Trabalho Completo Relatorio De Estagio

Relatorio De Estagio

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Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: Gabriel 13 novembro 2011

Palavras: 7949 | Páginas: 32

...

ificativa:

O CREAS-Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social em Crixás do Tocantins, é uma unidade pública estatal constituida para prestação de serviços especializados de média complexidade, com a função de contribuir e assegurar a proteção social imediata e atendimento interdiciplinar as pessoa em cituação de vulnerabilidade, visando sua integridade fisica, mental e social. É um serviço aberto e comunitário, realizando acompanhamento psicossocial e promovendo a reincerção social dos usuários por meio de acesso ao lazer, exercícios dos direiros civis, fortalecimento dos laços familiares e a capacidade protetiva da familia, reforçando as redes sociais de apoio no processamento da inclusão das familias no sistema de proteção social e nos serviços públicos conforme as necessidades, contribuindo para a reparação de danos e da incidência da violação de direitos na prerrogativa de prevnir a reincidencia de direitos corrompidos, entre outros.

Descrição sucinta dos objetivos institucionais e da atuação do serviço social na instituição; informações quanto à dinâmica institucional, a proposta do projeto em que o aluno vai atuar; a importância da atuação do serviço social.

3 – Objetivos:

3.1 – Objetivo Geral:

Deverá ser definido a partir do plano de ação do supervisor de campo, assistente social e elaborado juntamente com o orientador acadêmico e o aluno;

3.2 – Objetivos Pedagógicos:

- Possibilitar ao aluno a identificação do espaço de intervenção profissional;

- Possibilitar a aproximação do exercício profissional e sua importância para a população usuária do serviço social;

- Identificar as políticas sociais implantadas na instituição e sua importância para a instrumentalização do exercício profissional.

- Relacionar as expressões da questão social no município em que o aluno está inserido.

4 – Supervisão de campo:

Dinâmica processual da supervisão de campo e sua sistematização: (planejamento de dias, horários, se será individual, grupal, deixando claro que as atividades pertinentes ao aluno devem estar exclusivamente atreladas às ações do serviço social).

5 - Orientação acadêmica:

Dinâmica processual da orientação acadêmica e sua sistematização: (planejamento de dias, horários, se será individual, grupal, deixando claro que as atividades pertinentes ao aluno devem estar exclusivamente atreladas às ações do serviço social).

6 – Avaliação: O supervisor de campo deve informar a forma como pretende acompanhar o aluno no campo de estágio.

____________________,_____/_____/___.

Claudiane Ferreira Silva __________________ __________________

Estagiário Supervisor de Campo Orientador Acadêmico

Avaliação da Ação:

1)- Os objetivos propostos no Projeto de Ação foram atingidos de forma satisfatória;

2)- A população usuária participou ativamente de todas as etapas do Projeto de Ação;

3)- Quais os imprevistos surgidos durante o processo da execução, como e quais alternativas foram viabilizadas para superação dos mesmos;

4)- Os prazos e metas foram cumpridos dentro do prazo estabelecido;

5)- A articulação teórico–prática foi considerada durante todas as etapas do projeto, descreva.

6)- Qual avaliação (do aluno) do processo (execução da ação) como um todo.

Obs: o trabalho deve vir acompanhado de capa e folha de rosto devendo constar o nome do aluno e título do trabalho. Exemplo: Projeto de Ação

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SERVIÇO SOCIAL-BACHARELADO

FICHA DE SUPERVISÃO DE CAMPO E ORIENTAÇÃO ACADÊMICA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL III

Nome do aluno: __________________________________________________ Mês/ano: ______

DIA HORÁRIO ASSUNTOS TRATADOS

1

2

3

4

5

6

7

8

9

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Nome e assinatura do supervisor de campo: Cleusa Eugenio Neto

Nome e assinatura do orientador acadêmico: Luciana Rodrigues Silva

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Folha de Freqüência

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL III

Nome do aluno:___________________________________________________

Mês/ano: ______________

DIA ENTRADA SAÍDA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

Total de horas realizadas: _____

Nome e assinatura do supervisor de campo _________________________

Nome e assinatura do orientador acadêmico ________________________

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Ficha de Avaliação do aluno de Estágio III

I – IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO

1–Aluno/Estagiário: Claudiane Ferreira Silva

2-Data do estágio: 22/09/2010 á 22/10/2010

3–Semestre Letivo: 7° Período

II – IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL DO ESTÁGIO

1–Nome: Centro de Referencia Especializado Em Assistência Social

2–Supervisora de Campo: Cleusa Eugenia Neto

CRESS: 0720

3- Orientadora Acadêmica: Luciana Rodrigues Silva

CRESS: 486

III - AVALIAÇÃO

Esta avaliação objetiva verificar:

1 – Atitudes do aluno estagiário: frente ao Estágio Curricular Obrigatório III, a supervisão, a formação profissional e a realidade social;

2 – O processo de ensino aprendizagem em relação a teoria/prática, entendimento do processo de supervisão.

IV – CONCEITOS

EX – Excelente - entre 90% e 100%;

MB – Muito Bom - entre 80% e 89%;

B – Bom - entre 70% e 79%;

S – Suficiente - entre 50% e 69%;

I – Insuficiente - até 49%.

