endereçada ao auditor independente;

• Fazer referência às demonstrações contábeis objeto de auditoria;

• Mencionar que a administração cumpriu com as normas e regulamentos;

• Mencionar que o sistema contábil e os controles internos adotados pela entidade são de responsabilidade da administração e adequados para o seu tipo

de atividade e volume de transações;

• Confirmação de todas as transações efetuadas nos períodos devidamente registradas no sistema contábil;

• Confirmar que as estimativas contábeis foram efetuadas com base em dados consistentes;

• Confirmar que não há contingências fiscais, trabalhistas, previdenciárias e legais que possam afetar substancialmente a situação financeira e patrimonial da entidade, influindo significativamente na sua avaliação;

• Confirmar que não há nenhum fato conhecido que possa impedir a continuidade das normas e das atividades da entidade;

• Confirmar que não há qualquer evento subsequente que possa afetar a posição patrimonial e financeira da entidade, bem como o resultado do período;

• Confirmar que todos os livros e registros contábeis e documentos comprobatórios foram colocados à disposição dos auditores;

• Confirmar que foram adequadamente contabilizados e divulgados nas demonstrações contábeis os saldos e transações, os prejuízos decorrentes de compromissos de compra e venda, os acordos para a recompra de ativos anteriormente vendidos, e os ativos dados em garantia.

4 – A POSTURA QUE AUDITOR DEVE TER

A postura do auditor deve ser, integridade, objetividade, competência e zelo profissional, confidencialidade, conduta, conforme consta na Resolução 1.307/10, e que explicamos abaixo:

 Exercer a profissão com zelo, diligência, honestidade e capacidade técnica, observar toda a legislação vigente, em especial os Princípios Contábeis e as Normas Brasileiras de Contabilidade, resguardo dos interesses de seus clientes e sem prejudicar a dignidade e independência profissional;

 Guardar sigilo sobre o que souber, ressalvando os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades;

 Comunicar ao cliente, em documento reservado, circunstâncias adversas que possa vir a influir na decisão que lhe formular consulta;

 Renunciar às funções que exerce, logo que se positive falta de confiança, por parte do cliente e ou empregador, comunicando com 30 dias de antecedência, zelando pelos interesses dos mesmos;

 Manifestar, a qualquer tempo, a existência de impedimento para o exercício da profissão.

5 – DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AUDITADAS

Demonstrações Auditadas

Demonstração Qual o objetivo desta demonstração? Qual a finalidade de se auditar?

Balanço Patrimonial Apresentar de forma resumida as contas patrimoniais da entidade, conforme a sua natureza e de forma estática os bens, direitos e obrigações em 31 de dezembro de cada ano. Diagnosticar estados patrimoniais financeiros e econômicos da empresa. Fazer um exame superficial das cifras com a massa patrimonial.

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) Demonstrar quanto e como o Patrimônio Liquido variou de um período para o outro. Analise do capital; reservas de capital; ajuste de avaliação patrimonial; reserva de lucros; ações de tesouraria e prejuízos acumulados.

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) Demonstração dinâmica que apresenta o resultado econômico das operações da empresa durante o ano. Verificar se a entidade apresentou lucro ou prejuízo durante o ano.

Demonstrações do Fluxo de Caixa (DFC) Quando usada em conjunto com as demais demonstrações contábeis, proporciona informações que possibilitam avaliar as mudanças nos ativo líquido de uma empresa. Avaliar as mudanças nos ativos líquidos da entidade e sua capacidade de alterar os valores e prazo dos fluxos de caixa, a fim de adaptá-los as mudanças nas circunstâncias e oportunidades.

Demonstração do Valor Adicionado (AVA) Demonstrar o quanto a empresa gerou de recursos e para onde esses recursos foram destinados. Avaliar o segmento de atividades produtivas, bem como a avaliação de unidades de negócios.

Notas Explicativas São complemento das Demonstrações Contábeis, no sentido de melhor evidenciar as suas informações. Buscar as informações adicionais que tenham sido usadas nas demonstrações contábeis e que não tenham sido presentadas nas demonstrações contábeis, mas que são relevantes para a sua melhor compreensão.

Os Processos e Procedimentos de Auditoria e Demonstrações Contábeis tem por finalidade de ao termino das avaliações o auditor ter condições de identificar e demonstrar as causas e efeitos apresentados para cada ponto de controle existentes no processo auditado. A existência de uma metodologia padrão com forma e cronologia definida, facilita a vida do auditor, proporcionando maior segurança e participação nas melhorias das áreas auditadas. Trabalhando como parceiros, auditor e auditado reconhecem sua importância para a empresa e potencializa o valor a ser agregado ao negócio exercido

6 - PLANEJAMENTO DE AUDITORIA

Planejamento de Auditoria Significado e Função

Controles internos Processo integrado e operado pela empresa como um todo, com a intenção de fornecer razoável segurança as atividades administrativas e operacionais. Sua função é diminuir as possibilidades de desvios de ativos, bem como de erros não intencionais. Objetivos: - Confiabilidade das informações geradas;

- salvaguarda de ativos;

- observância às leis e regulamentos aplicáveis;

- eficiência e eficácia das operações.

Sistemas de Informações É uma ferramenta imprescindível na condução de quaisquer tipos de negócios. Sua função é determinar o nível de confiança das informações geradas pelos relatórios contábeis.

Procedimentos de conhecimento das atividades do cliente Conhecer como são executadas as principais atividades do cliente. Sua função é possibilitar detectar com antecedência possíveis áreas que necessitem de maior atenção durante os trabalhos de campo.

Relevância Diz respeito ao efeito/influência que a omissão ou mesmo apenas a distorção de uma informação acarreta na decisão do usuário. Sua função é um nível de relevância de forma quantitativa e qualitativa que serão aceitos durante a execução e a conclusão dos trabalhos.

