Trabalho Completo China

China

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Categoria: Negócios

Enviado por: panteraenomoto 12 abril 2013

Palavras: 1771 | Páginas: 8

A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo, superada somente pelos Estados Unidos. Seu produto interno bruto (PIB) nominal é estimado em US$7,3 trilhões (dados de 2011), enquanto seu poder de compra foi calculado em 2011 em pouco mais de US$11,3 trilhões, mais do que qualquer outro país no mundo, com exceção apenas dos EUA.A China é a nação com o maior crescimento econômico dos últimos 25 anos no mundo, com a média do crescimento do PIB em torno de 10% por ano. A renda per capita da China tem crescido cerca de 8% ao ano em média nos últimos 30 anos e mais 15 em média aos 25 anos de exportação, que reduziu drasticamente a pobreza no país, mas este rápido crescimento trouxe grandes desigualdades na distribuição de renda. A renda per capita do país está classificada como mediana a baixa, se comparada com os padrões mundiais, e está em cerca de 3.180 dólares por pessoa (nominal, 104º numa lista de 178 países/economias), e em 5.943 dólares por pessoa (PPP, 97º numa lista com 178 países/economias) em 2008, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). A transformação econômica chinesa em andamento tem tido um impacto profundo não somente na China, mas no mundo inteiro, e as reformas de mercado da China, que foram implementadas durante as últimas três décadas, têm desencadeado iniciativas individuais e o empreendedorismo, apesar do domínio contínuo do estado chinês na sua economia.Desde 1978, quando as reformas econômicas foram instituídas, a participação do governo na economia tem diminuído grandemente. A produção industrial de empresas estatais caiu lentamente, embora algumas empresas estratégicas, tais como a indústria aeroespacial, tenham permanecido sob o controle total do estado. Enquanto que a participação do governo no gerenciamento da economia reduziu e a participação de empresas privadas e forças de mercado aumentaram, o governo ainda tem uma grande participação na economia urbana. Com suas políticas sobre questões, tais como a produção agrícola, o governo ainda detém uma grande influência no desempenho do setor rural. Todas as empresas de comércio chinesas estão divididas ao longo de linhas de planejamento direto (obrigatório), de planejamento indicativo (implementação indireta de diretrizes centrais), além de linhas controladas pela força de mercado. No começo da década de 1980, durante as primeiras reformas econômicas, as empresas começaram a ter crescente discrição sobre a quantidade de matérias-primas, sobre as fontes de tais matérias-primas, e a variedade de produtos manufaturados, além dos processos de produção. A supervisão operacional em projetos econômicos desenvolveu-se primariamente em governos provinciais, municipais e de condados. A maioria das empresas industriais estatais, que eram dirigidas ao nível de província, ou mesmo abaixo, foram regulados parcialmente por uma combinação de alocações específicas e de controles indiretos, mas essas empresas também produziram mercadorias que não estavam previstos nos planos, e que foram vendidas para o mercado. Recursos importantes e escassos - por exemplo, engenheiros ou aço acabado - podem ter sido designados para este tipo de unidade em números exatos. Designações de mão-de-obra e de materiais menos críticas poderiam ter sido autorizadas de forma comum por meio do plano, mas arranjos de aprovisionamentos deixaram tais autorizações sob responsabilidade do gerenciamento empresarial.Além disso, as próprias empresas têm ganhado independência crescente em vários setores de atividade. Enquanto que indústrias e serviços estrategicamente importantes, além da maior parte da construção de grande escala, continuaram sob o controle direto dos planos, a economia de mercado tem crescido rapidamente a cada ano assim que engloba mais e mais setores. No geral, o sistema industrial chinês contém uma completa mistura de formas de relações. O Conselho de Estado administra geralmente o controle estrito de recursos que se supõe ser de vital importância para o desempenho e saúde de toda a economia. Ademais, a necessidade de coordenar entidades que estão em diferentes hierarquias organizacionais causa geralmente uma grande quantidade de regateios e de construções de consenso.O consumo tem sido subjetivado a um limitado grau de influências governamentais diretas, mas é determinado primariamente pelas forças básicas de mercado, tais como os índices de renda e pelo preço de mercadorias. Antes da reforma econômica, produtos importantes eram racionalizados quando o estoque de tais produtos ficava muito pequeno, mas durante a década de 1980, a disponibilidade destes produtos aumentou a um ponto que já não era mais necessário a racionalização, com a exceção dos grãos, que poderiam também ser regulamentados pelo mercado livre. Unidades de propriedade coletiva e o setor agrícola foram regulamentados primariamente por instrumentos indiretos. Cada unidade coletiva era "responsável pelos seus próprios lucros e perdas", e os preços dos recursos de entrada, e dos produtos finais, eram os principais incentivadores da produção.

Passo 2 – Procure por reportagens que tratem dos dados de competitividade do Fórum Econômico Mundial e colete dados da China.

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Notícias de Atualidade

Fórum Econômico Mundial diz que China lidera competitividade entre economias emergentes

A China continua a liderar o caminho entre o grupo dos países emergentes do bloco chamado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), segundo o Relatório de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, divulgado nesta terça-feira.O corpo baseado em Genebra disse que a China solidificou sua posição entre as 30 economias mais competitivas do mundo, chegando à 29ª colocação neste ano, uma a mais do que em 2008.O Brasil e a Índia também progrediram, alcançando as 56ª e 49ª colocações, respectivamente, enquanto a Rússia perdeu 12 posições, ficando agora em 63ª.