V – Quanto à Capacidade de Operacionalizar a Ação Planejada:

Autonomia para tomar decisões:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de passar da intenção para a ação:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de aplicar instrumental técnico:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de elaborar e apresentar documentação:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de administrar serviços implantados (organização, coordenação e supervisão):

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Prospecção (capacidade de prever fatos e situações de modo a eliminar possíveis

falhas na execução das tarefas):

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

VI - Quanto ao Conhecimento e à Atitude Profissional:

Capacidade de definir referencial teórico:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de identificar tendências metodológicas adequadas ao campo da ação:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Aplicação adequada dos termos e conceitos utilizados:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Discernimento e postura profissional, embasada em referencial teórico:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Habilidade no trato com o usuário:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de diagnosticar em diferentes situações:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de estabelecer a relação teoria/prática:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

VII - Quanto às Condições Pessoais:

Espírito Inquisitivo:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Criatividade:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Persistência:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Flexibilidade:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de trabalho individual:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de trabalhar em equipe:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de criar espaço para a especificidade do Serviço Social:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Iniciativa:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Senso prático:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Pontualidade e Assiduidade:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Comprometimento

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Foco nos resultados

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

VIII - Quanto à Capacidade de Avaliação:

Capacidade de avaliar quantitativa e qualitativamente a intervenção planejada:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de propor alternativas em função dos resultados obtidos:

( ) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Considerações finais do supervisor de campo sobre o Estágio III

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____________________________________________________________

____________________________________________________________

____________________________________________________________

_______________

Considerações finais do orientador acadêmico sobre o Estágio III

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____________________________________________________________

____________________________________________________________

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Considerações finais do aluno estagiário

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____________________________________________________________

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Data ____/______/______

SUPERVISOR DE CAMPO_____________________________________________

ORIENTADOR ACADÊMICO __________________________________________

ASSINATURA DO ESTAGIÁRIO________________________________________

Observações

• Todos os trabalhos de estágio são individuais.

• Estágio do 7º semestre é etapa de execução da ação.

• As horas de Supervisão de Campo podem ser computadas na soma da carga horária total de 150 horas de estágio.

• A folha de freqüência deve apresentar a totalização (soma) da carga horária efetivamente realizada.

(se houver mudança de campo de estágio do 6º semestre para o 7º semestre, o aluno antes de executar a ação deverá elaborar novo Projeto de Ação pertinente à realidade sócio-institucional do novo campo de estágio).

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2 CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL

1 CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA.

Centro de Referencia Especializado em Assistencia Social (CREAS), situado na Avenida Bernardo Sayâo n° 93 – Centro. Crixás – TO, é uma unidade publica estatal, de prestação de serviços especializados e continuados a individuos e familias com direitos violados, promovendo a integração de esforços recursos e meios para enfrentar a disperção dos serviços e potencializar a ação para os seus usuários, envolvendo um conjutos de profissionais e processos de trabalhos que devem ofertar apoio e acompanhamento individualizado especializado.

Nesta perspectiva, o CREAS de Crixás do Tocantins, articula os serviços de média complexidade e opera a referencia e a contra referencia com a rede de serviços sociassistenciais da proteção social básica e especial, com as demais politicas públicas e demais instituiçôes que compoem o Sistema de Garantia de Direitos e Movimentos Sociais. Percebe – se a importância do estabelecimento de mecanismos de articulçao permanente, na realiçõe das reuniôes dos encontros com outras instãncias de discursâo, acompanhamento e avaliação das ações, inclusive as intersetoriais.

O Municipio possibilita a ampliação gradual dos serviços, de modo a embarcar outras situações de risco ou outras violçâo de direitos (com relação as pessas idosas, pessoas com deficiências, mulheres vitima de violencia, populaçâo de rua, entre outras.

1.1 - IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO.

O Centro de Referencia Especializado de asistencia Social - (CREAS) é uma unidade pública estatal onde se oferta serviços especializados e continuados a familias e individuos nas diversas situações de direitos, fo impalntado com abrangencia municipal, de acordo com o porte e o nivél de Gestâo Inicial e Básica do muniicipio. Foi regulamentado através da Portaria de Nº 440, de 23 de agosto de 2005, artigo I e III, que dispoem sobre os pisos da proteção social especial de Média Complexidade pelo Ministério do Desenvolvimento Social e a Lei de nº 156/2006, 15 de Março de 2006-.Municipal.

O CREAS é um espaço fisico que prioriza os serviços de enfrentamento ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes e as e facilita a expressão das ações referentes ao Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), dispondo de ambiente de portão aberto e que a prioridade do serviço é a inclusão ou reinclusão social, são mais ou menos 50 (cinquenta) atendimentos por mes.

O ambiente do CREAS é acolhedor com ambientes resevados para recepçâo das familias, das crianças e adolescentes; atendimentos inividuais e familiar, trabaho em grupos e reuniões; atividades orietadas para o desenvolvimento de sociabilidades das familias, além das aréas convencionais de serviços.

Em Crixás do Tocantins o CREAS vem funcionando há 04 (quatro) anos e um dos maiores objetivos é o atendimento a crianças e adolescentes em situação de risco ou violação de direitos e outras situações de risco ou violação de direitos referentes a pessoa idosa, pessoas com deficiencia, população de rua, entre outras, utilizando a Rede de Proteção Social Especial, voltada a proteção de familias e individuos em situação de risco pessoal e social, de acordo com sua complexidade, respeitando a diversidade local.

1.2.- ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

A estrutura organizacional do CREAS é composta por 01 (uma) Assistente Social, 01 (uma) Psicóloga , 02 (dois) Educodares Sociais, 01 (um) auxiliar administrativo, 03 (três) estágiarios, sendo preferencialmente das aréas de Psicologia, Serviço Social e Direito, 01 (um) advogado, 01 (um) Auxiliar de serviços gerais, 01(um) motorista, 01 ( um) Segurança e 01 (um) coordenador.

