Trabalho Completo Deficiência Intelectual

Deficiência Intelectual

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Categoria: Outras

Enviado por: anapaulaalfa 20 março 2013

Palavras: 3018 | Páginas: 13

UNIDADE I

1) Diante do texto desta unidade, explique como a deficiência intelectual tem sido considerada pelos homens ao longo de sua história.

Os portadores de deficiência foram entendidos e tratados de acordo com a cultura de cada época. Em Esparta os deficientes físicos ou mentais não eram considerados dignos de viverem em sociedade, e eram eliminados ou abandonados, porque neste tempo as virtudes valorizadas eram a beleza, a força, a inteligência, a destreza e o heroísmo e isto não cabia aos deficientes.

Com o advento do cristianismo e o poder da igreja o deficiente mental era uma criatura demoníaca, na qual Deus descarregava toda sua ira pelos pecados humanos e, como a igreja proclamava a doação e a caridade para a salvação da alma, cada aldeia procurava manter um deficiente em seu convívio.

Os deficientes estavam também sujeitos à inquisição religiosa,sendo, alguns deles assassinados, como também, nessa época, separar o deficiente do convívio social era visto como caridade. Nos asilos eles tinham alimentação e moradia, livrando a sociedade do seu convívio. A crença da época era de que todos os católicos que ajudassem na exterminação de hereges entre eles o deficiente, teriam remissão dos pecados.

Em 1664, Thomaz Wills começa a romper com a visão demoníaca ou fanática quue se tinha do deficiente. Defende a possibilidade da deficiência ter como causa fatores ambientais e em 1690, John Locke afirmava que as ideias e as condutas eram produto da experiência individual.

Assim, Pessotti dizia que cabe à experiência e portanto ao ensino suprir essas carencias (de ideias), pois a mente é entendida como uma página em branco, sem qualquer ideia.

Partindo da ideia de Locke, Condllac diz que a imaginação, discernimento e memória são combinações e confrontos de sensações, e é tido como louco o indivíduo que não discerne entre sensações reais, ilusões dos sentidos e sonhos, prevalecendo a hegemonia médica sobre a teoria da deficiência. Assim, o médico é o novo árbitro do destino do deficiente.

No século XVII com a crise da burguesia, os médicos convivem com diversos tipos de distúrbios mentais e nervosos e as alterações na conduta humana têm como causa não apenas aspectos extra-naturais, mas em grande parte, sua origem está ligada a questões relativas ao meio, como por exemplo a sobrecarga de trabalho.

Nesse tempo, têm origem as casas de internação em toda Europa. Nessas casas eram internadas, mesmo a contra gosto, todas as pessoas que não haviam encontrado um lugar na sociedade. A prática mais antiga era a de recolher os loucos junto com outras minorias sociais em edifícios mantidos pelo poder público ou por grupos religiosos, sendo comum sofrerem todo tipo de repressão e tirania, conhecidas também como asilos.

Na primeira década do século XX troca-se o dogma religioso pelo médico, mantendo assim os deficientes mentais presos em suas deficiências, sem as mínimas condições de respeito como seres humanos e marginalizados do grupo cultural e educacional ao qual pertencem. São encaminhados para hospitais psiquiátricos juntamente com pessoas que apresentam doenças mentais.

Os hospitais psiquiátricos em 1800 eram destinados ao confinamento e não ao tratamento. Os deficientes viviam no abandono social. As práticas realizadas não contribuíam para que esses indivíduos pudessem aprender a enfrentar e administrar a vida em sociedade.

Acreditava-se que o tratamento moral implicaria em afastar o paciente das atitudes negativas agravantes do convício social, buscando a recuperação de sua racionalidade.

Na primeira década do século XIX, são organizadas instituições denominadas manicômios destinadas apenas a doentes mentais, usando de correntes e violência.

Atualmente, estudos mostram que não é uma doença e sim uma condição mental. Assim, o deficiente mental não manifesta incompetência generalizada, possuindo muitas capacidades e habilidades que permitem seu desenvolvimento e adequação às situações postas em seu meio físico e social.

