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Prática do componente Curricular PCC - Unip

Por:   •  19/10/2017  •  Trabalho acadêmico  •  720 Palavras (3 Páginas)  •  863 Visualizações

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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP

MORISSON ADRIANO DA SILVA LIMA – RA: 1776884

 

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

Prática como Componente Curricular – PCC: A vida e as contribuições científicas de Marie Curie

  

  

   

  

  

  

  

 

 

 Itajaí  

2017 

UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP  

MORISSON ADRIANO DA SILVA LIMA - RA: 1776884  

  

  

 

  

  

  

  

Prática como Componente Curricular – PCC: A vida e as contribuições científicas de Marie Curie

Atividade curricular apresentada como requisito parcial para obtenção de media referente à disciplina de Química Geral, do curso de Ciências Biológicas - EAD.

Professora: Luciana Mantzouranis 

  

  

 

 

 

 

Itajaí  

2017 

 Marie Curie, nascida em 07 de novembro de 1867, cientista polonesa, formada em Física e Matemática, também casada com Pierre Currie, físico francês que trabalhava em pesquisas elétricas e magnéticas. 

  Em 1895 Marie estava buscando um tema para sua tese de doutorado e resolveu se inspirar nas pesquisas de Henri Becquerel, que havia descoberto as radiações emitidas pelo Urânio. Ela escolheu o tema que considerava curioso, mesmo não tendo tanta importância na época, "Estudo da radiação do Urânio, através do método elétrico", escolheu o tema pelo fato de que a máquina elétrica poderia medir a radiação, conforme estudos anteriores da pesquisa de Becquerel. Esse aparelho fornecia resultados mais rápidos e números que poderiam ser comparados entre sí. O fato de seu esposo poder construir a máquina, que era uma aparelhagem relativamente simples, auxiliou na facilitação da sua pesquisa, e o mesmo a auxiliou no início com a adaptação no manuseio da máquina, que já não era tão simples, devido a questões de regulagem.  

  Foi então que ela teve a brilhante ideia de buscar novos elementos que emitiam radiação como o Urânio, e acabou descobrindo elementos radioativos como o Tório, Polônio e Rádio. Ela também concluiu com o estudo, que o aquecimento não aumentava a intensidade da radiação do urânio, pois o fulano acreditava que se o Urânio fosse exposto com uma grande quantidade de calor e luminosidade o mesmo iria emitir mais radiação, com um comportamento semelhante a elementos de fosforescência, no entanto, a cientista Marie discordou e provou que o mesmo estava errado. 

  A cada passo que ela dava, conseguia descobrir mais informações e argumentos que defendessem a suas hipóteses. Concluiu que o alumio absorvia mais o urânio do que o Raio X. Começou a comparar outras substâncias juntas com o urânio para identificar se o mesmo emitia mais radiação, com essa experiência Marie conseguiu descobrir outro mineral de Urânio que emitia mais radiação que o próprio Urânio-metálico, chamado de Uruninita. Percebeu que as radiações do Urânio metálico eram menos intensas do que as da Uruninita. Foi aí que ela começou a analisar os componentes separadamente e concluiu que o Tório emitia radiação e o Nióbio não, sendo os mesmos, partes do Uruninita. Descobriu também um novo elemento chamado Calcolita que era desconhecido naquela época. Viu que os compostos juntos não influenciavam no aumento da radiação, então notou que a quantidade de radiação emitida era relevante apenas quando havia o aumento da quantidade de um só elemento radiotivo, e que compostos inativos apenas absorviam a radiação. Antes ela manipulou os elementos para comprovar a relevância do estudo que suponha que os minerais juntos não produziam mais radiação. 

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