1.3 - FLUXOGRAMA

Individuos com direitos violados

2-OBJETIVO INSTITUCIONAL

O CREAS recebe recursos de cofinanciamnto federal no Piso Fixo de Média Complexidade e realiza as seguintes ações:

 Referenciamento e encaminhamento de situações de violação de direitos, vitimizações e agressões a crianças e adolescentes;

 Acolhida e escuta individual voltada para a identificação de necessidades de individuos e familias;

 Produção de materiais educativos como suporte aos serviços;

 Realização de capacitação para equipes multiprofissionais;

 Acompanhamento e controle da efetividade dos encaminhamentos realizados;

 Realização de visitas domiciliares;

 Atendimento sociofamiliar;

 Atendimento psicosocial individual e em grupo de usuários e sua familias, inclusive com orientação juridico-social em casos de ameaça e violação de direitos individuais e coletivos;

 Monitoramento da presença do trabalho infantil e das diversas formas de negligencia, abuso e exploração, mediante abordagem de agentes institucionais em vias publicas e locais identificados pela existencia de situações de risco;

 Atividades educativas com grupo na unidade;

2.1 NATUREZA DOS PROGRAMAS E PROJETOS.

Projetos existentes:

Visa o enfrentamento a violencia, abuso e exploração sexual contra criança e adolescente, assim como suas familias, que encontra-se em posição de estrema vunerabilidade e fragilidade. Por essa razão, este serviço objetiva desenvoler um conjuto de procedimentos especializados para atendimento e proteção imediata as crianças e aos adolescente abusados ou explorados sexualmente, assim como seus familiares, proporcionando-lhes condições para o fortalecimento da sua alto estima e o reestabelecimento de seu direito a convivencia familiar e comunitaria.

O serviço ofertado busca no processo de composição e articulação da rede local, alternativas para atendiemnto e o acompanhamento dos autores da agressâo sexual contra crianças e adolescentes, concomitantemente aos encaminhamentos que devem ser conduzidos pelas aréas de segurança pública e justiça para efetivar a responsabilização criminal daqueles. a inclusão social e o trabalho e oficinas terapêuticas que tem a finalidade de resgatar a autonomia desse individuo enquanto cidadão. Realiza-se com mais intensidade oficinas de caráter educativa e ocupacional, porém realiza atividades expressivas, contando com as seguintes açoes:

 Caravana da Proteção Social e Especial;

 Ciclo de palestra sobre o Erradicação do Trabalho Infantil;

 Dinamica Interna e Externa para que possa ser enterrompido o Ciclo de Violencia;

 Educando com esporte;

 Busca Ativa;

 Ciclo de paletra para a garantia de direitos juridicos;

 Reuniôes com grupos de familias ou individuos;

 Produção de material socioeducativo para aprimoramento de estrátegias de atendimento integral a individuos e familias;

 Plantâo Proteção Social Especial

 Oficina educativa;

 Acompanhamento dos beneficiarios PETI e sua Familia que não cumprem as condicionalidades do programa;

 Ações de mobilização e senbilização das situações de violação de direitos;

 Oficina cultural;

As atividades, são praticadas livremente e todos são convidados a

participarem da execução das oficinas, as mesmas devem oferecer prazer e despertar desejo, fazendo ocorrer com que o rítmo dos trabalhadores obedeçerá o rítmo da pesssoa, não havendo exigência de perfeição estética e dinâmica.

As oficinas são orientadas por todos os Profissionais técnicos (nivel superior) auxiliados pela equipe de apoio (nivel médio). Ocorre uma vez por semana uma reunião com os usuários que participaram das oficinas para que seja feita a análise das mesmas dentro da semana e assim decidir qual o periodo que será realizada outras oficinas,tudo de acordo com a demanda.

2.2 POLÍTICA SOCIAL.

 Lei orgânica de Assistência Social (LOAS)

 Política de Segurança Pública

 Constituição Federal de 1988

 Proteção Social Básica de Média Complexidade

 PNAS, NOB-SUAS, ECA, SUAS, PNI, MDS,

 Lei de nº 156/2006, 15 de Março de 2006-Municipal

 Politica Nacional de Assistencia Social-

 Resolução Nº 145, 15/10/2004.

2.3 RECURSOS FINANCEIROS

FINANCIAMENTO:

O SUAS institui uma forma de financiamento inovadora que busca cada vez mais estabelecer a relação organica entre gestao, controle social e financiamento. Instalou se os pisos de proteção social básica e especial em repasse fundo a fundo de forma automática e regular.

O poder público municipal entra com contrapartida na contratação de pessoal, o espaço fisico, equipamentos, etc.

 Cofinanciamento federal, estadual, municipal.

3 ÂMBITO INSTITUCIONAL

3.1 ATORES INSTITUCIONAIS

Funcionários, Assistente Social, estagiários de Serviço Social, Psicologia e Direito, Advogados, Educadores Sociais e Psicologa. A capacidade é de 50 atendimentos pessoas ou individuo.

3.2 PROCESSO DECISÓRIO

As tomadas de decisões dentro da instituição acontecem a partir de reuniões de equipe e apoio dos conselhos tutelar e CMDCA.

3.3 RELAÇÃO DEMANDA/COBERTURA DO ATENDIMENTO

A demanda é relativamente média, é referência para 01 (um único municipio, o referido) município.

4 – SUPERVISÃO DE CAMPO E ORIENTAÇÃO ACADEMICA

 Visita domiciliar

 Entrevista com os usuários;

 Grupo de família

 Seminario

 Oficina

 Discussão em grupo

4 .1 - HISTÓRICO DO SERVIÇO SOCIAL NA INSTITUIÇÃO

Desde que se criou o CREAS se viu a necessidade de um Assistente Social na equipe técnica, principalmente por esse profissional abranger várias áreas e dando ênfase a área da assistencia social.O profissional de Serviço Social sempre se propôs a aceitar desafios e o CREAS é um projeto em construção e isso permite que o Serviço Social faça parte da criação desse projeto e podendo assim avaliar as formas mais adequadas para melhor desempenhar as funções e posições que se encaixem cm eficiência nesse tipo de serviço.

