Trabalho Completo Transito Brasileiro

Transito Brasileiro

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Categoria: Política

Enviado por: 96274861 09 abril 2013

Palavras: 2462 | Páginas: 10

VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO.

A violência no transito brasileiro a cada dia aumenta mais, todos os dias ao ligarmos a televisão ou entramos em saite de noticia, esta sempre na primeira pagina.

sãopessoas inocentes, ou até mesmo culpados tiradas de suas vidas por consequencia banais, por puro descaso, ou até por "ironia do destino".

Hoje a violência no trânsito é a terceira maior causadora de morte no mundo. E a unica coisa a melhorar esse ranking é a conciêntização da população de suas atitudes no trânsito.

Com toda facilidade de se fazer financiamento para compra de veiculos, a população tem comprado mas carros, ecom isso abarrotando as ruas e as rodovias com super lotação de carros.Com essa superlotação o trãnsito fica mas lento, assim gerando conflitos entre as pessoas, causando stres,intolerancia, inpaciencia, medo de chegar atrasado a algum compromisso importante e etc.

As vezes o stress é tão grande que apesar de saberem do valor elevado das multas e que a fiscalização utiliza radares e barreiras eletrônicas, as pessoas perdem o total equilíbrio emocional e acabam cometendo crimes de trânsito. Crimes que têm consequências graves.

Os fatores que geram mais violência no trânsito são o uso do álcool ou outras drogas, o desrespeito às sinalizações, o excesso de velocidade e a má condição dos veículos.

A mortandade e a selvageria nas estradas também tem o mesmo princípio. A maior parte dos milhares de mortos no trânsito, certamente eram vidas produtivas, responsáveis pelo sustento de outras. Neste mundo de feridos, muitos estão inválidos.

No Brasil, na década de 90, as leis de trânsito e a fiscalização ficaram mais consistentes, reduzindo pela metade os índices de mortalidade, chegando a 25 mortes/100 mil hab/ano, número ainda alto quando comparado aos países do primeiro mundo. Os índices do nosso país são semelhantes ao de países do terceiro mundo como El Salvador, Vietnam, Índia e países da África, que superam a média de 30 mortes/100 mil hab/ano.

Cientes dos números alarmantes de acidentes de trânsito no país, as autoridades brasileiras colocaram em vigor, nos últimos anos, duas novas leis visando à redução no número de mortes.

Em 19 de julho de 2008 foi alterado o Código de Trânsito Brasileiro, inserindo uma lei de proibição do consumo de bebida alcoólica por condutores de veículos, batizado de “Lei Seca”. As ameaças de multa e a perda da carteira de habilitação por 12 meses, fizeram com que o número de mortes diminuíssem 6,2%, ou seja, redução de 2.302 mortes por ano.

Os atropelamentos são responsáveis por 36% das mortes nas estradas brasileiras. O pedestre só tem chance de sobreviver se o veículo estiver a 30 km/h. Se o motorista estiver a 40 km/h, a chance de óbito vai para 15%. A 60 km/h, a chance de morte cresce assustadoramente, vai para 70%. E, caso o pedestre seja apanhado a 80 km/h, provavelmente não terá qualquer chance de sobreviver.

DIREITOS E DEVERES PARA CONDUTOR DE VEICULO.

§1º do Artigo 1º do Código de Trânsito Brasileiro: considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.

Inciso 2º. O trânsito em condições seguras é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do sistema nacional de trânsito, a estes cabendo no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito. Assim sendo é dever de todo cidadão respeitar as leis de trânsito, bem como a sinalização e as regras de circulação, essa postura além de ser um ato de cidadania nos deixa em condições de cobrar nossos direitos, mas para isso precisamos primeiro cumprir com nossos deveres.

Quando desobedecemos ou não respeitamos qualquer regra de trânsito, seja como motorista, motociclista, ciclista ou pedestre, automaticamente anulamos todos os nossos direitos.

O direito do cidadão deve estar garantido pelo Poder Público, sob pena do próprio Estado se responsabilizar pelas infrações e danos oriundos do trânsito brasileiro.

DIREITOS NA CONDUÇÃO DE VEÍCULO

Usufruir de vias seguras.

Ser educado por campanhas sólidas sobre a legislação de trânsito e direção defensiva.

Requerer e obter toda a ajuda necessária dos órgãos de trânsito e dos agentes fiscalizadores que antes de punir deverão orientar.

Ser bem atendido nas repartições públicas que administram o trânsito no Brasil.

Receber assistência médica gratuita em caso de acidentes de trânsito.

DIREITOS EM CASO DE SER MULTADO

Ter acesso ao auto de infração lavrado pelo agente fiscalizador de trânsito, que não poderá ter nenhum erro no preenchimento, sendo opção do motorista assiná-lo ou não;

Poder indicar o condutor que estava dirigindo na data/hora da infração;

Ter acesso às fotos e relatórios de radares e sensores que serviram de prova para impor determinada multa;

Ter acesso aos laudos que auferiram o funcionamento dos radares e sensores;

Ter o amplo direito de defesa no caso de multas e outras autuações;

Ter acesso aos processos de sua defesa para consulta;

Poder utilizar todas as provas que ajudarão em sua defesa;

No julgamento do recurso, este deverá ser publicado com seu fundamento;

Poder recorrer do julgamento em órgãos superiores;

DEVERES DO MOTORISTA

Possuir Carteira de Habilitação ou Permissão para dirigir, válida e de categoria que permita conduzir o veículo.

