Trabalho Completo CONTABILIDADE BASICA

CONTABILIDADE BASICA

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Categoria: Negócios

Enviado por: portella 23 abril 2013

Palavras: 3209 | Páginas: 13

UNIVERSIDADE ANHAGUERA-UNIDERP

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

PROFESSORA: CRISTIANE VINHOL DE BRITO

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

Goiânia -2012

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

PROFESSORA: CRISTIANE VINHOL DE BRITO

CAPÍTULO 01

Definição de CO na visão de diferentes autores

Diferentes autores ressaltam a importância que estão passando a ter os valores nas organizações. Agle e Caldwell (1999) ressaltam a importância dos valores no comportamento organizacional e a carência de estudos dirigidos a este aspecto, McDonald (1991), Kabanoff (2002) indicam a importância dos valores organizacionais na criação de compromisso de seus funcionários na obtenção de posicionamentos mais competitivos. McDonald (1991) indica a importância dos valores na gestão de uma organização e como estes influenciam em sua tomada de decisões. Joyner e Paine (2002) referem-se à importância que as diferentes partes interessadas têm atribuído ao comportamento ético das organizações.

Principais Conceitos da Teoria dos Sistemas

Tipos de sistemas: fechado e aberto. Uma distinção importante para a teoria da organização é a classificação das organizações em sistemas.

Fechados ou abertos.

Um sistema fechado é aquele que não realiza intercâmbio com o seu meio externo, tendendo necessariamente para um progressivo caos interno, desintegração e morte. Nas teorias anteriores da administração, a organização era considerada suficientemente independente para que seus problemas fossem analisados em torno de estrutura, tarefas e relações internas formais,sem referência alguma ao ambiente externo, pois as atenções estavam concentradas apenas nas operações internas da organização, adotandose,para isso, enfoques racionalistas.Um sistema aberto é aquele que troca matéria e energia com o seu meio externo. E, como diz Bertalanffy, a organização é um sistema aberto, isto é, um sistema mantido em importação e exportação, em construção e destruição de componentes materiais, em contraste com 5os sistema fechados de física convencional, sem intercâmbio de matériacom o meio.

Considerando a perspectiva de sistema aberto, podemos dizer que um sistema consiste em quatro elementos básicos:

1. Objetivos: são partes ou elementos do conjunto. Dependendo da natureza do sistema, os objetivos podem ser físicos ou abstratos.

2. Atributos: são qualidades ou propriedades do sistema e de seus objetos.

3. Relações de interdependência: um sistema deve possuir relações internas com seus objetos. Essa é uma qualidade definidora crucial dos sistemas. Uma relação entre objetos implica um efeito mútuo ou interdependência.

4. Meio ambiente: os sistemas não existem no vácuo; são afetados pelo seu meio circundante.

CAPÍTULO 2

Inovação organizacional

- A criação de uma nova base de dados de boas práticas, exemplos e outros conhecimentos de modo a melhorar o acesso de todos os utilizadores;

- A introdução pela primeira vez de um sistema de monitorização completa das actividades da empresa (produção, finanças, estratégia, e marketing)

- Introdução pela primeira vez de sistemas de gestão para a produção ou para operações de fornecimento, como a gestão da cadeia de fornecimento, reengenharia de negócio, ou sistema de gestão da qualidade.

- Introdução pela primeira vez de programas de formação para criar equipas eficientes e funcionais que integrem pessoal com diferentes experiências ou áreas de responsabilidade.

Relações de trabalho:

-Desenvolver organizações qualificantes, enriquecer e diversificar os conteúdos do trabalho, compensando com pagamento indexado ao resultado;

-Organizar e gerir equipas de projecto que estimulem a inovação e apoiem a optimização dos processos;

-Reforçar o diálogo social e a participação dos trabalhadores a nível das empresas (trabalhar, viver e conviver);

-Abrir a cultura organizacional à envolvente externa: o empowerment nas relações com utilizadores/clientes, parceiros e fornecedores (stakeholders).

-Novos processos de aprendizagem contínua a nível da empresa, dispositivos de formação e autoformação em contexto de trabalho de activos com baixas qualificações e a certificação de competências;

-Potenciar e rentabilizar a experiência e as competências especificas dos activos “mais velhos” e com mais experiência profissional - “a gestão das idades”;

-Política de ambiente, higiene, saúde e segurança no trabalho e sistemas de prevenção de riscos profissionais;

-Optimização do tempo de trabalho de modo a conciliar com a vida familiar;

-Estratégias de gestão das organizações da economia social e sua auto-sustentação financeira;

-A qualificação dos serviços/produtos das organizações da economia social – sua adequação às expectativas dos “clientes”.