2) Reflita e discorra sobre as palavras de Rosa Blanco: “Não podemos esperar que todas as condições existam parea começar a inclusão, porque senão nunca começaremos... a inclusão é um processo gradativo, que leva tempo, que é complexo, que tem que ser construído aos poucos. Assim, as condições fazem parte do próprio processo”.

Nosso sistema educacional não está preparado para acolher a diferença em suas salas de aula. É necessário antes, que a sociedade e as escola eduquem a si mesmas para lidar com a diferença antres de criarem técnicas ou métodos.

A sociedade espera e investe no futuro, em frutos a colher e o deficiente não faz parte desse futuro, sendo assim, é deixado pra lá. As condições culturais ainda não estão favorecendo a prática e o entendimento da inclusão, portanto é necessário que se comece a ação, o diferente precisa ser visto como normal, a educação escolar reflete a educação, a cultura da sociedade e esta precisa se acostumar com a diversidade, quebrar padrões e isso só acontecerá se houver ações concretas e não planejar demais. Se cada sala de aula tiver um aluno diferente, com o passar do tempo, essa diferença será vista como normal, que a diferença é normal, o aluno não será mais chamado de especial.

Então é necessário a sociedade acostumar, incluir na nossa cultura que ser diferente é normal.

3) O que significa dizer que o professor não deve procurar compreender o desenvolvimento do aluno deficiente partindo de uma visão organicista ou inatista, mas com um olhar dialético, não tomando a deficiência apenas como um limite e sim como uma possibilidade de superação? Comente essa afirmação, fazendo ponte com a realidade atual.

Significa que ao ensinar o professor não pode ter em mente que o aluno é deficiente (como sinônimo de incapaz) de desenvolver atividades e planejar atividades e metodologias para um deficiente. O deficiente não tem incompetência generalizada, possui capacidades e habilidades que permitem seu desenvolvimento e adequação às situações postas em seu eio físico e social. Então, o professor deve proporcionar a oportunidade do aluno se sentir inserido realmente, participando de todas as atividades comuns e normais aos outros alunos, para que participe do todo e não se sinta limitado – o professor deve ter consciência de que a participação e o envolvimento social, histórico, cultural, psíquico e afetivo é o que desenvolverá suas habilidades, o trabalho é pedagógico e não médico. O meio social é que forma o sujeito, mas vemos ainda que os deficientes são tratados diferente, atualmente as famílias estão aprendendo a colocá-los em escolas normais, visto que a convivência com todo tipo de pessoa ampliará os horizontes do deficiente, mas há aquelas que ainda preferem escolas especiais onde há apenas alunos com alguma deficiência. O ensino e os profissionais são especializados, mas as crianças são privadas do convício social, o que cria barreiras entre os deficientes, a sociedade e a cultura num todo.

Além do que, as escolas normais precisam de mais investimentos para a contratação de profissionais mis qualificados afim de um melhor trabalho com a diversidade e contribuindo para a não deficiência cultural.

4) Cite os principais fatores que contribuem para o desenvolvimento cognitivo de pessoas com necessidades espeicais, destacando o papel do coletivo nesse processo.

Ambiente estimulador, aprendizagem que for proporcionada, a inserção no meio socials, a compreensão de que apresentam diferentes condições de aprendizagem e condições pessoais.

O isolamento ou separação do deficiente só irá limitá-lo. É necessário que a comunidade aceite e entenda que a convivência do deficiente no meio social e cultural é direito deles e entender isso como normals, natural. A vivência, participação ativa na comunidade é fator imprescindível para o desenvolvimento do deficiente, criando sua história, experiências sociais e culturais, formando assim sua bagagem – como qualquer outra pessoa, deficiente ou não.

