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IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFOROS PARA DEFICIENTES VISUAIS: UM ESTUDO SOBRE A SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA DA AVENIDA JOÃO FELIPE CALMON NO MUNICÍPIO DE LINHARES/ES

Por:   •  24/10/2018  •  Seminário  •  2.214 Palavras (9 Páginas)  •  93 Visualizações

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Faculdade Pitágoras de Linhares

IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFOROS PARA DEFICIENTES VISUAIS: UM ESTUDO SOBRE A SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA DA AVENIDA JOÃO FELIPE CALMON NO MUNICÍPIO DE LINHARES/ES

Gabrielle Lopes Barbosa

Leonardo Barbosa Carvalho

Deyse Ellen Nascimento Sessa

Tainara Pereira Santos

Rodrigo Terci Souza

Gustavo Rossato Dadalto

Professor orientador Marcos Menegaz

Linhares/ES

INTRODUÇÃO

O grande processo de urbanização desencadeado nos municípios brasileiros,  associado à ausência de planejamento urbano, provocam uma série de problemas para as cidades, tais como o comprometimento da acessibilidade e mobilidade no ambiente urbano. (LOPES, 2015, pág. 13).

Tal problema é especialmente mais sentido aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida, uma vez que a construção do ambiente urbano privilegia, em sua essência, o transporte motorizado, criando restrições a essa parcela da população no acesso a serviços e bens da cidade (LOPES, 2015).

A organização das cidades, entendida enquanto vitrine dos processos de vivência social, deve possibilitar “que as pessoas com deficiência possam nelas se incluir, possam desenvolver suas atividades quotidianas em oportunidades de igualdade para com as demais pessoas”, pois a acessibilidade é, além de um direito em si, um pressuposto necessário à fruição de todos os direitos fundamentais almejados pela Constituição Federal (ARAÚJO, MAIA, 2016).

Mobilidade urbana e acessibilidade são conceitos próximos.

Segundo Lopes (2015), mobilidade é o deslocamento fácil eficiente de pessoas dentro de um espaço urbano. O Plano Nacional de Mobilidade Urbana Sustentável (BRASIL, 2004) entende mobilidade como uma relação entre pessoas e bens e suas necessidades de deslocamento no espaço urbano.

A acessibilidade, por sua vez, é a “possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos” (ABNT, 2004).

Segundo a Organização das Nações Unidas, o portador de deficiência é “qualquer pessoa incapaz de assegurar por si mesma, total ou parcialmente, as necessidades de uma vida individual ou social normal, em decorrência de uma deficiência congênita ou não, em suas capacidades físicas, sensoriais ou mentais” (ONU,1975).

Qualquer pessoa pode enfrentar dificuldades relacionadas à acessibilidade e mobilidade, seja por acidentes, doenças, ou até mesmo pelo processo natural de envelhecimento (DISCHINGERl, ELY, PIARDI, 2012), o que realça a imprescindibilidade da aplicação de políticas públicas que visem à construção de ambientes urbanos acessíveis.

Como fazer um semáforo para deficientes visuais com maior eficiência

O objetivo do Semáforo é a adaptação de recursos existentes na rotina do cidadão promovendo a inclusão de minorias na sociedade. Um simples semáforo pode ser um grande obstáculo para um deficiente visual, e nosso projeto visa a melhoria desse recurso para torna-lo útil a toda população de Linhares.

A solução é a implantação de um novo mecanismo que tem por obrigação funcionar mutuamente ao semáforo tradicional, alertando ao pedestre o momento certo de atravessar, o que traz condições ao deficiente visual, para quem tem baixa visão ou outro tipo de dificuldade de locomoção fazer sua travessia com segurança, proporcionando ao mesmo ter livre arbítrio de se locomover sozinho, deixando assim de precisar contar com a “sorte” se arriscando ao atravessar quando a falta de auxílio é presente.

É nítido que a principal melhoria é no dia-a-dia de pessoas com alguma deficiência ou dificuldade de locomoção, baixa visão, entre outras. Portanto esse semáforo, juntamente com o auxilio do piso tátil nas calçadas indicando o sentido e o perigo, poderá melhorar a rotina de toda população. Ele trará mais segurança para as pessoas atravessarem as vias, servirá de guia e orientação na travessia das pessoas com deficiência visual, podendo considerar que também será um alerta a mais para condutores dos veículos, traz organização para o trânsito, permite que qualquer pessoa atravesse sem a necessidade de ajuda promovendo a acessibilidade, sem contar com a identidade visual que é bem interessante.

Essa solução deve ser comunicada e alertada a todos que utilizando desse mecanismo, seja como pedestre ou motorista, pois qualquer mudança que mecha em uma sociedade deve ser repassada aos seus consumidores antes de sua implantação e até mesmo fase de teste.

Antes de escolher um caminho devem-se traçar os planos, metas e objetivos, só assim criar um projeto com base nas necessidades a serem atendidas. O caminho aplicado tem que atender adequadamente a demanda e o publico alvo, sem prejudicar quem utiliza do mesmo ambiente e não necessita de condicionamento específico. Tem que ser levado em consideração as questões ambientais, dos usuários e de quem irá por o projeto em prática, respeitando todos os aspectos de conforto, segurança e princípios básicos de cada indivíduo.

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