O crescimento da China continental no ranking de competitividade se deve principalmente ao seu enorme mercado e aos altos índices de crescimento dos anos anteriores, segundo o relatório, que classifica 133 economias neste ano. Somado a isso, o ambiente de negócios nos países asiáticos e a capacidade de inovação também melhoraram rapidamente. O país ainda tem uma excelente situação fiscal, que permite ao governo estímulos à demanda interna, investimento em infraestrutura e implementar reformas econômicas. Segundo o documento, a Suíça é a economia mais competitiva do mundo, enquanto os Estados Unidos caíram para a segunda colocação, devido a fraquezas no mercado financeiro e na estabilidade macroeconômica. Outras economias que integram a lista das 10 primeiras são Cingapura, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Japão, Canadá e Holanda.

Appendix:

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Passo 3– Escreva um texto de no máximo uma página sobre o assunto.

Crescimento e desenvolvimento são dois fenômenos que, apesar de distintos, não são exclusivos, mas sequenciados. Quando alcançados provocam transformações estruturais também distintas. Ambos são processos que se materializam no longo prazo mediante a combinação de forças propulsoras advindas do Estado e dos agentes econômicos privados. As forças provenientes do Estado, além da institucionalização, regulação e planificação, podem ser ampliadas com a participação do poder público no capital de empresas e, em investimentos, cuja lucratividade não se mostra atraente para o setor privado. De maneira geral, a participação do Estado na economia ocorre através dessas maneiras, não devendo, entretanto, em hipótese alguma, o Estado substituir o mercado.

Através da planificação institucional, tem-se bem próxima a falência do sistema de preços, a relativa imobilidade dos agentes econômicos, a letargia dos setores produtivos responsável pela rigidez da oferta global , a queda continuada dos salários reais. Da mesma forma, a quase inexistência de externalidades advindas do comércio exterior, um crescente endividamento externo e, inclusive, uma prolongada dependência político-econômica, na maioria das vezes, incentivada pelo paradoxal dinamismo dos mercados externos. As variações quantitativas da renda nacional mostram seguramente o avanço dos setores estratégicos das economias, bem como a capacidade preparatória para o atingimento do desenvolvimento econômico-social. Porém, para que isso aconteça torna-se necessário que as alterações estruturais provocadas pelo crescimento dos principais agregados macroeconômicos sejam expressivas por um largo período de tempo, bem como capazes de provocar mutações na estrutura social, sob o signo das liberdades individuais. Sem crescimento, portanto, não existe desenvolvimento e, para que haja de fato crescimento econômico, a liberdade de acumulação e de reprodução do capital torna-se mais do que necessária. A China, entre 1949 e 2000 alterou sensivelmente o curso do seu processo histórico, caracterizado por ocupações, apropriações de riqueza e isolamento geopolítico. No início as alterações ocorreram de maneira brusca com relação ao ambiente interno. Em relação ao Ocidente pareceu ser planejada, não abdicando, porém, da agressividade sistêmica. Ao participar indiretamente das guerras da Coréia (1950-1953), do Vietnã (1958-1975), da ocupação do Tibete (1950-1965) e da fabricação da bomba atômica em 1964, a China não se intimidou diante do potencial econômico e bélico do Ocidente.

Desenvolvimento da China

A história da China está registrada em documentos que datam do século XVI a.C. que demonstram a China é uma das civilizações mais antigas do mundo com existência contínua.

A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo, superada somente pelos Estados Unidos. Seu produto interno bruto (PIB) nominal é estimado em US$7,3 trilhões (dados de 2011) enquanto seu poder de compra foi calculado em 2011 em pouco mais de US$11,3 trilhões, mais do que qualquer outro país no mundo, com exceção apenas dos Estados Unidos.

A China é a nação com o maior crescimento econômico dos últimos 25 anos no mundo, com a média do crescimento do PIB em torno de 10% ao ano. A renda per capita da China tem crescido nos últimos 30 anos cerca de 8% ao ano em média.

Apesar de ser o terceiro ou quarto país com maior extensão territorial do mundo, a China é altamente pobre em recursos naturais.

O yuan é a moeda atual da República Popular da China, significa "a moeda do povo". As notas e moedas de yuans são emitidas pelo Banco do Povo Chinês. O yuan está dividido em dez jiao, sendo que cada jiao está fracionado em 10 fen.

Câmbio

Ao contrário de muitas moedas de outros países, a cotação do yuan, em relação às outras moedas, é controlado pelo governo. Para isso, ela está atrelada a uma bolsa de várias moedas, seguindo o sistema de câmbio fixo. Logo, o yuan quase não flutua, mesmo com oscilações no mercado financeiro internacional. O governo chinês consegue assim manter o yuan subvalorizado em relação às outras moedas, favorecendo as exportações chinesas.

Mesmo sendo um país comunista, mas com uma economia de mercado aberto, a China vem sofrendo substancias mudanças em seu cenário econômico.

Assim a China vem se mostrando um dos principais destinos para investimentos estrangeiros.

Hoje o Brasil pode chamar a China de parceira, já que as relações de importação e exportação crescem muito, tanto que em 2009 a China passou a ser a maior parceira comercial do Brasil, com seus produtos sendo mais baratos acaba atraindo o consumo do povo brasileiro que já vê os produtos chineses com bons olhos.

Referências:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_Rep%C3%BAblica_Popular_da_China

http://www.suapesquisa.com/economia/iuan.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_China

Bibliografia