O individuo que tem os seus direitos violados sofre muito e muitas veses deixa de procurar o serviço na hora, se cala por medo, dor ou vergonha, e quando ele é obrigado a se dirigir a qualquer instituição pública exercer seus direitos esta sempre se colocando na posicão daquele que vai pedir um favor e depende da boa vontade de quem o atende recebendo-o bem ou não.Ele não se sente um cidadão usufruindo seus direitos e ,para ele,ser pobre ou necessitado de proteção especial” não é um problema social mas uma vergonha individual. Então a proposta do Serviço Social para o usuário do CREAS é a conquista da autonomia e a Reiserção social. O profissional do Serviço Social exerce primeiro a função de conquista do usuário sem indução e demonstrando muita ética, carater

4.2- COTIDIANO DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL

Programas sociais voltados para a inclusão social como:

 Grupo de discussão

 Planejamento estrátegicos para ações de interveção

 Associação dos funcionários, usuários e familiares dos usuários

 Ações sócio-educativas

 Grupos de reeducando

 Intervenções sociais.

4.3 - RELAÇÃO PROFISSIONAL DE TRABALHO COM OS DEMAIS ATORES INSTITUCIONAIS

O Assistente Social desde a sua formação entende a necessidade de trabalhar em equipe para o bom desenvolvimento dos projetos e atividades propostas.

4.4 - DIMENSÃO ÉTICO-POLÍTICA

A formação profissional deve viabilizar uma capacitação teórico-metodológico e ético-político, com requisito fundamental para o exercício de atividades técnico-operativa, com vista apreensão crítica dos processos sociais numa perspectiva de totalidade.

A prática profissioanl do Assistente Social é informar pelo projeto ético-político uma análise que revele esse direcionamento profissional. Cabe ressaltar que o projeto ético-político com uma direção profissional de dimensões teórico-metodológico e prático-político que ao associarem-se a intencionalidade que dão sentido ao agir profissional.

Gurupi_ TO 30,/06/2010.

_______________________

Estagiária

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3 Relatório de Campo de Estágio Curricular Obrigatório II

1 Identificação

1.1 Local de estágio:

1.2 CREAS (Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social)

1.3 Programa/Projeto

Violação e Exploração Sexual-Caravana da Proteção

1.4 Período de realização das atividades

Abril a Maio de 2010.

1.5 Supervisor de campo: Cleusa Eugenia Neto

CRESS:0720

2 Breve caracterização do local de estágio.

O presente relatório foi desnvolvido no Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social – CREAS na cidade de Crixás do Tocantins-TO, trata se de uma Unidade Pública Estatal para atendimento a individuos vitimas de abuso, violação de direitos, maus tratos, exploração sexual, abandono, corrupção de menores, agressão fisca, moral, psicologica, psicossocial, situação de calamidade ou extrema pobreza, garantia de acessibilade, proteção básica especial de média complexidade, entre outros. O Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social – CREAS, foi implantado através da Portaria de Nº 440, de 23 de agosto de 2005, artigo I e III, que dispoem sobre os pisos da proteção social especial de Média Complexidade pelo Ministério do Desenvolvimento Social e a Lei de nº 156/2006, 15 de Março de 2006.

O CREAS em Crixás começou a funcionar em 2006. No ínicio as instalações eram precárias e a equipe técnica era formada por funcionários municipal remanejado para atuar temporariamente até ocorrer uma definição de cargos e funções, composta por uma psicóloga, uma Assistente Social, um educador social, um auxiliar de serviços gerais, com funcionamento na Avenida Bernado Sayão nº 90, Centro Crixás do Tocantins. A equipe que era incompleta foi sendo formada aos poucos. Hoje o CREAS funciona de acordo com as Normas Legais e tem espaço físico conforme legislação e conta com as seguinte equipe:

Equipe técnica:

 01 Assistente Social;

 01 psicóloga;

 01 Coordenador;

 01 Motorista;

 01 Assistente Administrativo;

 01 Advogado;

 O3 estagiários( Assistente Social, Direito, Psicólogo)

Com a implantação e o surgimento do novo modelo de atendimento social implantado na rede de proteção básica e especial no municipio, nota-se uma mudança de paradigma e um resgate de cidadania. No CREAS, os individuos e ou familia de certa forma conquistaram um espaço junto aos profissionais que trata os usuários com humanização na perspectiva de inclusão no seio familiar e na sociedade

O CREAS trabalha com os grupos de famílias informadas e dando suporte na intenção de aproximar os mesmos ao processo de reabilitação dos individuos. Através de visitas domiciliares, atendimento psicossocial e participação em grupo de família.

O CREAS, foi implantado através da Portaria de Nº 440, de 23 de agosto de 2005, artigo I e III, que dispoem sobre os pisos da proteção social especial de Média Complexidade pelo Ministério do Desenvolvimento Social e a Lei de nº 156/2006, 15 de Março de 2006.

Os profissionais são capacitados para realizar atendimentos de individuos ou familias com direitos violados severos e persistentes em sua área territorial com atendimento a crianças e adolescentes vitimas de violencia e abuso sexual. Os atendimentos serão explicados a seguir:

 Palestras com profissional juridico para orientação da equipe dos atores sociais que compoem a rede e ainda orienta as familias acerca dos seus direitos,assim como dos mecanismos para defesa dos mesmos.

 Entrevista de acolhida para avaliação inicial dos casos do individuo e ou familia é a escuta qualificada das demandas, compreender os motivos do encaminhamento CREAS, proporcionar o acolhimento do individuo e familia certificando se a demanda é CREAS, sensibilizar o individuo ou familia para inicio do trabalho no CREAS, identificar a necessidade de encaminhamento para outros serviços e ainda informar e orientar a familia sobre os procedimentos posteriores.

 Atendimento psicossocial em grupo é promover encontros grupais organizados com duração de duas horas por dia, tres dias por semana conforme necessidade das familias, promover o acompanhamento psicossocial individual realizando os encaminhamentos para a saúde, inclusão em programas.