UNIDADE II

1) Com base no texto desta unidade, comente a seguinte citação:

Nenhuma diferença é, em si mesma, vantajosa ou desvantajosa do ponto de vista psicossocial. A mesma característica pode ter o sentido de vantagem ou de desvantagem dependendo de quem é o portador ou o ator e de quem são os seus 'outros', isto é, a sua audiência, assim como de outros fatores circunstanciais definidos pelo contexto no qual ocorre o encontro (OMOTE, 1994, p. 66)

A escola corre o risco quando centra sua atenção exclusivamente ao aluno e elabora um atendimento diferenciado em função de determinada deficiência, ignorando as razões dessa dificuldade e considerando apenas que suas dificuldades são determinadas interna e unicamente pela sua deficiência.

A deficiência não pode, portanto, ser compreendida apenas como algo inerente ao indivíduo, mas também produzida por um grupo social, que estabelece, segundo o autor, desvantagens a certas diferenças pessoais. Por isso, considera tanto a deficiência como a não-deficiência como partes de um mesmo tecido, as quais evidenciam ou não suas emendas, baseando -se na concepção que a desencadeou. Assim, ser diferente ou deficiente são condições que podem indicar certa incapacidade detectada, e expressam uma parte de um todo, de uma sociedade.

2) Vygostky trabalha com a noção de que a relação do homem com o mundo não é uma relação direta, mas, fundamentalmente, uma relação mediada. Explique como a mediação pode ser uma ferramenta fundamental para o processo de desenvolvimento das funções cognitivas superiores das pessoas com deficiência intelectual.

A mediação é importante porque a aprendizagem determina o nível de desenvolvimento cognitivo do sujeito. A qualidade do pensamento e do raciocínio de seus educandos dependerá dos conteúdos trabalhados pelo professor em sala de aula e este precisa ter consciência de seu papel e esteja preocupado com a qualidade de suas intervenções, especialmente no que se refere a alunos com deficiência mental, tomando o conteúdo como elemento ativo e essencial na busca de soluções para conflitos e problemas vivenciados. A medida que os alunos se apropriam desse conhecimento, seu comportamento, em princípio guiado apenas pelo biológico, passa a ser orientado por fatores sociais.

3) Para Vygostky existem dois níveis de desenvolvimento. A zona de desenvolvimento real e a zona de desenvolvimento potencial. E a distância entre ambas ele denomina de zona de desenvolvimento proximal. Cite um exemplo onde o professor atua na zona de desenvolvimento real e potencial de alunos com deficiência intelectual.

O potencial é aquele no qual o indivíduo realiza determinadas tarefas com a ajuda de outra pessoa, porém, sozinho ele ainda não é capaz. Já o nível de desenvolvimento real é aquilo que esse indivíduo já consegue realizar sozinho, ou seja, sem a necessidade de ajuda de alguém. A diferença entre esses dois níveis é a zona de desenvolvimento proximal, ou seja, uma distância metafórica entre os dois níveis.

O professor precisa estar atento ao seu desenvolvimento para auxiliá-lo nas tarefas que ainda precisa de ajuda. Precisa conhecer o que o aluno já consolidou em termos de conceitos e aprendizagens, para que possa fazer intervenções apropriadas. Aquilo que o aluno é capaz de fazer hoje com a ajuda de alguém, se for estimulado em sua zona de desenvolvimento proximal, poderá ser capaz de fazer posteriormente de forma independente.

4) Para Vygostky a linguagem é um importante instrumento no desenvolvimento cognitivo de pessoas com necessidades especiais. Explique por que.

É fundamental porque o homem assimila a linguagem e graças a ela pode assimilar a experiência do gênero humano construída através de milhares de anos. Ela possibilita a generalização, é uma das principais funções da linguagem e fonte de pensamento e também um meiop para regular o comportamento, fundamental para o desenvolvimento cognitivo. A apropriação da linguagem pela criança, possibilita que ela organize de uma nova maneira as funções psicológicas superiores, entre elas a memória, percepção e atenção. Ao internalizar formas mais complexas de reflexão sobre os objetos do mundo exterior, adquiere a capacidade de tirar conclusões das suas próprias observações, de fazer deduções, conquista todas as potencoialidades do pensamento.

5) Comente por que o professor tem um papel tão importante no processo de desenvolvimento das funções psíquicas do aluno com deficiência intelectual.

