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Cultura e Sociedade

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Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: Carlos 14 dezembro 2011

Palavras: 2069 | Páginas: 9

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mo estão sendo denominadas atualmente e, em algumas grandes empresas nacionais, tem-se a preocupação para este segmento de higiene e segurança do trabalho.

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Desenvolvimento

De acordo com a leitura do texto, foi um ato inseguro por parte dos funcionários da empresa, pois de acordo com a diretoria, a área era restrita e nem ao menos tinha via de acesso no local.

O objetivo da CIPA é fazer com que o colaborador tenha conhecimento que segurança é fundamental para realização das tarefas e que ninguém poderá realizar bem e com segurança se não estiver preparado, por isso que a saúde e a segurança do trabalho deve ser prioridade dentro de uma organização, prevenir acidentes e doenças ocupacionais, melhorar a qualidade de vida no trabalho, são metas que podem ser conquistadas através de treinamentos. Trabalhador bem treinado também significa economia nos custos para empresa, buscar melhoria continua em uma organização, sem esquecer-se de valorizar o colaborador para que tenha vontade de seguir as normas, é ponto fundamental para um trabalho de qualidade e segurança.

A CIPA deve elaborar um plano de trabalho que possibilite a ação preventiva e corretiva visando assim a solução de problemas ligados a segurança, saúde e meio ambiente, também deve ter participação na implantação de programas de controle e medidas necessárias para redução de riscos e impactos ambientais. Periodicamente deve traçar, juntamente com a empresa, metas e objetivos visando qualidade de vida no ambiente de trabalho, divulgar os projetos e programas aos trabalhadores, analisar idéias, dar espaço ao colaborador para interagir sempre em conjunto.

Quando se olhar para esta questão da implementação da higiene e segurança no trabalho como um fator de melhoria das condições de trabalho e que se traduz num aumento da satisfação dos trabalhadores, contribuindo dessa forma para seu bem-estar, deixa de ser visto como despesa e sim como investimento por parte da empresa, ou seja, que a implementação da higiene e segurança é um beneficio e um investimento, em longo prazo, irá refletir no aumento da produtividade, pois, em consequência dessa satisfação, os trabalhadores irão gerar uma maior produção.

A administração de uma empresa pode ajudar seus empregados a se tornarem mais ajustados, se procurar, através de meios adequados, satisfazer suas necessidades básicas. pois sabemos que os nossos trabalhadores (brasileiros) têm

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seu comportamento mais voltado para o atendimento das necessidades fisiológicas e de segurança, ao contrario do que ocorre com os trabalhadores de países super-desenvolvidos, que estão mais voltados para sua auto-realização. A administração deve, portanto, atentar para fatores como ambiente de trabalho, programas da empresa, supervisão, condições de trabalho, relações interpessoais, segurança na função. Para tanto, deve realizar, antes de mais nada, uma seleção de pessoal eficiente, colocando o "homem certo no lugar certo", fazendo com que o funcionário esteja perfeitamente adequado às exigências do cargo para o qual foi escolhido.

Deve, também, recorrer ao treinamento como uma medida complementar a seleção e como uma medida de integração do trabalhador, fazendo-o reconhecer os objetivos da empresa e a importância do melhor desempenho do seu papel para o alcance de tais objetivos. Nesse treinamento, o administrador ou supervisor irá lidar com a necessidade de se mudarem os conhecimentos do empregado acerca de seu trabalho, suas atitudes, seu comportamento individual e grupal. Outras medidas podem ser tomadas pela administração, no que se refere a satisfação das necessidades sociais, de auto-estima e de auto-realização de seus funcionários.

Karl Marx foi um pensador e revolucionário alemão considerado um dos iniciantes da Sociologia no mundo, ele tinha idéias radicais como juntar a classe trabalhadora para derrubar os capitalistas.

Marx amadureceu a idéia de Hegel com as idéias de Ludwig Feuerbach sobre a doutrina do materialismo. Feuerbach expandiu a idéia de Hegel acrescentando “materialismo”, onde toda história é um processo de preparação do homem para tornar-se objeto do consciente, e não da atividade inconsciente, e a religião era um processo de auto-alienação, Marx desenvolveu, então, o “materialismo dialético”, onde a história era movida pela forma com que os indivíduos satisfaziam suas necessidades materiais, os homens devem ser capazes de viver de forma a “fazer história”, portanto, o primeiro ato é fazer com que a produção dos meios de satisfazer estas necessidades, transmita a produção da própria vida material. O desenvolvimento das forças produtivas em cada economia depende do grau de divisão do trabalho.

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No século XIX, com a grande indústria, e um capitalismo a todo vapor, mas numa época de revoluções, seu vigor teórico demonstrado pela atualidade de sua análise, mantém-se firme em defesa da transformação revolucionária da sociedade burguesa, opondo-se à ideologia dominante. Defende a ciência sob a lógica materialista dialética, em que a história é movida pelos homens, pela luta entre as classes, e que não basta entendê-la, é necessário agir para sua transformação e abolição da dominação classista. A utilização da força de trabalho é o próprio trabalho, o comprador da força de trabalho consome-a, fazendo o vendedor dela trabalhar, este, ao trabalhar, torna-se realmente no que antes era apenas potencialmente: força de trabalho em ação, trabalhador. Para o trabalho reaparecer em mercadorias, tem de ser empregado em valores-de-uso, em coisas que sirvam para satisfazer necessidades de qualquer natureza. O que o capitalista determina ao trabalhador produzir é, portanto um valor-de-uso particular, um artigo especificado. A produção de valores-de-uso muda sua natureza geral por ser levada a cabo em benefício do capitalista ou estar sob seu controle. Por isso, temos inicialmente de considerar o processo de trabalho à parte de qualquer estrutura social determinada. Para Marx a contradição fundamental consiste no fato de que os trabalhadores, criadores da riqueza, são reduzidos a uma condição miserável, e Marx procura mostrar que esta contradição deve acentuar-se com o tempo, mas a oposição entre a riqueza dos detentores de capitais e a miséria dos assalariados deve tornar-se cada vez mais insuportável, devendo levar o proletário a revoltar-se e a conquistar o poder político para criar uma sociedade socialista, um regime fundado na propriedade coletiva dos meios de produção.