O Centro de Especializado de Assistencia Social visa prestar atendimento e suporte a proteção básica especial, promovendo a inserção social dos usuários através de várias ações conjuntas de enfrentamento de problemas.

O funcionamento do CREAS deve construir a lógica territorial, independente de qualquer estrutura fisica. Cada CREAS cria sua própria identidade, vão se estruturando e ganhando contornos mais definidos a partir das necessidades que forem sendo detectadas na prática assistencial.

O Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social é um espaço fisico implantado no municipio para apoiar as familias que tiveram seus direitos violados ou se encontra em situação de risco, crianças, adolescentes, mulheres, idosos,pessoas com deficiencia.

O usuário do CREAS é composto por individuo com diagnóstico de direitos violados.

Além das atividades citadas anteriormente, ainda são desenvolvidas no CREAS algumas ações tais como:

 Cuidado ao domicilio;

 Serviço de orientação e apoio sociofamiliar;

 Atendimento com assistente social que possibilita o bem-estar dos usuários;

 Atividades com os educadores sociais com atividades ocupacionais que se constitui em apoio essencial na recuperação dos usuários através de oficinas terapêuticas e terapias diversas em grupos;

 Atendimento em grupo: atividades de oficinas, debates, atividades de suporte social, grupos de leitura, grupos de confecção de jornal e oficinas de alfabetização;

 Atividades comunitárias desenvolvidas em conjunto com associações de bairro e outras instituições voltadas para socioeducacional;

 Atividades para a família – atendimento nuclear e a grupo de familiares, visitas domiciliares, atividades de ensino, lazer e também reuniões de grupo de familiares para debate sobre os usuários e normas da instituição;

 Atendimento pedagógico que tem como objetivo ofertar atendimento educacional para os usuários do CREAS- CRIXAS TO, independente de sua escolaridade ou nível cognitivo ou problema de ordem social, respeitando seus interesses, limitações e valorizando suas potencialidades. Auxiliar no desenvolvimento cognitivo-social e emocinal dos usuários dentro de uma perspectiva de humanização ao atendimento social.

De forma geral o atendimento do CREAS vai além do que foi explicado. Todos os funcionários são mobilizados no sentido de ajudar de alguma forma o usuário.

3 Relato sucinto de intervenções realizadas pelo profissional de Serviço Social no Campo.

Durante o estágio algumas atividades foram com o acompanhamento da supervisora de campo que foram:

 Visitas domiciliares;

 Oficinas grupais;

 Observação de casos.

 Mobilização social;

4 Relato sucinto de atividades relevantes desenvolvidas pelo aluno em conjunto com Assistente Social do campo de estágio.

Algumas atividades foram dirigidas pela própria estagiária que foi:

 Entrevista com os usuários;

 Grupo de família (acompanhadas pela Assistente Social responsavél pelo grupo);

 Planejamento das atividades;

 Organização de palestras;

 Visita domiciliar;

 Serviços de Abordagem de rua, ( busca ativa);

 Levantamento de demandas em programa social e locais publicos;

 Planejamento interno com equipe CREAS;

 Reunão para discutir ética profissional;

 Definições administrativa organizacional de fichas de atendimento aos usuários

 Planejamento das ações que foran dsenolvidas na semana nacional e luta no combate a exploração e o abuso sexual em crianças e adolescentes

5 - Relato das orientações referente à elaboração do plano de estágio, construção da caracterização institucional e demais atividades desenvolvidas,.Todas as informações referentes ao plano de estágio eram passados durante os encontros de estágio na própria unidade.

GURUPI-TO_30/06/2010

______________________________

Supervisora de Campo

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Relatório de Supervisão de Estágio Curricular II:

1 – Identificação:

1.1 – Local de Estágio: Centro de Referencia Especializado de Assistência Social (CREAS)

1.2 – Programa⁄ Projeto: VIOLAÇÃO E EXPLORAÇÃO SEXUAL-CARAVANA DA PROTEÇÃO

1.3 – Período de realização das atividades: Abril a Maio

1.4 – Orientador Acadêmico (Tutor de sala): Luciana Rodrigues da Silva

CRESS: 0486

2 – Breve caracterização do local de estágio.

O presente relatório foi desnvolvido no Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social – CREAS na cidade de Crixás do Tocantins-TO, trata se de uma Unidade Pública Estatal para atendimento a individuos vitimas de abuso, violação de direitos, maus tratos, exploração sexual, abandono, corrupção de menores, agressão fisca, moral, psicologica, psicossocial, situação de calamidade ou extrema pobreza, garantia de acessibilade, proteção básica especial de média complexidade, entre outros. O Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social – CREAS, foi implantado através da Portaria de Nº 440, de 23 de agosto de 2005, artigo I e III, que dispoem sobre os pisos da proteção social especial de Média Complexidade pelo Ministério do Desenvolvimento Social e a Lei de nº 156/2006, 15 de Março de 2006.

O CREAS em Crixás começou a funcionar em 2006. No ínicio as instalações eram precárias e a equipe técnica era formada por funcionários municipal remanejado para atuar temporariamente até ocorrer uma definição de cargos e funções, composta por uma psicóloga, uma Assistente Social, um educador social, um auxiliar de serviços gerais, com funcionamento na Avenida Bernado Sayão nº 90, Centro Crixás do Tocantins. A equipe que era incompleta foi sendo formada aos poucos. Hoje o CREAS funciona de acordo com as Normas Legais e tem espaço físico conforme legislação e conta com as seguinte equipe:

Equipe técnica:

 01 Assistente Social;

 01 psicóloga;

 01 Coordenador;

 01 Motorista;

 01 Assistente Administrativo;

 01 Advogado;

 O3 estagiários( Assistente Social, Direito, Psicólogo)

Com a implantação e o surgimento do novo modelo de atendimento social implantado na rede de proteção básica e especial no municipio, nota-se uma mudança de paradigma e um resgate de cidadania. No CREAS, os individuos e ou familia de certa forma conquistaram um espaço junto aos profissionais que trata os usuários com humanização na perspectiva de inclusão no seio familiar e na sociedade

O CREAS trabalha com os grupos de famílias informadas e dando suporte na intenção de aproximar os mesmos ao processo de reabilitação dos individuos. Através de visitas domiciliares, atendimento psicossocial e participação em grupo de família.

