Trabalho Completo Plano Diretor

Plano Diretor

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Categoria: Biologia e Medicina

Enviado por: Jeferson 01 dezembro 2011

Palavras: 4052 | Páginas: 17

...

mpo de Jubarte Rev. 00

2.18. Portaria do Ministério dos Transportes nº 204, de 20/5/97 - Instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos; 2.19. Resolução CONAMA 005/93, de de 05/08/93 - Trata de Resíduos de Serviço de Saúde, Portos, Aeroportos e Terminais; 2.20. Resolução CONAMA 257/99, de 30/6/99 - Dispõe sobre o uso de pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessárias ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletro-eletrônicos que as contenham integradas em sua estrutura de forma não substituível, e dá outras providências. 3. DEFINIÇÕES 3.1. ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO: Estocagem temporária de resíduos para reuso, reciclagem, recuperação, tratamento ou disposição final adequada. 3.2. BORRA OLEOSA OU RESÍDUO OLEOSO: Resíduo constituído pela mistura de óleo, sólidos e água, com eventual presença de outros contaminantes. Dentro desta definição enquadramse: - Areia e terra oleosa: Resíduo oleoso, pastoso ou sólido, constituído geralmente de mistura de óleo com terra ou areia. Normalmente é gerado nos casos de vazamento de óleo; Borra oleosa limpa: Emulsão oleosa líquida, pastosa ou sólida e isenta de sólidos grosseiros como carepa de ferrugem, areia, terra e outros. Normalmente é gerada na limpeza de tanques de petróleo e derivados, dessalgadoras e outros equipamentos; Borra oleosa suja: Emulsão oleosa líquida, pastosa ou sólida e que contém sólidos grosseiros como carepa de ferrugem, areia, terra e outros. Normalmente é gerada quando da limpeza de canaletas de águas oleosas, separadores de água e óleo e tanques de petróleo e seus derivados.

-

3.3. COLETA: Operação de recolhimento, segregação e preparação para o transporte. 3.4. DISPOSIÇÃO FINAL: Disposição ou destino definitivo de resíduos, de forma adequada e observando a legislação e normas específicas. 3.5. FICHA DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS (FDR): Componente do SGR utilizado para armazenar informações sobre as destinações (disposições) de resíduos classe I e II gerados na UNES, sendo que este sistema gera um registro que acompanha o transporte externo e destinação final dos referidos resíduos. 3.6. FICHA DE GERAÇÃO DE RESÍDUOS (FGR): Componente do SGR utilizado para armazenar informações sobre os resíduos gerados na UN-ES. 3.7. FONTE GERADORA: Atividade que gerou o resíduo.

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3.8. LIXO OLEOSO: Resíduo oleoso constituído, normalmente, de sólidos contaminados com óleo tais como: palha, estopa e trapos, restos de vegetação, pedras e cascalhos, serragem e absorventes, embalagens e outros. 3.9. PREVENÇÃO DE POLUIÇÃO: uso de processos, práticas, materiais ou produtos que evitem, reduzam ou controlem a poluição, os quais podem incluir reciclagem, tratamento, mudanças no processo, mecanismos de controle, uso eficiente de recursos e substituição de materiais. 3.10. RECICLAGEM: Processo pelo qual, em vez de ser descartado, o material ou resíduo é coletado, reprocessado ou remanufaturado e reusado em outro processo. 3.11. RECUPERAÇÃO: Reaproveitamento de resíduos ou de alguns dos seus componentes como insumo de outros processos para uso posterior ou comercialização. 3.12. RESÍDUO: Material resultante das atividades industriais, comerciais, hospitalares, administrativas, agrícolas e domésticas que não podem ser classificadas como produtos. 3.13. RESÍDUO CLASSE I - Tóxicos ou perigosos: Aqueles que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas podem: a) apresentar riscos à saúde pública, provocando ou contribuindo, de forma significativa para um aumento de mortalidade ou incidência de doenças; b) apresentar riscos ao meio ambiente, quando manuseados ou dispostos de forma inadequada; c) ser inflamáveis, corrosivos, reativos, tóxicos ou patogênicos, conforme definido na norma ABNT NBR 10.004. 3.14. RESÍDUO CLASSE II - Não-Inertes: Aqueles que tem propriedades tais como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água, conforme ABNT NBR 10.004. 3.15. RESÍDUO CLASSE III - Inertes: Aqueles que quando amostrados de forma representativa, conforme norma ABNT NBR 10.007, e submetidos a um contato estático ou dinâmico com água destilada ou deionizada, à temperatura ambiente, conforme teste de solubilidade da norma ABNT 10.006, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, segundo norma ABNT NRB 10.004, excetuando-se os padrões de aspecto, cor, turbidez e sabor. 3.16. RESÍDUO RADIOATIVO: Material radioativo ou contaminado com radionuclídeos, em quantidades superiores aos limites estabelecidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN. 3.17. REUSO: Uso de um produto ou material mais de uma vez na sua forma original e para o mesmo propósito. 3.18. SGR: Sistema de Gerenciamento de Resíduos. Este sistema é administrado pelo SMS.