Novas e inovadoras dimensões:

-Dar preferência à criação de valor (por meio do desempenho de um conjunto de actividades integradas de forma única e valiosa em comparação com a concorrência) com redução de custos e não apenas à redução de custos (estrutura convencional);

- Em vez de o objectivo ser o lucro, dar mais importância ao lucro com ética;

-Remuneração com responsabilidade social;

-Envolvimento e compromisso;

Existe uma altura que melhor se adequa à mudança da estrutura da empresa, para ser aplicado o modelo de inovação organizacional:

-No momento em que algo não está bem na empresa (quando esta é alvo de ameaça, e há muitas queixas, quando não avança);

-Sempre que a estrutura está voltada para si própria em vez de estar virada para o negócio da empresa e seus resultados, projectos e pessoas que os fazem;

-Sempre que há mudanças no modelo de negócio, nas tecnologias ou na estratégia;

-No momento em que tudo parece estar a correr da melhor forma, sendo altura para mudar e consequentemente inovar antecipadamente para a empresa não ficar parada no tempo.

Fatores que obstruem as atividades de inovação

A atividade de inovação pode ser obstruída por diversos fatores. Pode haver razões para não se dar início às atividades de inovação, ou fatores que refreiam a atividade de inovação ou que têm um efeito negativo sobre os resultados esperados. Incluem-se fatores econômicos, como os custos altos ou a ausência de demanda, fatores empresariais, como a carência de pessoal qualificado ou de conhecimentos, e fatores legais, como as regulações e as regras tributárias.

As questões sobre as barreiras à inovação podem oferecer informações sobre diversos temas relevantes para a política de inovação. As pequenas e médias empresas (PMEs) podem identificar a deficiência de financiamento disponível como uma barreira importante aos investimentos em inovação. As empresas podem estar preocupadas com a ausência de demanda por novos produtos aos preços considerados necessários para que suas inovações sejam compensadoras. As empresas podem não possuir pessoal suficientemente qualificado para empreender atividades de inovação, ou suas atividades de inovação podem ser refreadas em virtude de sua incapacidade de encontrar o pessoal necessário no mercado de trabalho. A ausência de infraestrutura pode ser uma barreira importante à inovação, em particular fora das grandes cidades. Outras razões podem incluir a falta de conhecimentos sobre as tecnologias ou os mercados que seriam necessários para desenvolver uma inovação, ou a incapacidade da empresa para encontrar os parceiros apropriados para projetos conjuntos de inovação.

Essas barreiras podem relacionar-se a um tipo específico de inovação ou a todos os tipos. Por exemplo, os fatores relativos a custos podem ser relevantes para todos os tipos de inovação, e os fatores de mercado podem afetar tanto o desenvolvimento de inovações de produto como o trabalho na concepção do produto (isto é, as inovações de marketing). A tabela também mostra quais são os tipos de inovação relevantes para cada barreira.

Recomenda-se a coleta de dados sobre as barreiras à atividade de inovação e sua importância relativa para o período de análise. As questões sobre as barreiras à atividade de inovação devem ser colocadas para as empresas inovadoras e para as empresas não inovadoras. As questões sobre as barreiras podem referir-se a todos os tipos de inovação ou a subconjuntos de tipos, como as inovações de produto e de processo.

CAPÍTULO 3

FRACASSO NOS PLANOS DE MUDANÇA

A figura nos mostra claramente que não houve cumplicidade ente as equipes, o objetivo de ambos os grupos era o mesmo, mais o pensamento foi contrário, se antes de começar otrabalho as equipes tivessem reunido e avaliado o cenário em um contexto geral, terião conseguido chegar a um consenso e alcançado o objetivo proposto.

Algumas mudanças e tentativas de melhoria têm sido extremamente bem-sucedidas. Elas têm visto crescimento em tempos de resposta, ciclos operacionais, serviço de atendimento ao cliente, qualidade, trabalho em equipe, incentivo, produtividade, poder de inovação, eficácia quanto aos custos, e coisas do gênero às dezenas ou até mesmo centenas de porcentagens. Outros tiveram um pouco de sucesso em algumas áreas de suas respectivas atividades. E alguns terminaram na lama.