O CREAS, foi implantado através da Portaria de Nº 440, de 23 de agosto de 2005, artigo I e III, que dispoem sobre os pisos da proteção social especial de Média Complexidade pelo Ministério do Desenvolvimento Social e a Lei de nº 156/2006, 15 de Março de 2006.

Os profissionais são capacitados para realizar atendimentos de individuos ou familias com direitos violados severos e persistentes em sua área territorial com atendimento a crianças e adolescentes vitimas de violencia e abuso sexual. Os atendimentos serão explicados a seguir:

 Palestras com profissional juridico para orientação da equipe dos atores sociais que compoem a rede e ainda orienta as familias acerca dos seus direitos,assim como dos mecanismos para defesa dos mesmos.

 Entrevista de acolhida para avaliação inicial dos casos do individuo e ou familia é a escuta qualificada das demandas, compreender os motivos do encaminhamento CREAS, proporcionar o acolhimento do individuo e familia certificando se a demanda é CREAS, sensibilizar o individuo ou familia para inicio do trabalho no CREAS, identificar a necessidade de encaminhamento para outros serviços e ainda informar e orientar a familia sobre os procedimentos posteriores.

 Atendimento psicossocial em grupo é promover encontros grupais organizados com duração de duas horas por dia, tres dias por semana conforme necessidade das familias, promover o acompanhamento psicossocial individual realizando os encaminhamentos para a saúde, inclusão em programas.

O Centro de Especializado de Assistencia Social visa prestar atendimento e suporte a proteção básica especial, promovendo a inserção social dos usuários através de várias ações conjuntas de enfrentamento de problemas.

O funcionamento do CREAS deve construir a lógica territorial, independente de qualquer estrutura fisica. Cada CREAS cria sua própria identidade, vão se estruturando e ganhando contornos mais definidos a partir das necessidades que forem sendo detectadas na prática assistencial.

O Centro de Referencia Especializado de Assistencia Social é um espaço fisico implantado no municipio para apoiar as familias que tiveram seus direitos violados ou se encontra em situação de risco, crianças, adolescentes, mulheres, idosos,pessoas com deficiencia.

O usuário do CREAS é composto por individuo com diagnóstico de direitos violados.

Além das atividades citadas anteriormente, ainda são desenvolvidas no CREAS algumas ações tais como:

 Cuidado ao domicilio;

 Serviço de orientação e apoio sociofamiliar;

 Atendimento com assistente social que possibilita o bem-estar dos usuários;

 Atividades com os educadores sociais com atividades ocupacionais que se constitui em apoio essencial na recuperação dos usuários através de oficinas terapêuticas e terapias diversas em grupos;

 Atendimento em grupo: atividades de oficinas, debates, atividades de suporte social, grupos de leitura, grupos de confecção de jornal e oficinas de alfabetização;

 Atividades comunitárias desenvolvidas em conjunto com associações de bairro e outras instituições voltadas para socioeducacional;

 Atividades para a família – atendimento nuclear e a grupo de familiares, visitas domiciliares, atividades de ensino, lazer e também reuniões de grupo de familiares para debate sobre os usuários e normas da instituição;

 Atendimento pedagógico que tem como objetivo ofertar atendimento educacional para os usuários do CREAS- CRIXAS TO, independente de sua escolaridade ou nível cognitivo ou problema de ordem social, respeitando seus interesses, limitações e valorizando suas potencialidades. Auxiliar no desenvolvimento cognitivo-social e emocinal dos usuários dentro de uma perspectiva de humanização ao atendimento social.

De forma geral o atendimento do CREAS vai além do que foi explicado. Todos os funcionários são mobilizados no sentido de ajudar de alguma forma o usuário.

3- Relato sucinto de intervenções realizadas pelo profissional de Serviço Social no Campo.

Durante o estágio algumas atividades foram com o acompanhamento da supervisora de campo que foram:

 Visitas domiciliares;

 Oficinas grupais;

 Observação de casos.

 Mobilização social;

4 Relato sucinto de atividades relevantes desenvolvidas pelo aluno em conjunto com Assistente Social do campo de estágio.

Algumas atividades foram dirigidas pela própria estagiária que foi:

 Entrevista com os usuários;

 Grupo de família (acompanhadas pela Assistente Social responsavél pelo grupo);

 Planejamento das atividades;

 Organização de palestras;

 Visita domiciliar;

 Serviços de Abordagem de rua, ( busca ativa);

 Levantamento de demandas em programa social e locais publicos;

 Planejamento interno com equipe CREAS;

 Reunão para discutir ética profissional;

 Definições administrativa organizacional de fichas de atendimento aos usuários

 Planejamento das ações que foran dsenolvidas na semana nacional e luta no combate a exploração e o abuso sexual em crianças e adolescentes

5 - Relato das orientações referente à elaboração do plano de estágio, construção da caracterização institucional e demais atividades desenvolvidas,.Todas as informações referentes ao plano de estágio eram passados durante os encontros de estágio na própria unidade.

GURUPI-TO_30/06/2010

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Supervisora de Campo

.