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3.19. TRANSPORTE FINAL: Movimentação ou transferência de resíduos até o local de tratamento ou disposição final, através das modalidades rodoviária, ferroviária, aeroviária, marítima, fluvial ou através de dutos. 3.20. TRANSPORTE INICIAL: Movimentação ou transferência de resíduos entre a fonte geradora e o local de armazenamento temporário, através das modalidades rodoviária, ferroviária, aeroviária, marítima, fluvial ou através de dutos. 3.21. TRATAMENTO: Processos e operações aos quais os resíduos são submetidos com o objetivo de eliminar ou atenuar seu potencial perigoso e/ou poluidor. 4. DISPOSIÇÕES GERAIS Os resíduos gerados pela UN-ES acham-se listados no Anexo A. Estão subdivididos em grupos, cada grupo com características próprias de armazenamento e disposição final. O ciclo de (reutilização) vida do resíduo pode ser sintetizado na seqüência:

geração => coleta => =>transporte => armazenamento => disposição final 5. COLETA SELETIVA, ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO, TRANSPORTE E DISPOSIÇÃO FINAL A UN-ES segrega seus resíduos obedecendo a uma classificação própria, a qual leva em conta critérios operacionais, ambientais e legais. Para tanto, os resíduos são classificados dentro de grupos (Anexo A). Visando a sistematização do fluxo de produção, aumento na quantidade de material reciclável e redução na de material descartável, deve-se proceder à coleta como segue: 5.1. Coleta Seletiva e Armazenamento Temporário A coleta de qualquer resíduo gerado é de responsabilidade da gerência que gerou o resíduo. Caso as fontes geradoras de resíduos sejam atividades executadas por contratadas nas instalações da UNES, as atribuições e responsabilidades deverão estar previstas em instrumento contratual. As exceções ficam por conta da coleta de resíduos gerados na Sede da UN-ES (Campus da UFES) e na Sede da UN-ES/ATP-NC (escritório de São Mateus). Na primeira, a coleta de resíduos é de responsabilidade da Gerência Setorial de Transporte e Serviços Gerais (UN-ES/STO/TSG); na segunda, a coleta dos resíduos recicláveis e descartáveis é de responsabilidade do suporte administrativo do Ativo de Produção Norte Capixaba (UN-ES/ATP-NC). Na Sede da UN-ES, a coleta de cartuchos/toners de impressoras/plotters é de responsabilidade da Gerência de Tecnologia da Informação e Documentação Técnica (UN-ES/STO/TIDT).

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5.1.1. Resíduos recicláveis Os resíduos sólidos, cuja destinação final seja a reciclagem (Grupo I), deverão ser coletados respeitando-se coleta seletiva. A coleta seletiva será realizada através de recipientes apropriados e identificados através de cores e cartazes/rótulos. Na coleta seletiva não serão considerados os resíduos ESPECIAIS. As cores a serem utilizadas nos recipientes são: COR amarela RESÍDUOS Metais (latas de refrigerantes, embalagens de marmitex de alumínio - sem resto de alimento, clips, fios de cobre, grampos, pequenos pedaços de metais, e outros) Papéis (jornais, revistas, cadernos, agendas, formulários de computador, fotocópias, envelopes, cartazes, sacaria de papel, entre outros) Vidros (garrafas, copos, pratos, vidraria de laboratório não contaminada, lâmpadas incandescentes, fibras de vidro, vidros diversos) Plásticos (garrafas "pet" de refrigerante, embalagens plásticas diversas, capacetes - deverão ser inutilizados antes do descarte, baldes plásticos, tampas plásticas e protetores de tubos, copos e garrafas descartáveis)

