Trabalho Completo Preconceito Racial Na Sala De Aula

Preconceito Racial Na Sala De Aula

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Categoria: História

Enviado por: Paulo 28 dezembro 2011

Palavras: 3204 | Páginas: 13

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ntidade negra. Muitas vezes de maneira disfarçada ou nem tanto. Se fosse feito uma reflexão sobre a nossa história, onde o negro brasileiro se encontra hoje na sociedade atual. Será que realmente existem condições iguais para negros e brancos. A população negra do Brasil é quase que a metade de toda a população brasileira, e por que será que existe tanta disparidade entre negros e brancos.

Os negros foram arrancados de seu continente, e jogado aqui no Brasil, para trabalharem como escravos, como se fossem animais, sem história, sem passado. Os traficantes de negros não se importaram se tinham ou não família. Eles eram caçados e capturados e jogados no porão dos navios chamados “Negreiros”. Muitos não resistiam à viagem e morriam pelo caminho, porem os que tinham a sorte ou azar de sobreviver tinha uma realidade muito triste. Eram forçados a trabalhar de sol a sol, sem direito a nada.

Passaram mais de cem anos do fim da escravidão no Brasil, porem a sequelas deixadas pela escravidão foi muito profundo e ainda sangra na história de nosso país. O sangue derramado pelos negros construíram a história deste país. Porem a eles não é dado nenhum papel de destaque e muito menos de heróis.

As crianças negras e brancas e de outras etnias, só conhecem a historia dos negros a partir da escravidão. Muitas acreditam que o negro só passou a existir a partir do momento que foram escravizados e forçados a trabalhar aqui no Brasil. Não sabe quanto é tão rica a história cultura do povo, africano. O herói negro que a criança conhece é o “Zumbi”, mas que gostaria de ser comparado a um zumbi que anda vagando pela noite assustando as pessoas.

Lopes (2005, P.102) diz “Geralmente, quando personagens negros entram nas histórias aparecem vinculados à escravidão”.

O resgate da história do negro, e um resgate a própria história da formação da sociedade brasileira. A importância de se trabalhar em sala de aula este tema irá desmistificar e valorizar a cultura negra, com isto os próprios negros passarão a se aceitar mais, ou seja, a valorização da identidade negra e importante para reconstruir a identidade do povo negro com vista a seu crescimento.

TEMA: Preconceito Racial na Sala de Aula

PROBLEMATIZAÇÃO:

Como desconstruir o preconceito racial com a etnia negra na escola e reconstruir identidades em relação a criança de etnia negra na educação infantil e séries iniciais?

OBJETIVO GERAL

Analisar como é trabalhada a questão do racismo na educação infantil e séries iniciais entre professores e alunos e entre os próprios alunos.

OBJETIVO ESPECÍFICO

* Verificar a existência do racismo no Brasil e a necessidade de valorização e respeito aos negros e à cultura africana.

* Conhecer como é trabalhado em sala de aula as questões relacionadas ao preconceito entre o negro e os brancos.

* Caracterizar a identidade da criança negra frente a sua cultura e a de seus antepassados como resgate e valorização de sua história, com vista a sua auto-afirmação.

JUSTIFICATIVA

Nossa sociedade é preconceituosa em sua essência, pois o preconceito está enraizado, e transcende a nossa própria história. Nossa sociedade é esculpida por vários tipos de preconceito, mas o racial é o que afeta um maior numero de pessoas, e mesmo após mais de século continua excluindo o negro, de vários setores de nossa sociedade.

O preconceito racial contra o negro teve inicio aqui no Brasil com o tráfico destes da África, pelos portugueses para trabalharem nas lavouras cafeeiras e se perdura até hoje, muitas vezes de maneira mascarada.

Há pessoas que dizem que não existe preconceito racial em nosso país, e que o próprio negro é racista, mas há um grande equivoco em tudo isso, pois o preconceito racial do branco contra o negro está presente em todas as esferas da sociedade. Mudar um estigma histórico não é nada fácil, e o negro não é preconceituoso ele é vitima do próprio sistema.

Segundo Lucimara Rosa Dias, o fato de não se aceitar com negro e chamado de introjeção do preconceito racial, isto é, a pessoa negra, aceita a idéia de inferioridade atribuída a sua condição racial e para livrar-se disso nega-se como negro.