3 – Dados quantitativos das atividades

Planejamento em Grupo Visitas domiciliares Coleta de Dados Encaminhamentos Estudo de caso

19 08 11 13 50

4 – Descrição das atividades:

Conheci o espaço onde funciona a instituição, a equipe multiprofissional que ali trabalha, e os usuários. Observei os procedimentos que envolvem a prática profissional da Assistente Social na Instituição, interação com os usuários e equipe, participação em planejamento em grupo, visitas domiciliares, orientações a usuários e familiares, interação nas oficinas educativas, estudo de caso dos usuários e participação em seminário na instituição.

5 – Análise das atividades: (Exercício da relação teoria e prática).

5.1 – Relação existente entre a realidade social, institucional com o conteúdo da formação profissional;

Os dados relevam que a reinserção dos indivíduos com direitos violados tem sido uma das demandas reconhecida pela assistente social através do trabalho junto à família, realizando orientações sociais, encaminhamento esclarecimento acerca do desenvolvimento do usuário no seu âmbito social. Assim a compreensão das demanda posta aos assistentes sociais no CREAS só é possível aparti da reflexão acerca do contexto social político, cultural e econômico em que se insere a Política de Assistência Social..

A realidade do atendimento social requer uma atenção concentrada, pois em virtude da desigualdade social existente na sociedade capitalista e outros fatores de ordem emocional as pessoas tem se afligido e suas vidas se desestrutura, tornando seu estado emocional vulnerável a ponto de se procurara ajuda na unidade publica estatal.

5.2 – Estabelecer relações entre a política institucional;

A sociedade atual, por ser marcada pela injustiça e pela desigualdade social exige profissionais habilitados tecnicamente para intervir nas demandas sociais de forma criativa e propositiva. Esse profissional deve estar habilitado para elaborar projeto; parecer técnico; laudo social, atender indivíduos e coletividade; prestar serviços a organismos governamentais e não-governamentais, empresas entre outros.

5.3 – Dimensões do exercício profissional:

O Assistente Social é um profissional que participa das relações da sociedade. Sua prática profissional tem um caráter político, pois o Assistente Social desenvolve seu trabalho de forma intelectual e se constitui como formador de opinião.

• Contribuir para viabilizar a participação dos usuários nas decisões institucionais;

• Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais;

• Realizar pesquisas que subsidiem formulação de políticas e ações profissionais;

• Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública, empresas privadas e movimentos sociais em matéria relacionada ás políticas sociais a á garantia dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade;

• Orientar a população na identificação de recursos para atendimento e defesa de seus direitos;

• Realizar visitas, perícias, laudos, informações e pareceres.

Referências Bibliográficas:

Política nacional de assistência social – PNAS Resolução de n°145, de 15/10/04 e publicada no Diário Oficial da União em 28/102004

Brasil, Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, lei Federal 8,069, de 13/07/1990

GURUPI – TO 30/06/2010

____________________________

Supervisora de Campo

DIA ENTRADA SAÍDA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

27 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Conhecendo a unidade CREAS, Prefeitura, CRAS, UBS,

Secretaria Municipal de Assistência Social e o Conselho

Tutelar.

28 08:00horas

12:00 horas

Participação em reunião do Conselho de Alimentação e

Nutrição.

28 14:00 horas 18:00 horas Observação do trabalho da equipe CREAS

29 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Participação em reunião do Nauratins

Planejamento das ações de atendimento do CREAS

30 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Participação na palestra com equipe do PSF

Participação na palestra destinada a saúde dos jovens

Total de horas realizadas: 32

Supervisor de campo CLEUSA EUGENIA NETO

Orientador acadêmico (tutor de sala) LUCIANA RODRIGUES DA SILVA

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL-BACHARELADO

ROTEIRO FICHAS E SUPERVISÃO DE CAMPO E ORIENTAÇÃO ACADEMICA

Mês/ano: Maio de 2010

Nome do aluno: Claudiane Ferreira Silva

DIA Horário Assuntos Tratados

15 14:00 horas

17:00 horas Orientações gerais de estágio

22 14:00 horas

17:00 horas:

.Apresentação de resolução 533/2008 CFESS

29 14:00 horas

17:00 horas Apresentação da lei 8662/93 Reg. Da Profissão

Supervisor de campo CLEUSA EUGENIA NETO

Orientador acadêmico (tutor de sala) LUCIANA RODRIGUES DA SILVA

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL-BACHARELADO

ROTEIRO FICHAS E SUPERVISÃO DE CAMPO E ORIENTAÇÃO ACADEMICA

Mês/ano: junho de 2010

Nome do aluno: Claudiane Ferreira Silva

DIA Horário Assuntos Tratados

5 14:00 horas

17:00 horas Orientações gerais de estágio e balanço do primeiro mês

de estágio

Supervisor de campo CLEUSA EUGENIA NETO

Orientador acadêmico (tutor de sala) LUCIANA RODRIGUES DA SILVA

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL-BACHARELADO

Registro de freqüência Mês/ano: Abril/ 2010

Nome do aluno: Claudiane Ferreira Silva

DIA ENTRADA SAÍDA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

4 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Visita Domiciliar

Estudo de Casos

5 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Visita Domiciliar

Estudo de Casos

6 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Reunião de técnicos, autoridades e gestor para deliberar

sobre políticas publicas

7 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Planejamento da reforma do espaço físico CREAS

11 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Inicio do planejamento para que será desenvolvida na

semana nacional de luta contra a exploração e o abuso

sexual em crianças e adolescentes

12 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Continuidade do planejamento para que será desenvolvida na

semana nacional de luta contra a exploração e o abuso

sexual em crianças e adolescentes

13 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Articulação com a rede de proteção social para o

Desenvolvimento das ações anteriores

14 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Reunião com a equipe CREAS