azul

verde

vermelha

Opcionalmente, em adição a estes tipos de resíduos, poderão ser coletados seletivamente os resíduos orgânicos, para tanto utilizando-se de recipientes de cor branca ou cinza. Para as plataformas marítimas será permitido o uso de "bags", desde que seja facilmente possível identificar o resíduo nele contido como reciclável. Deverão, após coletados, ter como disposição final a área de alguma usina de reciclagem de lixo ou equivalente. Como exemplos, tem-se as áreas do Grupo Pró-Reciclagem do Lixo e do Projeto Araçá, ambas em São Mateus. Os resíduos ESPECIAIS deverão ser acondicionados adequadamente e armazenados de forma segregada em área da UN-ES/ATP-NC/SAO, obedecidas as normas ambientais e de saúde pública pertinentes, bem como as recomendações definidas pelos fabricantes ou importadores. As lâmpadas devem ser armazenadas intactas (não quebradas). Os resíduos deverão ser armazenados de forma que resíduos de diferentes tipos fiquem separados uns dos outros. 5.1.2. Resíduos descartáveis Os resíduos dos Grupos II e III deverão estar contidos em contêineres, tambores, tanques e/ou a granel, obedecidas as condições estabelecidas na norma técnica ABNT NBR 12235. Os resíduos do Grupo IV deverão ser armazenados temporariamente em tambores. Tanto os resíduos do Grupo II como do Grupo IV são armazenados temporariamente nas áreas de resíduos das OP.

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Os resíduos do Grupo V terão sua coleta e armazenamento temporário definido por cada gerência setorial. Os resíduos do Grupo VII deverão ser coletados e armazenados temporariamente obedecendo-se aos requisitos legais, particularmente a Resolução CONAMA 05/93 e a Lei nº 5.086, do Município de Vitória. 5.2. Transporte O transporte de qualquer resíduo gerado é de responsabilidade da gerência que gerou o resíduo. Caso as fontes geradoras de resíduos sejam atividades executadas por contratadas nas instalações da UN-ES, as atribuições e responsabilidades deverão estar previstas em instrumento contratual. As exceções quanto à responsabilidade na coleta e transporte de resíduos são as seguintes: para resíduos gerados na Sede da UN-ES (Campus da UFES), a responsabilidade é da Gerência Setorial de Transporte e Serviços Gerais (UN-ES/STO/TSG); para os gerados na Sede da UN-ES/ATP-NC (escritório de São Mateus), a responsabilidade na coleta e transporte dos resíduos recicláveis é de responsabilidade do suporte administrativo do Ativo de Produção Norte Capixaba (UN-ES/ATPNC). Na Sede da UN-ES, o transporte de cartuchos/toners de impressoras/plotters é de responsabilidade da Gerência de Tecnologia da Informação e Documentação Técnica (UN-ES/STO/TIDT). Todos os resíduos deverão, quando em transporte, estar devidamente caracterizados na ficha de Autorização de Saída e Transporte de Material (ASTM), ou qualquer outro documento que venha a substituí-la. No caso particular de transporte final, ver observação no item 6.2, quanto ao preenchimento da FDR. O recebimento dos resíduos líquidos e sólidos, em transporte inicial, só poderão ser aceitos se acompanhados da (ASTM), ou qualquer outro documento que venha a substituí-la. 5.3. Disposição Final As seguintes formas de disposição final devem ser utilizadas: Grupo I: Reciclagem; Grupo II: Encapsulamento por argila em manutenção de estradas; Grupo III: Leilão (preencher ficha do Anexo B); Grupo IV e qualquer outro material contaminado por óleo: incineração ou disposição em aterro industrial; Grupo V: Aterro municipal; Grupo VI: Incorporação ao processo produtivo. Grupo VII: Resíduos ambulatoriais deverão ser dispostos conforme o padrão PG-26-0039 Grupo VIII: Outros resíduos deverão ser dispostos conforme explicitado no Anexo A

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6.