Cinco principais fatores que levam ao fracasso;

1. Excessos de prioridades -Muitos gerentes têm confundido movimento com direção e excesso de tarefas com resultados significativos.

2. Parciais e graduais - Muitas tentativas de melhoria são demasiado limitadas e segmentadas. Não são identificadas nem abordadas amplas questões de “causa e efeito”, em todo o sistema. Equipes de melhoramentos trabalham com fragmentos de processos e sistemas.

3. Sem processo ou infra-estrutura de melhoria/mudança -Desenvolver um rigoroso processo de melhoria com continuidade e altamente disciplinado é um grande problema para muitos esforços de melhoria organizacional e pessoal.

4. Foco confuso - Muitas tentativas de melhorias da organização estão desligados dos assuntos quentes que mantêm diretores acordados durante a noite.

5. Elogio insincero de liderança - Discursos vagos, sobre a importância dos clientes, qualidade, equipes, inovação, reengenharia, novas tecnologias, disciplina, treinamento, etc. Ainda que suas palavras declarem isso, suas ações gritam “você deve melhorar nestas áreas.

CAPÍTULO 4

Percepção e Comunicação

O conceito de percepção deriva do termo latino perceptĭo e refere-se à ação e ao efeito de perceber ou percepcionar (receber através de um dos sentidos as imagens, impressões ou sensações externas, ou compreender e conhecer algo).

A percepção pode fazer referência a um conhecimento, a uma ideia ou à sensação interior que resulta de uma impressão material feita nos nossos sentidos.

Na óptica da psicologia, a percepção é a função que permite ao organismo receber, elaborar e interpretar a informação que chega do meio circundante através dos sentidos.

A percepção começou a ser estudada no século XIX. Os primeiros modelos que relacionavam a magnitude de um estímulo físico com a magnitude do evento percepcionado possibilitaram o surgimento da psicofísica.

Os especialistas asseguram que a percepção é o primeiro processo cognoscitivo, que permite ao sujeito de captar a informação do meio envolvente através da energia que chega aos sistemas sensoriais.

O processo da percepção é de carácter inferencial e construtivo: a representação interna daquilo que acontece no exterior surge sob a forma de uma hipótese. A informação que chega aos receptores é analisada paulatinamente, da mesma forma que a informação proveniente da memória e que contribui para a interpretação e a formação da representação.

É através da percepção que a informação é processada e que se consegue formar a ideia de um só objecto, o que significa que é possível sentir diferentes qualidades com base no mesmo objecto e uni-las por intermédio da percepção para determinar que é um único objeto.

Comunicação empresarial versus comunicação organizacional: novos desafios teóricos

Resumo:

O papel da comunicação e da informação no ambiente organizacional, sem dúvida, tem despertado o desenvolvimento de diferentes enfoques conceituais e teóricos. Todavia, a não-aplicabilidade de processos comunicativos relevantes no ambiente das organizações, principalmente em situações complexas, leva-nos a refletir sobre um novo conceito de comunicação organizacional. Neste artigo, analisamos fundamentos teóricos da comunicação de Habermas e de Cohn e, principalmente, algumas contribuições do teórico da complexidade, Dominique Genelot, para o embasamento da comunicação organizacional como um elemento estratégico na realização dos objetivos e da intencionalidade das organizações, na tentativa de superar os limites dos enfoques reducionistas do conceito tradicional de comunicação empresarial, influenciado principalmente pela visão instrumental da comunicação sustentada pela teoria da informação e pelos corpora teóricos que se inspiraram em tal conceito e que com base nele se desenvolveram.

Uma organização é muito mais que um grupo compostos por especialistas que trabalham em conjunto numa determinada tarefa, é unidade coletiva de ação formada para perseguir fins específicos, dirigida por um poder que estabelece a autoridade determinando assim o status e o papel dos membros nela envolvida.

A comunicação organizacional é abrangida por todo o tipo de organização social, podendo ser ela pública ou privada. Dentre as abordagens dominantes no âmbito da comunicação empresarial, a empresa deve ter como objetivo primordial a busca pela melhor mensagem e meio de estabelecimento de contatos com o público-alvo. A ênfase que era dada à produção mudou-se para a ênfase ao consumidor, ou seja, a empresa deve estabelecer uma comunicação direta com a comunidade, cliente, agentes governamentais, fornecedores e com todos aqueles agentes que também atuam nesse universo ou rede.