Oficina para a confecção de material educativo para o

Desenvolvimento das ações

18 08:00horas

12:00 horas

Mobilização Social alusiva a semana Nacional de Luta

Contra o Abuso e a Exploração sexual de Crianças

E Adolescentes

18 14:00 horas 18:00 horas Reunião com o C.T para a avaliação da mobilização

Oficina de confecção de cartazes e outras matérias

19 08:00horas

14:00 horas

19:00 horas 12:00 horas

18:00 horas

22:00 Palestra na Escola Estadual Olavo Bilac

Palestra com a Assistente Social e a Psicóloga, na Escola

Estadual Olavo Bilac, com apresentações de dança,

Esporte

20 08:00horas

14:00 horas

19:00 horas 10:00 horas

16:00 horas

22:00 Apresentações teatrais co os alunos da Escola Estadual

Olavo Biac, cujo contexto abordado no tema durante a

Semana

Palestra no Assentamento P.. Arlindo na abordagem dos Assuntos com o Tema: Pedofilia

Palestra sobre pedofilia, exploração sexual em crianças e

Adolescente.

21 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas Apresentação, gospel, l dança, teatro e palestra sobre o tema.

Palestra sobre bulling, apresentação de dança, palestra PSF,

Gravidez na adolescência e DST,

Palestra equipe CREAS sobre pedofilia;

Confraternização

25 08:00horas

14:00 horas 12:00 horas

18:00 horas

Reunião da equipe para avaliação dos impactos

positivos e negativos sobre os tema discutidos

reunião com o C. I para deliberar e receber a carteira do

idoso

26 08:00horas

19:00 horas 12:00 horas

22:00 horas Visitas ao PETI, ao núcleo dos Pioneiros Mirins, CRAS para

Realização do Sentinela em pontos estratégicos e críticos

27 08:00horas

14:00 horas

12:00 horas

18:00 horas Observação de reunião com grupo familiar

Observação no atendimento individual

Reunião com equipe CREAS, C.T e CMDCA para

Fechamento de relatórios e encaminhamentos de

casos iniciados

Total de horas realizadas: 128

Supervisor de campo CLEUSA EUGENIA NETO

Orientador acadêmico (tutor de sala) _ LUCIANA RODRIGUES DA SILVA

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL-BACHARELADO

Avaliação de Estágio Curricular II

I – IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO

1- Aluno⁄ Estagiário: Claudiane Ferreira Silva

2- Data do Estágio: Abril a Maio

3- Semestre Letivo: 6º semestre.

II – IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL DO ESTÁGIO

1-Nome: CREAS (Centro de Referencia Especializado em Assistência Social)

2-Supervisor de Campo: Cleusa Eugenia Neto

CRESS: 0720

3-Orientador Acadêmico: Luciana Rodrigues da Silva

CRESS: 486

III – AVALIAÇÃO

O processo de ensino aprendizagem em relação à teoria/prática, entendimento do processo de supervisão.

1.1 CONCEITOS

EX – Excelente - entre 90% e 100%;

MB – Muito Bom - entre 80% e 89%;

B – Bom - entre 70% e 79%;

S – Suficiente - entre 50% e 69%;

I – Insuficiente - até 49%.

1- CONHECIMENTO ADQUIRIDO NO ESTÁGIO I Ex MB B S I

• Conhecimento sobre planos, serviços e projetos existentes na área X

• Reflexão sobre a importância das políticas sociais do setor X

• Reflexão sobre a importância da atuação do assistente social X

2- CONHECIMENTO SOBRE O USUÁRIO EX MB B S I

• Conhecimento das características do individuo atendido na instituição. x

• Conhecimento dos critérios de elegibilidade e atendimento X

• Conhecimentos da problemática, objeto de atuação. X

3- PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DO SERVIÇO SOCIAL EX MB B S I

• Cumprimento dos objetivos propostos no campo de estágio. X

• Reflexão sobre referencial teórico-metodológico do assistente social. x

• Documentação da atividade desenvolvida. X

4- COMPROMISSO DO ESTÁGIO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EX MB B S I

• Cumprimento das tarefas propostas X

• Dedicação, interesse e envolvimento nas atividades desenvolvidas. X

• Cumprimento das atividades propostas X

Considerações finais do supervisor de campo sobre o estágio II:

O estágio foi bastante proveitoso, pois a aluna se dispôs com muito interesse em observar bem o trabalho do Assistente Social e sua interação com os demais membros da equipe. Demonstrou bastante interesse, ética e neutralidade. O estagio foi considerado bastante participativo observando os três sujeitos, com seus respectivos papéis e funções, cuja interação se deu na direção construtiva de um saber.o aluno nesta tríade, estabeleceu vínculos entre a instituição e a Universidade, entre o usuário do sistema e o acadêmico,obteve conhecimento entre a teoria e a prática.

Considerações finais do orientador acadêmico (tutor de sala), sobre o Estágio:

O estágio é o espaço de aproximação inicial ao mundo do trabalho e na mesma observação direta ao desenvolvimento de habilidade no campo profissional. Vale esclarecer que a acadêmica demonstrou um bom aproveitamento e compromisso frente ao estágio

Considerações finais da aluna estagiária sobre o Estágio II

A realização de um estágio com um profissional qualificado, competente e disposto a acompanhar e refletir sobre dúvida existente no ambito proficional e de suma importãncia para a prática profissional no futuro, pois é através do mesmo que observa – se as dificuldades enfrentadas no campo profissional frente as demandas ofertadas, dispertando um ineresse maior no que tange as inumeras faces da prosissão, em nem um momento a supervisora de campo e a academica se disponibilizaram a me aconpanhar para que podessemos juntas desenpenhar um estágio proveitoso de qualidade.

Data_30/06/2010

SUPERVISOR DE CAMPO: CLEUSA EUGENIA NETO

ORIENTADOR ACADÊMICO (tutor de sala)_ LUCIANA RODRIGUES DA SILVA

ESTAGIÁRIA: Claudiane Ferreira Silva