Materialidade É o valor mínimo para o qual a ocorrência de um erro não detectado pode vir a causar distorções significativas nas demonstrações contábeis. A função é determinar quais os valores serão considerados materiais e que sofrerão: análises, testes e ajustes.

Risco de Auditoria Consiste na possibilidade de o auditor emitir uma opinião inadequada sobre as demonstrações contábeis. A função é evitar que no seu julgamento ocorra riscos significativos ao exercer pareceres referente aos riscos de fraude, econômicos, financeiros, contábeis, transações, grau de subjetividade nas mensurações.

O planejamento da auditoria significa estabelecer metas para que o serviço auditado seja de excelente qualidade e menor custo possível.

Tem como objetivos:

- Adquirir conhecimento geral da empresa a ser auditada: Natureza das operações, dos negócios e forma de organização da empresa;

- Planejar maior volume de horas nas auditorias preliminares;

- Obter cooperação do pessoal da empresa;

-Determinar a natureza, amplitude e datas dos testes de auditoria;

-Identificar previamente problemas relacionados com contabilidade, auditoria e impostos.

Os procedimentos de auditoria são conjunto de Técnicas que o auditor utiliza para colher evidências ou provas suficientes e adequadas para fundamentar sua opinião sobre as demonstrações contábeis.

A Carta de responsabilidade é um documento que o auditado emite ao auditor no final da auditoria, a qual constitui de uma declaração de comprometimento de que as informações das demonstrações contábeis são verdadeiras, bem como os demais documentos apresentados. Os objetivos do auditor independente ao obter a Carta de responsabilidade podem ser resumidos em: atender as normas de auditoria independente; obter evidencia auditorial por escrito; delimitar a responsabilidade do auditor e da administração; dar mais confiabilidade; possibilitar esclarecimentos sobre os pontos não constantes nas demonstrações contábeis. Tal carta deverá ser assinada pela alta cúpula e pelo contabilista quando solicitado. Se ocorrer recusa da administração fornecer a carta, constituirá uma limitação no escopo do seu exame.

A Sarbanes–oxley (SOx), surgiu após grande escândalo no mercado acionário Americano envolvendo duas grandes empresas. A nova norma criada em 2002 visava fornecer maiores garantias aos investidores e fornecer segurança do mercado acionário americano.

A SOx é composta por inúmeros artigos divididos em 11 categorias onde abrange desde os relatórios administrativos até a auditoria independente. Apresentamos a seguir tais categorias:

a) Implementação de órgão de supervisão dos auditores independentes (PCAOB);

b) Independência da auditoria externa;

c) Responsabilidade corporativa;

d) Evidenciação das demonstrações contábeis;

e) Conflito de interesses;

f) Responsabilidade e autoridade;

g) Estudos de mercado;

h) Fraudes corporativas e responsabilidades penais;

i) Crimes do “colarinho branco”;

j) Declaração fiscal;

k) Fraudes corporativas

A implementação da Lei de Sarbanes-Oxley têm sido muito custosa às Instituições brasileiras.

Faz-se necessário que a administração das empresas saibam fazer com que as ações de adequação à Lei agreguem valor às organizações, proporcionando melhorias em seus processos operacionais e de controles internos gerando como consequência maiores ganhos financeiros e de qualidade operacional.

O trabalho envolve identificar áreas-chave da entidade, documentar seus processos e garantir que as informações precisas e corretas fluam até chegar à administração da companhia, responsável pela divulgação dos resultados financeiros.

É importante salientar também que uma boa governança corporativa envolve muitos outros processos que, ainda não são obrigatórios por lei, mas que podem proporcionar uma vantagem competitiva aos negócios, como por exemplo o estabelecimento de um Código de Ética na empresa.

O estudo de caso apresentou um dos processos chave na elaboração de demonstrações

financeiras que é a precificação de ativos financeiros da empresa. Trata-se de um processo que possui certo nível de incerteza e subjetividade, sendo indispensável que os modelos adotados sejam devidamente aprovados pela Diretoria da empresa e profundamente documentados mostrando claramente seus embasamentos técnicos, principais atividades para sua execução e sua aderência aos valores de mercado, evitando ser levantada a hipótese de arbitrariedade dos responsáveis pelo processo ou má fé da empresa.

7 - CONCLUSÃO

Procurou-se mostrar a importância da auditoria interna nas organizações, frente a uma nova realidade de um ambiente globalizado, sua contribuição significativa para a gestão eficaz dos negócios. Nas organizações a auditoria interna deve ser de um "agente visionário", com atitudes e ideais voltadas para alavancar resultados, e não somente exercer atividades de controles internos. O profissional desta área deve estar permanentemente atualizado, através de estudos contínuos, adequando-se e adaptando-se às novas exigências do mercado.

Conclui-se, através da pesquisa realizada neste trabalho, que a auditoria interna é uma ferramenta que auxilia a administração da empresa, assegurando que os controles internos e rotinas de trabalho estejam sendo habilmente executadas e que os dados contábeis merecem confiança.

6 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

- Lins, Luiz dos S. – Auditoria Uma Abordagem Prática com Ênfase na Auditoria Externa – PLT 538 2ª edição;

- Pierucci, Antonio – Roteiro de Auditoria Contábil;

- Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo – Curso Básico de Auditoria – Normas e procedimentos – IBRACON;

- Attie, William – Auditoria Conceitos e Aplicações – 4ª Edição;

- Faris, Fabiana. Principais impactos da Sarbanes Oxley Act. Com Texto, Porto Alegre;

- Oliveira, Raquel V. A Lei de SArbanes-oxley como nova motivação para o mapeamento de processos nas organizações;