Este projeto de pesquisa tem como intuito aprofundar o assunto relacionado ao preconceito racial dentro da sala de aula, pois na maioria das vezes é na escola que as crianças começam a ter os primeiros contatos com ações preconceituosas, pois estás servem ao sistema dominante. Exemplo disto são os livros didáticos que priorizam a cultura do branco.

Para Ana Celia da silva, a presença da população negra nos livros didáticos é mascarada, pelo estereotipo caricatura, ou seja, a criança negra é ilustrada e descrita através de estereótipos inferiorizantes e excluída do processo de comunicação, uma vez que o autor se dirige apenas ao público majoritário nele constituído por crianças brancas de classe média.

A pequena quantidade de alunos negros nas salas de aula e resultado na realidade das desigualdades praticadas pelas instituições escolares e pelo próprio processo de seu desenvolvimento educacional, pois também a prática seletiva da escola, seleciona sobre as diferenças raciais e sociais provocando não só a exclusão dos alunos negros pobres, mas também dos portadores de necessidades especiais e outros.

REFERENCIAL TEÓRICO

A partir deste momento apresentam-se as referencias teórico que fundamento este projeto de pesquisa, cuja temática gira em torno do preconceito racial dentro da sala de aula e suas implicações, onde comprometem a autoestima da criança negra levando e muitas vezes levam a exclusão desta não só da sala de aula, mas também da sociedade.

A seguir explicam-se alguns conceitos chaves que fundamentaram este projeto de pesquisa.

PRECONCEITO RACIAL

O que é preconceito? Segundo dicionário LUFT, é um juízo antecipado, sem fundamento, prevenção, ou seja, o preconceito surge a partir do não conhecimento, do assunto ou questão relacionada.

O preconceito racial surgiu aqui no Brasil, com a vinda dos escravos da África, ao chegarem aqui eles eram vendidos como animais aos senhores de engenhos sem direito a nada e não podiam se rebelar, pois caso isto acontece eram castigados. A escravidão no Brasil durou cerca de 300 anos.

Após inúmeras revoltas e manifestações dos negros e abolicionistas e acima de tudo com a pressão da Inglaterra a escravidão foi abolida. Em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a lei Áurea dando fim à escravidão no Brasil. Porem isto aconteceu só no papel, pois os negros que foram libertos não tinham aquém recorrer e foram jogado a própria sorte. Além de que não poderiam retornar a seus países e de origem já que tinha um oceano que os separavam de seu continente e ainda pior eles foram trazido de várias partes do continente africano, assim não tinham a menor possibilidade de reencontrar seus familiares.

Como já foi citada acima a condição de libertos não alterou em nada a situação social e econômica dos negros, já que estes continuaram a viver na miséria e sendo discriminados.

Chegarmos ao século 21 continua-se vendo cenas rotineiras de racismo e o pior é que se acaba acostumando, e muitas vezes praticando-se atos preconceituosos ou os negros acabam-se discriminados e acham normal. Quantas vezes dentro das escolas, na sala de aulas os professores veem cenas de racismo e acomodam-se por não saberem lidar com a situação, ou até mesmo muitas vezes eles próprios comentem atos preconceituosos e dizem que não são racistas.

Um olhar atento sobre a realidade do povo brasileiro mostra uma sociedade multirracial e pluriétnica que faz de conta que o racismo, o preconceito e a discriminação não existem. No entanto, afloram a todo o momento, ora de modo velado, ora escancarado, e estão presentes na vida diária. (LOPES, 2005, P.186)

Presenciei dias atrás de um encontro que reuniu as escolas de comunidades remanescentes de quilombolas, e ficou bem explicito que mesmo as pessoas responsáveis pela educação da cidade cometem atos preconceituosos e acreditam estar valorizando a cultura negra, pois este encontro foi fechado restrito a estás comunidade.

O resgate da memória coletiva e da história da comunidade negra não interessa apenas aos alunos de ascendência negra. Interessa também aos alunos de outras ascendências étnicas, principalmente branca, pois ao receber uma educação envenenada pelo preconceito, eles também tiveram suas estruturas psíquicas afetadas. (MUGANGA, 2005, P.16).