GERENCIAMENTO

DE

RESÍDUOS

ATRAVÉS

DO

SGR

Os resíduos pertencentes às classes I e II da NBR 10004 (resíduos perigosos e não perigosos não inertes, respectivamente) terão sua geração, transporte final e disposição final gerenciados via aplicativo SGR, desenvolvido em ambiente Notes. Enquadram-se nesta situação os resíduos que, seguindo-se a classificação do Anexo A, pertencem ao Grupo II, ou ao Grupo IV, ou ao Grupo VII ou aos especiais do Grupo I. 6.1. GERAÇÃO, COLETA E QUANTIFICAÇÃO DO RESÍDUO (CLASSES I E II) Na etapa de geração dos resíduos deverão ser cadastrados, pelo órgão gerador, os seguintes dados na Ficha de Gerenciamento de Resíduos (FGR):

Campo 1 2 3 Nome Número Data Autor Descrição Número seqüencial da FGR Data de preenchimento da FGR. Responsável atual pela FGR. Aquele que pode editar o documento Órgão responsável pela fonte geradora Local da geração do resíduo Número da ASTM relativa ao resíduo Tipo de resíduo gerado Peso total estimado em kg Envio de mensagem aos SMS Formato Preenchido pelo sistema Preenchido pelo sistema Preenchido pelo sistema

4 5 6 7 8 9

Órgão gerador Local Número da ASTM (*) Tipo de Resíduo Peso estimado em kg Encaminhamento do resíduo

Preenchido por tabela Preenchido por tabela nnnnnn / aaaa Preenchido por tabela Campo numérico (no máximo 7 algarismos) Enviado automaticamente pelo sistema em caso de resíduo classe I e II

(*) Quando pertinente. 6.2. TRANSPORTE E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS (CLASSES I E II) Caso o resíduo gerado pela UN-ES seja classe I ou II, deverá ser aberto um novo documento (FDR) no SGR, pela gerência setorial que estiver responsável pelo armazenamento temporário do mesmo, quando esta se decidir pelo transporte final para disposição. Este documento, a FDR, deverá ser preenchido conforme a seguir.

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Campo 1 2

Nome Número Responsável atual

3 4 5

Resíduo Peso Estado físico

6

Firma geradora

7 8

Firma transportadora Firma receptora

9

Impressão da FDR

10

Arquivamento da FDR

Descrição Formato Número seqüencial da FDR Preenchido pelo sistema Responsável atual pela FDR. Preenchido pelo sistema Aquele que pode editar o documento Tipo de resíduo gerado Preenchido por tabela Peso em kg Campo numérico Qual o estado do resíduo: Preenchido por tabela sólido, semi-sólido, ou líquido Qual a firma responsável Preenchido por tabela pela geração dos resíduos (Petrobras ou contratada) Qual a firma responsável Preenchido por tabela pelo transporte dos resíduos Qual a firma responsável Preenchido por tabela pelo recebimento dos resíduos A FDR será impressa para Impresso automaticamente acompanhar o resíduo até o pelo sistema local da destinação final A FDR, após retornar da Arquivamento físico pela firma receptora, será gerência que emitiu a FDR arquivada.

No caso de envio de resíduos classe I e II para terceiros, além do controle através da FDR, a gerência que emitiu a FDR deve solicitar um certificado de recebimento e de tratamento e/ou disposição final dos resíduos. A Gerência da UN-ES/SMS deverá solicitar à empresa receptora do resíduo cópia do documento de credenciamento por órgão ambiental local. OBS: Não será aberta FDR para resíduos de responsabilidade de empresas contratadas.

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6.3. CADASTRO DE RESÍDUOS A Gerência da UN-ES/SMS deverá preencher no SGR o cadastro de caracterização dos resíduos, conforme abaixo:

Campo 1 1 2 3 Descrição Formato Código do resíduo Preenchido pelo sistema Descrição do tipo de resíduo Preenchido por tabela Descrição do estado físico Preenchido por tabela Classe do resíduo conforme Preenchido por tabela estabelecido na ABNT NBR 10.004 Tratamento / disposição final Descrição das opções de Preenchido por tabela. Aceita tratamento/ disposição final mais de um valor do resíduo Ficha de emergência Ficha de emergência do Campo de texto rico resíduo Observações Observações adicionais a Campo de texto rico respeito do resíduo Nome Código Resíduo Estado físico Classe NBR 10.004

