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Resenha Sobre má Formação Congênita

Por:   •  4/6/2013  •  972 Palavras (4 Páginas)  •  623 Visualizações

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VILIA, M.L.A; RIVEIROS, A.C.G; MIGLINO, M.A; SANTOS, J.M. Anencefalia: causas de uma malformação congênita. São Paulo. Unifesp. 2009.. Agentes da má-formação embrionária. Revista Neurociência. v. 18, n 2, p. 244 - 248, 2010.

Uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) pelos pós-graduados Miryan Vilia Lança Alberto e Alvaro Carlos Riveiros Galdos, e professores Maria Angélica Miglino e Jose Manoel dos Santos, aborda um assunto fundamentado em pesquisas sobre o desenvolvimento embriológico e possíveis agentes ambientais que podem vir a causar a anencefalia, esta consiste no encéfalo com uma formação anormal prejudicando todo o sistema nervoso central, tornando o feto natimorto ou causando a morte deste em poucos dias.

Palavras-chave: Anencefalia. Teratógenos. Tubo neural.

O artigo realizado pelos autores inicia-se com Pesquisas feitas que provam a existência de uma taxa pequena de incidente, cerca de 1 para cada 1000 a 2000 gestações nos Estados Unidos e em paises como França, Bélgica e Áustria. Contudo, no Brasil o número desta má formação aumenta quase 2 para cada 1000 a 2000 gestações. Alguns motivos desta má formação pode ser por culpa de teratógenos, ou seja, agentes ambientais, como por exemplo infecçoes, drogas, vírus, radiação e doenças maternas, muitas vezes o tempo de contato ou exposição a radiação, a dosagem excesivas de drogas podem aumentar bruscamente as chances de afetar o desenvolvimento do embrião, mesmo este estando protegido dentro do útero. Os orgãos são as areas mais afetadas pelos teratógenos por culpa da sensibilidade destes no desenvolvimento embrionário.

Durante o desenvolvimento embrionário, os teratógenos afetam o orgão e o tecido quando estão mais aptos a recebe-lo, nos humanos o momento é entre o 15 a 30 dias, pois o fechamento do tudo neural está no 23º a 26º para o neuróporo cefálico e 26º a 30º para o neuróporo caudal. Acredita-se que há quatro regiões de fechamento do tubo neural e que a falha do fechamento de um desses resulta no defeito do tubo neural. Com a falha do fechamento do tubo neural, se torna impossivel o diferenciamento do sistema nervoso central, isto pode gerar, por consequencia, um grande número de anomalias do desenvolvimento.

O feto anencefálico apresenta em geral a ausencia dos hemisfério cerebrais, muitas vezes o diencéfalo e mesencéfalo também estão ausentes mas com a hipófise presente e reduzidas em alguns casos, contudo, o que se destaca é a falência do crescimento do telencéfalo, o que caracteriza a anencefalia.

Em um estudo feito, acredita-se que fetos que apresentam uma concentração baixa de sulfato de deidroepiandrosterona (SDHEA) e cortisol terão anencefalia ou alguma deficiencia. Na anencefalia, geralmente o feto possui o cranio e o encéfalo reduzido, causando a morte deste. Muitas partes do sistema nervoso em um feto anencefálico é limitada, apresentando duas areas abertas: da cauda para a medula superior e da vértebra torácica para a lombar.

Como todas as duenças, a anencefalia também há uma frequencia maior dependendo do tipo de sexo, raça, nível socioeconomico e até mesmo a sazonalidade do local pode influenciar em uma má formação do folheto embrionário, gerando a falha no fechamento do tubo neural. Estudos realizados na Inglaterra demonstra que fetos do sexo feminino são mais afetados pela anencefalia do que o sexo masculino, bem como a caucasóides apresentam um número maior de acontecimento do que a negróide. Acredita-se que

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