ETNIAS NEGRAS

A população negra de nosso país e comportas por várias etnias africanas, pois os escravos que foram trazidos da África para o Brasil, não foram de um local especifico, mas de várias partes do continente africano. As etnias que vieram para cá foram os sudaneses, e bantos. Os sudaneses eram os iorubas, os gêges, os minas e os fanti. E os bantos eram os angolas, os benguelas, os congos e os moçambiques. Nenhuma etnia na África vivia igual, tinham culturas distintas e cultuavam diferentes religiões e deuses.

Com a vinda dos escravos par o Brasil o negros muitas vezes eram impedidos de praticarem suas manifestações culturais e religiosas, pois os homens brancos acreditavam que estes eram feiticeiros e tinha medo de suas feitiçarias. Com isso a cultura negra foi se sucumbindo. Mas nem tudo foi perdido e os descendentes dos negros conseguiram preservar e resgatar parte de sua história.

Muitos dos descendentes de escravos não conhecem sua própria história, e se envergonham de dizer que são afrodescendentes, pois são vitimas de informações destorcidas e antiéticas de sua própria história e da brasileira. A escravatura foi um crime contra a humanidade, e que continua deixando sequela em seus descendentes, século após o seu fim.

A ESCOLA E O NEGRO

O negro enfrentou e ainda enfrenta muitas dificuldades de acesso a educação em nosso país. Houve grande avanço desde sua vinda da África, mas mesmo a nossa sociedade pregando a igualdade racial, sabemos que não é bem assim que as coisas acontecem. Pois as piores funções de trabalhos e os piores salários que exercem e a maioria da população negra. O negro conquistou o acesso às escolas, porem muitos são excluídos em um contexto mais amplo.

O sistema de cotas muito questionado em nossa sociedade, alguns defendem e outros nem tanto, veio que meio compensar a dura realidade que negros e negras de nosso país enfrentaram e enfrentam todos os dias. Mesmo a população brasileiras sendo 45% composta por negros os números apontam uma dura realidade. Somente 2% da população negra se encontram nas universidades. O sistema de conta não é a solução para acabarmos com as desigualdades sociais, porem já é um começo.

A educação deve ser resgatada nos seus primórdios, ou seja, na educação básica que está tão desvalorizada em nosso país. Presenciamos diariamente noticias falando do acesso dos negros a educação superior, mas como será que estará o acesso deste na educação básica. Porque será que somente uma minoria da população consegue cursar um curso superior, o que muitas vezes é interrompido no percurso por dificuldades financeiras, e falta de valorização da identidade negra.

A sala de aula é um espaço muito dinâmico, onde existe uma pluralidade cultural muito grande. Deveria ser um espaço de integração de conhecimento, não um local onde na maioria das vezes vemos a cultura branca ser valorizada durante o ano todo, e os negros de maneira caricata, só são falados nas aulas de história, em sua condição de escravo e na semana da consciência negra em novembro, como se o negro existisse antes de sua escravatura.

O desrespeito como o negro é muito evidente em nossa sociedade. È comum ouvirmos piadas ou histórias desrespeitadas o negro. Na mídia aonde vimos o negro representado, geralmente em papéis de serviçal e quando ganham algum papel de destaque são submissos, não reagem a humilhações que lhes são impostas.

O NEGRO E O LIVRO DIDÁTICO

A criança negra para aprender a se valorizar e levantar sua alta estima precisa, se reconhecer com parte integrante da escola e da sociedade em que vive. Os negros, principalmente as crianças precisam se reconhecer e se sentir presente em todos os setores da sociedade. Como será que a criança negra sente-se ao abrir os livros ver a valorização do branco e de sua cultura, e eles são citados apenas quando falam de escravatura, como se o negro fosse uma figura feia, que veio para o Brasil para manchar história.

SILVA (2005, P. 21), diz “No livro didático a humanidade e a cidadania, na maioria das vezes, são representadas pelo homem branco e de classe média”.

Isto faz com que a criança negra tenha vergonha de seu passado e de sua história e priorize a vida do branco. E comum ouvirmos histórias de crianças que não querem ser negras. Porque será que isto acontece?

