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Atividades Práticas Supervisionadas - APS FISIOTERAPIA AQUÁTICA

Por:   •  10/9/2019  •  Trabalho acadêmico  •  2.457 Palavras (10 Páginas)  •  6 Visualizações

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UNIVERSIDADE PAULISTA

Instituto de Ciências da Saúde

Curso de Fisioterapia

 

Alessandra Aparecida Blanc Taxiotti        R.A. C86174-0

Diana Menezes de Mendonça         R.A.C767EI-5

Mariana Chimello         R.A. N803BH-8

Maria Laura Pipoli Marconi         R.A. C778GI-1

Natalia Rosales de S. Candido         R.A. C98824-3

Patricia Fontana         R.A. C990AJ-5

Atividades Práticas Supervisionadas - APS FISIOTERAPIA AQUÁTICA

Orientador Prof°. Fabio Alexandre Casarin Pastor

Araraquara-SP 2017

UNIVERSIDADE PAULISTA

Instituto de Ciências da Saúde

Curso de Fisioterapia

Alessandra Aparecida Blanc Taxiotti        R.A. C86174-0

Diana Menezes de Mendonça         R.A.C767EI-5

Mariana Chimello         R.A. N803BH-8

Maria Laura Pipoli Marconi         R.A. C778GI-1

Natalia Rosales de S. Candido         R.A. C98824-3

Patricia Fontana         R.A. C990AJ-5

Atividades Práticas Supervisionadas - APS FISIOTERAPIA AQUÁTICA

Trabalho referente à disciplina “ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS” do curso de Fisioterapia do instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista – UNIP, Campus Araraquara, sob a orientação do Prof°. Fabio Alexandre Casarin Pastor sobre a disciplina Fisioterapia Aquática, como requisito de avaliação.

INTRODUÇÃO

Esse trabalho faz parte da disciplina ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS – APS, e tem como objetivo trazer conhecimentos na área da Fisioterapia Aquática, complementado com a bibliografia atual sobre o Tratamento Hidroterapêutico na Distrofia Muscular de Duchenne - DMD, orientado pelo prof. Fabio Alexandre Casarin Pastor.

Como metodologia inicialmente foi abordado o tema sobre a Distrofia Muscular de Duchenne, o perfil clínico do paciente e quais os efeitos da hidroterapia sobre ele, através da pesquisa feita em artigos da revista Fisioterapia&Pesquisa – USP, Revista Neurociências e revista Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR .

Essa disciplina contribuiu para aumentar nossos conhecimentos sobre como a hidroterapia é importante nos tratamentos de distrofias, como a DMD; já que, mesmo não sendo um tratamento para a cura da doença, é uma importante ferramenta no controle do avanço da doença e em seus cuidados paliativos.

REVISÃO DE LITERATURA:

Distrofia Muscular de Duchenne e Tratamento Hidroterapeutico

A Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) faz parte do grupo das Distrofias Musculares Progressivas, sendo a mais grave e, também, a mais comum desse grupo. Sua incidência é de 1 a cada 3.500 nascidos vivos do sexo masculino sendo que, no Brasil, ocorrem 700 novos casos da doença por ano.

Apresenta caráter degenerativo, com evolução progressiva e irreversível. “Tem herança recessiva ligada ao cromossomo X, afetando clinicamente o sexo masculino, e assintomaticamente o sexo feminino.” (Monteiro, M. R.; Lanzillotta, P., 2013, p. 14)

“O gene afetado localiza-se no braço curto do cromossomo X, na região Xp21, o qual codifica a proteína distrofina, localizada no sarcolema das fibras musculares, e tem a função de garantir a integridade da membrana muscular”.(Monteiro, M. R.; Lanzillotta, P., 2013, p. 14)

A ausência da distrofina provoca a necrose das fibras musculares, principalmente as dos músculos esqueléticos, agindo posteriormente na musculatura respiratória e cardíaca.

As manifestações pré-clínicas, em geral, são vistas entre o segundo e terceiro ano de vida; pode ser observado, por exemplo, que a criança fica muito tempo engatinhando, e só adquire a marcha depois de 18 meses.

As alterações funcionais iniciam-se com o enfraquecimento muscular, que ocorre gradualmente e de forma ascendente, simétrica e bilateral, com início na cintura pélvica e membros inferiores, progredindo para musculatura de tronco e para a musculatura responsável pela sustentação da postura bípede, cintura escapular, membros superiores, pescoço e músculos respiratórios. (SANTOS N.M.; et al, Perfil clínico e funcional dos pacientes com Distrofia Muscular de Duchenne assistidos na Associação Brasileira de Distrofia Muscular (ABDIM), 2006, p.16)

Aos 5 anos de idade, a fraqueza muscular torna-se evidente, pois é quando a criança apresenta dificuldades com a deambulação (marcha anserina), e em outras ações simples como subir escadas, saltar ou correr, sendo que também apresenta quedas frequentes.

O aumento da musculatura da panturrilha ocorre no estágio inicial da doença e a essa alteração é dado o nome de pseudo-hipertrofia. De acordo com Fátima Ap. Caromano, et al, (1998) esse aumento do volume muscular é causado pela  proliferação anormal do tecido intersticial em fibras do músculo gastrocnêmio, produzindo à palpação da massa muscular firmeza e resistência. Mesmo tendo maior ocorrência no músculo gastrocnemio, pode envolver outros grupos musculares como, por exemplo, os músculos masseteres, deltóides, serrátil anterior, quadríceps femural e, com menor incidência, outros músculos.

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