Existe uma relação entre aprendizagem de conteúdos e desenvolvimento das funções psíquicas. Aprendizado e desenvolvimento estão inter-relacionados desde o primeiro dia de vidab da criança e se organizado resulta em desenvolvimento mental e põe em movimento vários processos de desenvolvimento que de outra forma, seriam impossíveis de acontecer. Assim, o aprendizado é um aspecto necessário e universal do processo de desenvolvimento das funções psicológicas culturalmente organizadas e especificamente humanas.

UNIDADE III

1) Tomando como referência o texto dessa unidade, discorra sobre a importância dos jogos e das brincadeiras para o processo de ensino aprendizagem da criança com deficiência intelectual.

A criança com deficiência intelectual tem maiores dificuldades em assimilar conteúdos abstratos e a utilização de jogos e brincadeiras ajudam para que esse aluno desenvolva suas habilidades cognitivas e facilitam a construção do conhecimento. Os jogos e brincadeiras são estratégias metodológicas que apresentam as duas características acima citadas. Proporcionam a aprendizagem através de materiais concretos e de atividades práticas, onde a criança cria, reflete, analisa e interage com seus colegas e com o professor.

A criança deficiente intelectual embora apresente atrasos em seu desenvolvimento cognitivo e motor, também necessita de atividades lúdicas no seu dia a dia. Talvez até mais do que as outras crianças, por necessitar de muito mais estímulos para desenvolver suas habilidades cognitivas, motoras e sensoriais.

Através dos jogos e brincadeiras a criança com deficiência intelectual pode

desenvolver a imaginação, a confiança, a auto-estima, o auto-controle e a

cooperação. Os jogos e brincadeiras proporcionam o aprender fazendo, o

desenvolvimento da linguagem, o senso de companheirismo e a criatividade.

Desse modo a criança deficiente intelectual, com a ajuda do brinquedo, terá

a possibilidade de relacionar-se melhor com a sociedade na qual ela convive, já que

o brinquedo busca o desenvolvimento cognitivo e oportunidades de crescimento e

amadurecimento. Também através do jogo comprova-se a importância dos

intercâmbios afetivos e interpessoais das crianças entre elas mesmas ou com os

adultos (pais e professores).

A utilização do jogo como recurso didático pode contribuir para o aumento

das possibilidades de aprendizagem da criança com deficiência intelectual, pois

através desse recurso, ela poderá vivenciar corporalmente as situações de ensinoaprendizagem, exercendo sua criatividade e expressividade, interagindo com outras crianças, exercendo a cooperação e aprendendo em grupo.

O professor poderá possibilitar à criança com deficiência intelectual o acesso

ao conhecimento através da vivência, da troca, da experiência, propiciando uma

educação mais lúdica e significativa. Aprender pode e deve ser extremamente

agradável e motivante para a criança.

2) Explique por que o professor deve valorizar a brincadeira de faz de conta no processo educativo.

Ao contrário do que muitos pensam, a brincadeira não é um mero

passatempo. Ela ajuda no desenvolvimento das crianças, promovendo processos de

socialização e descoberta do mundo. Brincar desenvolve as habilidades da criança

de forma natural, pois brincando aprende a socializar-se com outras crianças,

desenvolve a motricidade, a mente, a criatividade, sem cobrança ou medo, mas sim

com prazer.

Os jogos e brincadeiras ao serem utilizados na prática pedagógica, transformam conteúdos maçantes em atividades interessantes e prazerosas, pois com os mesmos há motivação, disciplina e interesse pelo que está sendo ensinado.

Porém, o professor deve estar consciente de que os jogos ou brincadeiras

pedagógicas devem ser desenvolvidos como provocação a uma aprendizagem

significativa e estímulo à construção de um novo conhecimento com o desenvolvimento de novas habilidades.

Pensar na atividade lúdica enquanto um meio educacional significa pensar não apenas no jogo pelo jogo, mas no jogo como instrumento de trabalho, como meio para atingir objetivos pré-estabelecidos. O jogo pode ser útil tanto para estimular o desenvolvimento integral da criança como para trabalhar conteúdos curriculares.