Importante salientar que não há organização sem uma prática comunicativa. A comunicação é essencial para a operação da entidade e está intimamente vinculado às formas de significar, valorizar e expressar uma organização.

Conclui-se então que a comunicação nada mais é do que a necessidade dos seres humanos de se comunicarem por meio de um diálogo argumentado, pois estas argumentações são formas comunicacionais quase que extraordinárias, pressupondo muito mais que os relacionamentos humanos. Desta forma, a comunicação assume um papel abrangente, fazendo referência a tudo que envolve desde seu clima interno até as suas relações institucionais.

A comunicação empresarial como ferramenta estratégica na gestão de negócios.

Durante séculos pudemos observar a evolução do homem como ser comunicador, dotado de personalidade, inteligência e com uma característica que podemos ressaltar: um ser repleto de necessidades a serem supridas. O homem, neste sentido foi obrigado a estabelecer com outrem, relações comunicativas. Estas relações se multiplicaram nesta proporção e tornaram-se mais complexas, transformando-se num emaranhado de informações geradas com espantosa velocidade. Em um período não muito distante, as informações transitavam no interior das organizações obedecendo sempre o mesmo sentido, numa hierarquia rígida, onde quem detinha o poder, possuía também todo o direito sobre ela, caracterizando um fluxo descendente, o que certamente facilitava o gerenciamento das mesmas. Com o desenvolvimento sustentável e a evolução tecnológica, as informações tornaram-se mais acessíveis e compartilhadas, surgindo de todos os níveis hierárquicos da empresa e do meio onde ela esta inserida, exigindo do administrador uma nova postura frente a um ambiente em constante mutação, tornando-se necessário a todo o momento a revisão de seus processos e valores, na cotidiana busca da vantagem competitiva. Estas e outras mudanças substanciais, fazem com que Comunicação Empresarial enfrente grandes desafios, um deles é fazer das novas tecnologias de comunicação uma vantagem competitiva, pois se faz cada vez mais necessário saber os desejos, expectativas e reações dos clientes diante das decisões empresariais. A Internet está mudando o relacionamento das empresas com seus diversos públicos. Até agora a intermediação entre empresa e sociedade tem sido feita pelos canais tradicionais de comunicação, porém hoje existem outros canais para levar a informações sem intermediações, isso exigirá das empresas maior transparência em suas informações fornecidas a sociedade, pois esta ganha infinitas opções para obter informações sobre as corporações. A importância da Comunicação Empresarial como ferramenta de criação e consolidação da imagem institucional torna inaceitável que grandes empresas a tratem com improvisações, pois maior que a característica do produto, é a imagem corporativa de uma marca. Empresas de nome consolidado no mercado possuem como seu maior patrimônio o conjunto de valores incorporado pelo grupo ao longo de um determinado período, produto da eficácia da Comunicação Empresarial que através da inserção da empresa no contexto sócio-político agrega valor a sua imagem institucional. Diante de todo este contexto, torna-se um desafio para o administrador, acompanhar e desfrutar de todos os benefícios da evolução tecnológica dos veículos de informação, ajustar a empresa em seu contexto sócio-político, utilizando a Comunicação Empresarial como estratégia de resultados.

Para tanto, é preciso redefinir políticas, estratégias e metas por parte da empresa, bem como recorrer a consultorias capacitadas para diagnosticar falhas, gerenciar conflitos, propor soluções, traçar um planejamento para desenvolver ou simplesmente identificar as habilidades comunicativas dos colaboradores. Após o diagnóstico, a empresa deve trabalhar os pontos fortes e fracos existentes em cada indivíduo, propiciando integração e motivação de toda a equipe. Todos os funcionários são a imagem de uma empresa, mesmo aqueles que não realizam o atendimento direto ao cliente. Afinal de contas, saber O QUE falar é tão importante como saber COMO falar.