4

5 6

7. IDENTIFICAÇÃO, ELIMINAÇÃO, REDUÇÃO E REUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS

Todos os resíduos listados no Anexo A são passíveis de serem gerados em quantidades cada vez menores, e alguns deles podem mesmo deixar de serem gerados. Todos devem trabalhar visando sempre, nesta ordem, a) eliminar a geração, b) diminuir a geração e c) reutilizar o resíduo. Antes de considerar um material como resíduo, deve-se verificar a possibilidade de reutilizá-lo: entulho, madeira, luvas, botas, embalagens de produtos químicos, tambores metálicos e outros materiais são passíveis de reutilização. No caso de geração de um resíduo não relacionado no Anexo A (resíduo novo), oriundo de novos processos, de novas embalagens e outras fontes, a responsabilidade de comunicação com o SMS é da gerência onde o mesmo está sendo gerado. Deverá ser feito por escrito para que seja incluído na lista de resíduos, e discutido como será armazenado até a disposição final. No caso de embalagens e tambores, deve-se procurar descontaminá-los sempre que possível, na origem, e utilizá-los internamente. No caso de produtos tidos como de menor periculosidade, pode-se adotar a tríplice lavagem, na qual os produtos remanescentes na embalagem são diluídos em água, a qual é enxaguada e o resultado da lavagem é utilizado no próprio processo. Repete-se o processo mais duas vezes. As embalagens que não puderem ser descontaminadas, devido à característica de periculosidade dos produtos químicos que continham, deverão ser acondicionadas em tambores/"bags", identificados como "de risco para saúde humana" e encaminhadas à UN-ES/ATP-NC/SAO, que as acondicionará

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em local controlado, incumbindo um responsável por não permitir a saída de qualquer embalagem ali armazenada. Estas embalagens deverão ser segregadas e armazenadas em lotes por tipo/fabricante do produto químico, e ao realizar-se licitação para reposição do estoque ou mesmo para a compra de produtos novos ainda não utilizados pela Petrobras, deve-se fazer constar no contrato de compra que os fornecedores dos mesmos serão responsáveis pelo recolhimento das embalagens, assim procedendo a partir da comunicação da Petrobras. O controle das embalagens a serem devolvidas ao fornecedor será realizado conforme modelo de ficha constante do Anexo C, contendo registro do tipo de embalagem, produto químico que continha, data de recebimento pelo SAO, data de recolhimento junto ao setor de geração e armazenagem intermediária da embalagem já utilizada, data e visto da pessoa da empresa fornecedora do produto químico, no ato da retirada da embalagem das dependências da Petrobras na Sede da UN-ES/ATP-NC, em São Mateus.

8. REGISTROS

Os dados das fichas constituem registros de SMS, devendo ser arquivados na forma do PG-26-0019 (Controle de Registros do Sistema de SMS).

9. ANEXOS

ANEXO A GRUPO I - RESÍDUOS RECICLÁVEIS NÃO CONTAMINADOS COM ÓLEO METAIS - Clips - Embalagens de marmitex (quentinhas) de alumínio - sem resto de alimento - Fios de cobre - Grampos - Latas de refrigerantes/cerveja/etc - Pequenos pedaços de metais - Outros PAPÉIS - Agendas - Cadernos - Cartazes - Envelopes - Formulários de computador - Fotocópias - Jornais - Revistas - Sacarias de papel em geral - Outros

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VIDROS - Copos - Fibras de vidro - Garrafas - Lâmpadas incandescentes - Pratos - Vidraria de laboratório não contaminada - Vidros diversos PLÁSTICOS - Baldes - Capacetes - deverão ser inutilizados antes do descarte, - Copos - Embalagens plásticas diversas - Garrafas descartáveis (inclui garrafas "pet" de refrigerante) - Protetores de tubos - Tampas plásticas - Outros plásticos ESPECIAIS - Baterias contendo chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos - Lâmpadas fluorescentes - Lâmpadas vapor mercúrio - Lâmpadas vapor sódio - Pilhas contendo chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos GRUPO II - RESÍDUOS PARA INCORPORAÇÃO (DESCARTÁVEIS) - Areia oleosa - Borra oleosa - solo contaminado com óleo. - Borra oleosa de limpeza de tanque. - Parafina de limpeza de tubos - Resíduos de antracito + areia de filtro. - Resíduos de limpeza de caixa API. GRUPO III - RESÍDUOS PARA LEILÃO (DESCARTÁVEIS) - Bombonas/embalagens de produtos químicos (ESPECIAL) - Cabos de fibra plástica (polipropileno). - Caixas plásticas de armazenagem de amostras. - Lataria em geral. - Mangotes e outras sucatas de borracha. - Pneus. - Sucata de manutenção elétrica. - Sucata formada pelo descarte de painéis solares. - Sucata metálica. - Tambor metálico - Carcaças de filtros - Máscaras respiratórias individuais - Cartucho de impressora. - Toner de xerox/impressora