Seria pelo simples fato do branco não terem cabelos encaracolados chamados de“Pixain”, ou seria uma renegação de suas origens, com vista a ser mais bem aceito na sociedade dominada pelo branco.

Muitas histórias que são trabalhadas em sala de aula acabam que reforçando o complexo de inferioridade que as crianças negras carregam consigo. Raramente, vimos nas histórias o negro no papel central de destaque, geralmente o mocinho é um personagem branco.

METODOLOGIA

Um grande número da população negra e parda em nosso país é considerada analfabeta, pois possui baixo nível escolar, além do alto índice de reprovação e evasão, isto é consequência do Brasil escravocrata, pois mesmos os negros sendo libertos eles não tiveram as mesmas oportunidades do brancos. Isto não aconteceu somente com os negros, mas também com os índios que foram os primeiros a serem escravizados logo após a chegada dos portugueses em solo brasileiro. Porem este trabalho de pesquisa irá aprofundar-se mais em relação ao negro e o preconceito que ocorre do branco contra o não branco.

Segundo relatório do Desenvolvimento Humano no Brasil, o nível de alfabetização dos negros em relação aos brancos está 61 posição a baixo, ou seja, podemos observar que mesmo muitos pregando a igualdade racial e dizendo que não existe mais preconceito em nosso país, por que será que existe está grande diferença entre brancos e não brancos?

Este projeto não tem o intuito de pregar idealismo, nem culpar alguém pelo preconceito, que ainda é muito latente em nossa sociedade do branco contra o não branco, pois isto se sabe estar enraizado profundamente em nossa sociedade e é uma luta história e que só poderá ser vencido através da educação, porem quer mostrar a verdadeira face que vivem as crianças negras e não brancas dentro das escolas. Onde muitas são excluídas simbolicamente, ou seja, tem acesso a matricula e a sala de aula, mas não são aceitas num contexto mais amplo.

Através deste projeto pretendo observar e analisar as questões relacionadas ao preconceito racial e como ele é trabalhado nas salas de aulas com os alunos da uma escola municipal na cidade de Formigueiro.

Para fundamentar este projeto realizarei pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo, tipo estudo de caso, pois para alicercear a pesquisa serão lidos, analisados e interpretados diferentes documentos, par ter uma boa base teórica. E através da pesquisa de campo procurarei me integrar na escola, para descrever as situações ao qual a mesma está inserida, bem como tentar explicar o porquê que ocorrem situações tidas como preconceituosa, em relação ao negro e sua cultura.

Usarei a abordagem qualitativa exploratória, com a abordagem metodológica, pois e extremamente importante conhecer previamente a maneira de agir, sentir e pensar da comunidade e contexto ao qual estão inseridos.

A técnica de coleta de dados a ser utilizado na pesquisa será entrevista livre e observação direta, pois através da entrevista livre poderei observar o que realmente os professores, alunos e funcionários da escola, pensam a respeito do preconceito dentro da escola, pois acredito que se os entrevistados falarem livremente sobre o assunto serão mais fies em sua resposta, visto que uma entrevista estruturada pode induzi-los a outras resposta que não condizem com a realidade da escola. E através da observação direita estarei me inteirando de com é o dia a dia deles na prática, e como eles enfrentam as situações tidas como preconceituosas dentro e fora da sala de aula.

Os dados serão analisados a partir da analise de conteúdos, pois esta técnica nos permite diferentes estratégias de pesquisa, já que o ponto de partida é a mensagem, mas devem ser considerados as condições do contexto e seus produtores.

Cronograma do Projeto de Pesquisa.

ATIVIDADES | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |

1 | APROFUNDAMENTO DA PESQUISA BIBLIOGRAFICA | | | | | | | | | | |

2 | ELABORAÇÃO DO INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS | | | | | | | | | | |

3 | CONTATO COM O LOCAL DA PESQUISA DE CAMPO | | | | | | | | | | |

4 | COLETA DOS DADOS | | | | | | | | | | |

5 | ANALISE DOS DADOS | | | | | | | | | | |

6 | ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL | | | | | | | | | | |

7 | REVISÃO DO TEXTO E ENTREGA DO TRABALHO FINAL | | | | | | | | | | |

8 | DEFESA NA BANCA EXAMINADORA | | | | | | | | | | |

REFERENCIAS

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