Karl Marx foi o primeiro sociólogo a desenvolver uma teoria das classe sociais. Marx faz da relação de propriedade a relação social determinante que opõe, no modo de produção capitalista, os proprietários dos meios de produção e os proletários detentores unicamente da sua força de trabalho. A classe social é definida como o conjunto dos agentes sociais colocados nas mesmas condições no processo de produção e que têm afinidades ideológicas e políticas.

Fetiche é um elemento fundamental da manutenção do modo de produção capitalista. Consiste numa ilusão que naturaliza um ambiente social específico, revelando sua aparência de igualdade e ocultando sua essência de desigualdade.

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O fetiche da mercadoria, postulado por Marx, opõe-se à idéia de "valor de uso", uma vez que este refere-se estritamente à utilidade do produto. O fetiche relaciona-se à fantasia (simbolismo) que paira sobre o objeto, projetando nele uma relação social definida, estabelecida entre os homens. O fundamento da mais-valia relativa é a diminuição do trabalho necessário. Esta diminuição se fundamenta na diminuição do salário. E a diminuição do salário se fundamenta na diminuição dos produtos necessários ao trabalhador; portanto a mais-valia relativa é fundamentada no barateamento das mercadorias que servem o operário. O prolongamento da jornada de trabalho para além do tempo de trabalho necessário ou através da eliminação de tempos mortos, com o aumento da intensidade do trabalho incrementa-se o consumo de força de trabalho por unidade de tempo e, por conseguinte, eleva-se de modo absoluto a quantidade de trabalho sem retribuição, constituindo meios de aumentar a proporção de mais-valia absoluta.

Para Marx, conhecer a realidade não é apenas abstrair as partes do todo, para conhecer suas leis internas, como fizeram os economistas clássicos, mas reproduzi-lo conceitualmente. O conceito, como o próprio nome indica, (conceptus) é o real concebido, conhecimento teórico de uma realidade não é nem conhecimento prático-sensível, nem contemplação, mas atividade de “re-criação” da realidade através do pensamento. O método dialético de Marx é parte essência de sua crítica da Economia Política Clássica. A partir de seus pressupostos, Marx influenciou com suas idéias socialistas o meio capitalista e com o passar do tempo, os capitalistas observaram que para conter a revolução, eles haveriam de melhorar a vida dos operários.

Segundo a psicologia platônica, a natureza do homem é racional e, por conseqüência, na razão realiza o homem a sua humanidade. Entretanto, esta natureza racional do homem encontra no corpo não um instrumento, mas um obstáculo, que Platão explica mediante um dualismo filosófico-religioso de alma e de corpo: o intelecto encontra um obstáculo nos sentidos, a vontade no impulso, e assim por diante. Desta variedade de necessidades humanas origina-se a divisão do trabalho e, a divisão de classes, castas, que representam um desenvolvimento social e uma sistematização estável da divisão do trabalho no âmbito de um estado. A

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essência do estado seria então, não uma sociedade de indivíduos semelhantes e iguais, mas desemelhantes e desiguais. Tal especificação e concretização da divisão do trabalho seria representada pela instituição da escravidão; tal instituição, é necessária porquanto os trabalhos materiais, servis, são incompatíveis com a condição de um homem livre em geral. Segundo Platão, o estado ideal deveria ser dividido em classes sociais, a dos filósofos, a dos guerreiros, a dos produtores, as quais, no organismo do estado, corresponderiam respectivamente às almas racional, irascível e concupiscível no organismo humano.

Todo e qualquer empreendimento com uma gestão correta, deve atender aos interesses das instituições e tambem da sociedade em que está inserido. Através de um bom plano de comunicação integrada, a ação das Relações Públicas estabelece o equilibrio desses propósitos e promove o consenso entre as partes envolvidas, com tudo isso, o respeito, a ética e a responsabilidade social, que são valores essenciais a qualquer gestão, são imprescindíveis para a construção de uma imagem positiva das organizações perante seus colaboradores e diferentes públicos, conquistando boa aceitação, credibilidade e atingindo as metas de mercado.

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Conclusão

Vivemos numa sociedade onde infelizmente a cultura ainda é capitalista individual, cujo fim empreendedor, é único e exclusivamente em beneficio próprio, sem ao menos se importar com as condiçoes de trabalho e segurança de seus semelhantes.

Com tudo isso, é de suma importancia que os futuros administradores tenham uma capacidade cada vez maior de gerenciar todos os departamentos de uma empresa, com mais qualidade e segurança para os colaboradores, preservando seu bem-estar social e consequentemente adquirindo um melhor aproveitamento de produção.

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Referências bibliográficas

Material Didático ( UNOPAR )

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www.viadecomunicacao.com/rpublicas acessado em 26/04/11

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