Usar lentes corretoras de visão, aparelho auxiliar de audição, de prótese física ou as adaptações do veículo impostas por ocasião da concessão ou da renovação da licença para conduzir.

Deverá dirigir sem a influência de álcool, nível superior a seis decigramas por litro de sangue, ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica.

Quando permitir ou entregar a direção do veículo a outra pessoa, deverá verificar as condições dos itens acima.

Sempre utilizar e exigir dos passageiros o uso do cinto de segurança.

Transportar crianças observando as normas de segurança especiais estabelecidas.

Respeitar os pedestres e demais veículos não ameaçando ou arremessando neles ou nas vias, água, detritos, objetos ou substâncias.

Utilizar o veículo sem disputar corrida por espírito de emulação, competição esportiva, eventos organizados, exibição e demonstração de perícia em manobra de veículo, ou deles participar, como condutor, sem permissão da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via.

Deverá prestar ou providenciar socorro à vítima em caso de acidente de trânsito quando solicitado pela autoridade e seus agentes.

Deverá em caso de acidentes sem vítima, adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito.

Conservar o veículo em perfeito estado de conservação e devidamente abastecido.

Deverá estacionar ou parar o veículo em local permitido a mais de 5 metros das esquinas e afastado da guia da calçada a menos de cinquenta centímetros.

Utilizar a faixa ou pista da direita, quando regulamentada como de circulação exclusiva para determinado tipo de veículo, somente para acesso a imóveis ou conversões à direita.

Transitar pela contra mão em vias com duplo sentido, somente para ultrapassar outro veículo e pelo tempo necessário, respeitando a preferência do veículo que transitar em sentido contrário.

Transitar com o veículo em locais e horários permitidos pela regulamentação estabelecida pela autoridade competente.

Dar passagens e não seguir veículos precedidos de batedores, de socorro, de incêndio e salvamento, de polícia, de operação e fiscalização de trânsito e às ambulâncias, quando em serviços de urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentados de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes.

Conduzir o veículo sem forçar passagem entre veículos que, transitando em sentido opostos, estejam na iminência de passar um pelo outro ao realizar operação de ultrapassagem.

Guardar distância de segurança lateral e frontal entre seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo.

Deverá conduzir o veículo em via própria, não podendo transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcar de canalização, gramados e jardins públicos.

Transitar em marcha à ré, somente na distância necessária à pequenas manobras de forma a não causar riscos à segurança.

Indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção, quando for manobrar para um desses lados.

Deslocar com antecedência, o veículo para a faixa mais à esquerda ou mais à direita, dentro da respectiva mão de direção, quando for manobrar para um desses lados.

Sempre que solicitado dar passagem pela esquerda.

Ultrapassar sempre pela esquerda, salvo quando o veículo da frente estiver colocado na faixa apropriada e der sinal que vai entrar à esquerda.

Ultrapassar com segurança, não devendo ultrapassar, pelo acostamento, em intersecções e passagens de nível, pela contra mão, nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente, nas faixas de pedestre, pontes, viadutos, túneis, veículo parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, cancelas cruzamentos ou qualquer outro impedimento à livre circulação, onde houver marcação viária longitudinal de divisão de fluxos opostos do tipo linha dura contínua ou simples contínua amarela.

Deverá ultrapassar veículo em movimento que integre cortejo, préstito, desfile e formações militares, somente com autorização da autoridade de trânsito ou de seus agentes.

Somente executar operação de retorno, conversão à direita ou à esquerda, em local permitido.

Obedecer o sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória.

Somente com autorização, transpor bloqueio viário policial ou não, com ou sem sinalização ou dispositivos auxiliares, deixar de adentrar às áreas destinadas à pesagem de veículos ou evadir-se para não efetuar o pagamento do pedágio.

Parar o veículo antes de transpor linha férrea, e quando a via for interceptada por agrupamento de pessoas ou veículos, como préstitos, passeatas, desfiles e outros.

Entrar ou sair de áreas lindeiras adequadamente posicionado para ingresso na via e com as precauções de segurança de pedestres e de outros veículos.

Ao sair de fila de veículos estacionados dar preferência de passagem a pedestres e a outros veículos.

Transitar com o veículo em velocidade superior a metade da velocidade máxima estabelecida para a via, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na faixa da direita.

Reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito ao se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos, desfiles, em locais onde o trânsito esteja sendo controlado pelo agente da autoridade de trânsito, mediante sinais sonoros ou gestos, ao aproximar-se da guia da calçada (meio-fio ou acostamento, ao aproximar-se de ou passar por intersecção não sinalizada, nas vias rurais cuja faixa de domínio não esteja cercada, nas curvas de pequeno raio, ao aproximar-se de locais sinalizados com advertência de obras ou trabalhadores na pista, sob chuva, neblina, cerração ou ventos fortes, quando houver má visibilidade, quando o pavimento se apresentar escorregadio, defeituoso ou avariado, na aproximação de animais na pista, em declive, ao ultrapassar ciclista, nas proximidades de escolas, hospitais, estações de embarque e desembarque de passageiros ou onde haja intensa movimentação de pedestres.

Portar placas de identificação de acordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo CONTRAM.

Transitar com o farol regulado ou com o facho de luz alta de forma a não perturbar a visão de outro condutor.

Sinalizar a via, de forma a prevenir os demais condutores e, a noite, manter acessas as luzes externas, tomar as providências necessárias para tornar visível o local, quando tiver de remover o veículo da pista de rolamento ou permanecer no acostamento e quando a carga for derramada sobre a via e não puder ser retirada imediatamente e retirar todo e qualquer objeto que tenha sido utilizado para sinalização temporária da via.;

Utilizar a buzina somente nos padrões e frequências estabelecidas pelo CONTRAN.

Usar no veículo equipamento com som, aparelhos de alarme ou que produza sons e ruído em volume ou frequência autorizados pelo CONTRAN e que não perturbem o sossego público.

Principais Causas de Acidentes

Muitas vezes nao temos paciência de ler ,escutar ou assistir filmes sobre o nosso trânsito.

Falta-nos paciência, dirigindo nas avenidas e nas estradas, atuando pessoalmente no trânsito. Por que nos é tão difícil e irritante qualquer assunto relacionado aos problemas de trânsito?: ainda não aprendemos a lidar com essa temática. Ainda não formamos a cultura que privilegie a preservação da vida. Não fomos preparados para este mundo mecanizado, motorizado, alucinado e em constante transformação.

.O Brasil tem prejuízo anual de R$ 105 milhões com acidentes de trânsito. São custos com perdas em produção, custos médicos, previdência social, custos legais, perdas materiais, despesas com seguro e custos com emergências entre outros.64% dos acidentes são causados por falhas humanas. 30% tem origem em problemas mecânicos. Apenas 6% são conseqüência de má conservação de via. Principais Causas de Acidentes Dirigir sob efeito de álcool e substâncias entorpecentes, Trafegar em velocidade inadequada, Inexperiência e falta de conhecimento, Falta de atenção e falha de observação.Metade das mortes no trânsito envolvem motoristas embriagados. Mesmo em pequenas doses, o álcool prejudica a percepção de velocidade e distância, pode causar dupla visão e incapacidade de coordenação. A pessoa alcoolizada tende também a fixas os olhos em movimento e não consegue observar tudo o que acontece no trânsito.Algumas drogas para tirar o sono podem fazer o condutor dormir de olhos abertos.

Os defeitos mais comuns que podem causar acidentes são:

freios desregulados;

lâmpadas queimadas;

limpador do pára-brisa com defeito ou a paleta em péssimo estado;

falta de buzina;

espelho retrovisor deficiente;

cinto de segurança defeituoso;

pneus gastos ou defeituosos;

faróis desregulados.

O que se deve fazer para melhorar?

O que na verdade se falta fazer para que se cumpra as leis de transito, são maiores empenhos dos governantes com leis mais rigorosas, com multas mais ofensivas,rodovias mas bem pavimentas, e principalmente na educação com crianças e adolecentes sobre o transito, porque se frorem educados e bem entendidos sobre direitos e deveres das leis de transito, com certeza eles terão base de ser um bom motoristas no futuro.

Primeiramente temos que analisar as situações do trânsito de nossa cidade. Umas das primeiras medidas a serem tomadas é a conscientização dos motoristas, pois muitas vezes piora o transito, como por exemplo, virar sem dar a seta de sinalização. As pessoas não irão adivinhar o que o motorista irá fazer, fazendo outros carros esperar em vão. Muitos motoristas não dão passagem para quem quer entrar em um cruzamento, no Japão, mesmo com transito caótico das grandes cidades sempre se abre a passagem para o carro entrar, um a um. Aqui no Brasil, muitos não dão passagem e quando uma boa alma resolve deixar um passar, pessoas que ficaram esperando por muito tempo e sem paciência resolvem passar todos de uma vez e mais uma vez para de um lado.

Temos que ter consciência que todos estão passando pela mesma dificuldade e quanto mais dificultar, maior será o estrago. Vejo muitas vezes ao entrar em um cruzamento que esta com transito, carros vindo pela direita para passar a frente e acaba fechando a pista para quem esta querendo entrar se não provoca um acidente, atrasa ainda mais o transito pois todos ao redor tem que parar.

Exemplos de medias a serem tomadas:

1.Transporte coletivo.

o uso de transporte coletivo ajuda muito no transito, muitas empresas oferecem fretamento de onibus, assim os carros ficam em casa. o metrô ta