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Por:   •  24/8/2019  •  Seminário  •  1.342 Palavras (6 Páginas)  •  61 Visualizações

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                      Centro Universitário Integrado[pic 1]

                       Curso de graduação em Enfermagem

Professora: Suamy Carla Paro Geron

Disciplina: Enfermagem em doenças tropicais e infecciosas

Aline Lopes

Bruna Joice Holland Godoi

 Matheus Mendes Pascoal

Plano de Gerenciamento de Recursos Sólidos na Saúde.

                                              Campo Mourão 2019

Centro Universitário Integrado

Curso de graduação em enfermagem

Plano de Gerenciamento de Recursos Sólidos na Saúde.

Aline Lopes

Bruna Joice Holland Godoi

 Matheus Mendes Pascoal

Trabalho apresentado à disciplina Enfermagem em doenças tropicais e infecciosas, do curso de graduação de Enfermagem, como requisito parcial para obtenção da nota do 1º bimestre.

      Orientadora: Prof. Suamy Carla Paro Geron

 

                                           

Campo Mourão 2019

Como todos o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um documento técnico que se refere ao gerenciamento de resíduos de saúde, elaborado pelos estabelecimentos da área da saúde. Nesse plano são estabelecidas as ações para o correto manejo dos resíduos provenientes de todos os serviços relacionados ao atendimento à saúde humana e animal.

Elaborar um PGRSS, além de ser um passo de extrema importância para garantir o correto gerenciamento de resíduos de saúde e trazer muitos benefícios, é obrigatório para muitos estabelecimentos.

É necessário reconhecer o problema e a ter uma participação positiva da administração para iniciar o processo. É necessário definir um profissional que ficará responsável pelas tarefas. Analisar as legislações Federal, Estadual e Municipal. Realizar uma avaliação dos Resíduos de Serviço de Saúde (RSS) gerados pelo estabelecimento, estudar a documentação existente. Definir estratégias de trabalho. Conversar com a direção e falar sobre as etapas de trabalho, conseguindo o seu amparo.

Definir quem faz e como faz. Essa pessoa deve ter registro ativo junto ao seu conselho de classe; apresentar a Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, ou o Certificado de Responsabilidade Técnica, ou documento similar quando couber. Compor uma equipe de trabalho, de acordo com a tipificação dos resíduos gerados. Essa equipe deve estar composta e treinada adequadamente para as tarefas e participar de todas as etapas do plano. O responsável pelo PGRSS deve elaborar, desenvolver, implantar e avaliar a aplicação do PGRSS, de acordo com as especificações legais já mencionadas e supervisionar todas as etapas do plano.

Para a elaboração da PGRSS, é necessário o plano de gerenciamento, deve ser descrita todas ações que será realizada no local. A ordem de prioridade para a gestão, os fatores que tem maior impacto sobre a instituição que está sendo realizado. Os princípios como o da prevenção, poluidor a prioridade como redução, reutilização, reciclagem, e tratamento e destinação final. Após a identificação do problema, é realizado a justificativa e estabelecimento, os responsáveis pelas etapas de gerenciamento até o destino final.

Exemplo: Agente infeccioso que desencadeia a infecção: Agente infeccioso – Porta de Entrada – Porta de Saída – Modo de Transmissão – Reservatório.

Condições do estabelecimento e quais são as áreas críticas as áreas críticas são áreas que oferecem riscos a transmissões de doenças ou infecções, onde é realizado procedimentos que podem afetar o sistema imunológico como UTI, clínicas, salas cirúrgicas.  

Semicríticas são ocupadas por pacientes com baixa transmissibilidade de doenças que não precisam de isolamento.

Não críticas onde realizam os procedimentos e é de livre circulação no hospital, clínicas que não precisam de EPI (equipamento de proteção individual).

Levantamento das atividades: Para o funcionamento da PGRSS é necessário a visita técnica onde a equipe vai percorrer os ambientes hospitalares e iniciar a gestão, vai visitar cada unidade além de organizar planilhas e documentos necessário para desenvolvimento de ações e preencher o formulário e todo cheklist. Levantando os riscos das informações coletadas.

Identificação dos resíduos: Os resíduos devem ser classificados e separados de acordo com a sua classificação dentro do ambiente hospitalar.

Resíduos perigosos – Classe 01: Apresenta inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxidade e patogenicidade.

Resíduos classe 02 – Não perigosos: Não inertes: Apresentam solubilidade em água ou biodegradabilidade

Inertes: Possui concentrações maior em água e excetuando-se aspectos cor, turbidez, dureza, sabor.

Todo resíduo é identificado com símbolo para prevenção: Grupo A:  Substância química infectante devem ser acondicionados em sacos brancos e substituídos quando atingirem 2/3 ou a cada 24 horas. Deve ser rosqueado e vedado em material rígido.

Grupo B: Sustância Química e frases de risco devem ser destinados de forma isolada, ou misturado de acordo com a compatibilidade de resíduos químicos em material rígido rosqueado e vedado.

Grupo C: Símbolo substâncias com presença de radiação devem ser destinados em frascos de até dois litros ou em bombonas sempre que possível de plásticos, resistentes com tampa rosqueada, vedada com material inquebrável e com profundidade para segurança e volume da substancia.

Grupo D destinado a reciclagem e reutilização em sacos impermeáveis.

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