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GRUPO IV - RESÍDUOS contaminados por óleo (DESCARTÁVEIS por Incineração ou Disposição em Aterro Industrial) - Luvas/sapatos/botas/roupas (contaminadas com óleo) - Filtros de óleo - Filtros glicol (tratamento água) - Folhagens contaminadas com óleo - Garrafas plásticas de amostragem de óleo - Gaxeta de poços - "Pigs" gastos na limpeza de tubos - Roupas aluminizadas - Pincel / rolo / lixa usados em pintura - Papelão grafitado. - Capacete impregnado com óleo - Silicato de cálcio, de alumínio - Espuma de polietileno - Trapo contaminado com óleo GRUPO V - RESÍDUOS PARA DESCARTE EM ATERRO MUNICIPAL - Botas/sapatos - Entulhos de obras. - Isopor de embalagem - Madeira - Rede de sisal do heliporto/corda de sisal - Porcelanas de isoladores elétricos GRUPO VI - RESÍDUOS INCORPORADOS AO PROCESSO PRODUTIVO - Água oleosa - caixa API/SAMP/caixa coletora. - Efluente de laboratório, restos de óleo amostrado e reagentes líquidos com prazo de validade vencido. - Fluido de completação. - Óleo lubrificante. - Querosene de lavagem - Resíduo oleoso coletado em Separador água/óleo - Parafinas GRUPO VII - RESÍDUOS AMBULATORIAIS - Resíduo hospitalar - Resíduos químicos de controle de insetos e ratos. - Seringas usadas GRUPO VIII - OUTROS RESÍDUOS - Fluido de perfuração com cascalho- disposição no dique de lama do poço em fase de perfuração. - Papel higiênico- descarte direto no vaso sanitário - Restos de alimentação- descarte em valas abertas e enterradas

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- Lodo de fossa séptica- descarte através de caminhão sugador de serviços contratados Obs. Não utilizar o carro vácuo para esse serviço e nem incorporar esse resíduo no sistema produtivo

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ANEXO B

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ANEXO C Ficha de Controle de Embalagens

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REV. 0 A B C D E F G H

Data

SUMÁRIO DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU ITENS ATINGIDOS Emissão Original

11/10/2001 Adequação a nova estrutura do EP-es para UN-es, mantendo a coerência com os demais padrões de sistema. A revisão terá caráter de adequação a nova estrutura. Uma revisão mais profunda será realizada posteriormente. Quando a proposta de revisão esteja terminada, enviar ao gestor para revisão em conjunto com o grupo SMS

Documentos Complementares: Lista de Distribuição: Eletrônica: UN-ES/CE, UN-ES/ATP-NC/SMS, UN-ES/JRD, UN-ES/RH/DRH, UN-ES/RH/ARH, UNES/ATEX/AAG, UN-ES/STO/TIDT, UN-ES/ATP-NC/ISUP, UN-ES/ATEX/ABIG, UNES/ATEX/LG, UN-ES/STO, UN-ES/ATP-NC/OM, UN-ES/ATP-NC/SAO, UN-ES/ATPNC/PDCP, UN-ES/ATP-NC/IP, UN-ES/ATEX/PS, UN-ES/CF, UN-ES/ATP-NC, UN-ES/RH, UNES/ATP-NC/RES, UN-ES/STO/CNTR, UN-ES/ATEX, UN-ES, UN-ES/ATP-NC/OP-FZC, UNES/ATP-NC/OP-LP, UN-ES/ATP-NC/OP-SM

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Impressa: Deve-se dar prioridade à consulta a padrões através do SINPEP, evitando a sua impressão Destinatários 01 - UN-ES/ATEX/AAG SC-77 02 - UN-ES/ATEX/AAG SC-109 03 - UN-ES/ATEX/AAG NS-20 04 - UN-ES/ATEX/AAG SEPE-01 05 - UN-ES/ATEX/AAG UNAP-5 06 - UN-ES/ATEX/AAG Gerência 07 - UN-ES/ATP-NC/OSP SC-77 08 - UN-ES/ATP-NC/OP-LP Sala da Gerência 09 - UN-ES/ATP-NC/OP-LP Sala de Operação de Lagoa Parda 10 - UN-ES/ATP-NC/OP-LP Sala da UPGN 11 - UN-ES/ATP-NC/OSP SC-109 12 - VAGO 13 - VAGO 14 - VAGO 15 - VAGO 16 - VAGO 17 – VAGO Funcionários Treinados neste Padrão:

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