O professor deve definir, previamente, seus objetivos e o espaço de tempo que o jogo irá ocupar em suas atividades. Os objetos, brinquedos ou outros materiais a serem utilizados devem também ser providenciados previamente.

Ao utilizar o lúdico no processo ensino-aprendizagem, quando o educador

tem o objetivo de desenvolver no aluno o raciocínio, a formação de conceitos sobre

os conteúdos, como também o desenvolvimento da linguagem, deve ter o cuidado

de utilizar jogos adequados e que consigam atingir os objetivos propostos.

E o professor que assume uma postura metodológica pautada no lúdico deverá

organizar o seu trabalho de forma a estimular ao máximo o desenvolvimento das

habilidades do seu aluno, estando sempre ao seu lado, participando, mediando e

orientando-o nas atividades realizadas com o brinquedo.

3) Como normalmente o professor compreende o trabalho com o lúdico nas salas de educação infantil e fundamental? Qual é o seu posicionamento?

O que se observa nas escolas, de forma geral, é a pouca utilização do lúdico, expressa nos jogos e nas brincadeiras, para desenvolver os conteúdos curriculares. Os professores não tem conhecimento necessário da importância desta ferramenta de ensino ou, não tem tempo para planejar atividades lúdicas ou não quer perder tempo com isso, devido ao extenso conteúdo que precisa cumprir durante o ano letivo. É compreensível, porém acredito que se todos os professores tivessem um conhecimento maior sobre a importância e o que se pode conseguir com o lúdico, dariam mais espaço a essa metodologia. Eu concordo que em alguns casos é realmente difícil incluir o lúdico nas práticas de sala de aula, por exemplo, uma classe com 40 alunos, conteúdo atrasado, mas de repente, se o professor tentasse elaborar uma brincadeira ou um jogo com o objetivo do conteúdo para auxiliar na aprendizagem, poderia até ganhar tempo. E como cada aluno é diferente de outro, sempre há aquele que precisa se desenvolver mais nisto ou aquilo e como vimos, o lúdico auxilia em diversos aspectos.

4) Sabemos que o lúdico em muito contribui para a aquisição da aprendizagem e consequentemente para o desenvolvimento do educando. Pesquise e escreva duas brincadeiras que podem ser desenvolvidas com alunos com deficiência mental na Educação infantil ou séries iniciais do fundamental. Especifique qual as contribuições das brincadeiras citadas para o desenvolvimento psíquico do educando.

COORDENAÇÃO MOTORA

BOLICHE DE LATAS

Estimula:

Motricidade, coordenação motora

ampla, coordenação viso-motora, arremesso

ao alvo, controle de força e direção.

Descrição:

Bolas de meia feitas com algumas meias juntas, que são enfiadas no fundo

de uma meia comprida. Para arrematar, torcer e desvirar o cano da perna da meia

Nylse Helena Silva Cunha: Criar para brincar

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várias vezes, recobrindo a bola para, posteriormente, costura-la. Latas vazias, do

mesmo tamanho, com números colados.

Possibilidades de exploração:

-Empilhar as latas fazendo um castelo.

-Jogar como boliche: cada jogador arremessa três bolas, tentando derrubar

todas as latas.

-Contar os pontos de acordo com os números escritos nas latas derrubadas.

-Vence o jogo quem tiver feito mais pontos.

PERCEPÇÃO VISUAL

COMPLETANDO A CASA

Estimula:

Motricidade, discriminação visual,

comparação de formas e de tamanhos,

habilidade manual.

Descrição:

Pedaço de cartão coberto com feltro, no qual foi costurado o desenho de

uma casa, com botões nos lugares onde devem ser abotoadas as partes que estão

faltando. Essas partes são de feltro também e contêm pequenos cortes que são as

casas que deverão ser abotoadas nos lugares correspondentes.

Exploração:

-Desabotoar as partes avulsas da casa.

-Verificar as formas que estão desenhadas na casa e procurar as peças

correspondentes para abotoar.

Fonte: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2444-6.pdf