Elementos da comunicação e suas formas de planejamento

A inovação a princípio parece estar presente em quase toda a atividade humana; parece algo característico, da natureza humana, já que somos dotados de inteligência e de livre arbítrio para guiar todas as nossas ações e condutas. Assim humanos em atividades naturalmente humanas inovam ao longo do tempo e da história, em maior ou menor grau, possibilitando a evolução da nossa civilização. Aqueles que almejam a inovação e o sucesso naquilo que fazem devem entender que a criatividade depende de diversos fatores, que devem ser estimulados e trabalhados, como as experiências profissionais e pessoais, o conhecimento técnico e a capacidade de enxergar os problemas por novos ângulos. Muito provavelmente grande parte das empresas que estão buscando inovações, irá fazê-lo pelo modelo interativo através de um dos caminhos estudados neste texto, devido a grande complexidade dos mercados atuais, concorrência e tecnologias. Atualmente, o que se pode perceber é que, a empresa através de seus profissionais tem procurado adquirir mais conhecimentos sobre inovação, gestão da inovação, seus fundamentos, conceitos e aplicações, principalmente como forma de aumentar a competitividade e diferenciação no ambiente de negócios. Por exemplo, terá benefícios de redução de estoques e conseqüentemente do capital de giro para financiar estes estoques, terá melhor qualidade do produto, menores perdas, melhores resultados econômico-financeiros, etc., pois são premissas inerentes a esse sistema. O tema em torno da inovação é ainda complexo, permite variadas interpretações e também adaptações. Inovar envolve uma série de competências tecnológicas, mercadológicas e gerenciais. Entender o conceito de inovação e praticá-lo demanda tempo, dedicação e investimentos. A aplicação das inovações sejam tecnológicas, sejam organizacionais são sempre fontes de redução de custos, aumento de produtividade, lucratividade, aumento do poder competitivo dentre outros fatores. O papel da comunicação e da informação no ambiente organizacional, sem

dúvida, tem despertado o desenvolvimento de diferentes enfoques conceituais

e teóricos. Todavia, a não-aplicabilidade de processos comunicativos relevantes no ambiente das organizações, principalmente em situações complexas,

Leva-nos a refletir sobre um novo conceito de comunicação organizacional.

Neste artigo, analisamos fundamentos teóricos da comunicação de Habermas

e de Cohn e, principalmente, algumas contribuições do teórico da complexidade, Dominique Genelot, para o embasamento da comunicação organizacional como um elemento estratégico na realização dos objetivos e da intencionalidade das organizações, na tentativa de superar os limites dos enfoques.

PESQUISA DE CONCEITOS DE INOVAÇÃO

Escolhemos uma empresa de um integrante do nosso grupo e pesquisamos o conceito de inovação de mais de 20 pessoas de diferentes faixa etária de idade então é correto afirma que pra qualquer faixa etária de idade inovação e mudança sejam ela de comportamento ou mudança física seja em equipamentos ou na imagem. Mas porem pessoas mais jovens são mais radicais,pra essa faixa etária inovar tem a ver com mudança completa, física, comportamental e visual.Na empresa pesquisada podemos afirma que para pessoas de faixa etária de 18 a 25 de idade inovar seria mudanças visuais como Logo, cores entre outras, seja mudança completa na imagem da empresa para alguns ate mesmo a mudança de endereço e o mais importante pra esses colaboradores mudanças na administração que seria mudanças dos coordenadores e gestores e pra alguns ate mesmo diretores.Para faixa etária de 25 anos de idade acima existe a visão de inovação com mais cautela sem muito impacto, tanto na imagem da empresa como na organização, pessoas com esse conceito se atenta a que essa inovação deve sempre trazer uma redução ou que com mudança na organização,imagem ou com inovação do produto traga retorno financeiro para empresa. Com tudo pessoas mais jovens acredito que ate mesmo por falta de experiência acreditam na inovação de impacto e radical, pessoas que já estão a mais tempo no mercado afirmam e inovar sem visar calcular quanto retorno isso vai trazer pra impressa de nada adiantaria.

“O que os empreendedores têm em comum não é determinado tipo de personalidade, mas um compromisso com a prática sistemática da INOVAÇÃO.” Peter Drucker .

BIBLIOGRAFIA

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http://www.professorcezar.adm.br/Textos/AbordagemSistemicaAdm.pdf

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http://paginacom.com.br/blog/?p=1140

http://gecorpacademico.blogspot.com.br/2008/02/comunicao-empresarial-versus-comunicao.html

http://abcdorafa.blogspot.com.br/2011/04/comunicacao-empresarial-versus.html

http://conceito.de/percepcao