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"Superorgânico". Capítulo XVI. A. L. Kroeber.

Por:   •  6/5/2013  •  255 Palavras (2 Páginas)  •  1.259 Visualizações

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A. L Kroeber foi um dos alunos de Boas que contribuiu de forma rica à Antropologia como um todo.

Kroeber, em seu texto intitulado “Superorgânico” traz críticas bem fundamentadas contra a atitude biologizante e mecanicista, que se encontram na base do determinismo e das teorias raciais.

O autor se posiciona de modo contrário à ideia do evolucionismo. Pode-se fundamental tal afirmação nesta passagem do texto:

“Uma das razões para essa confusão corrente do orgânico e do social é o predomínio, na fase presente da história do pensamento, da ideia de evolução.”

Ao avançar a leitura, Kroeber diz que a ciência biológica contribuiu para o desenvolvimento da “ideia de evolução” e que isso não é bastante para se entender o “todo social”

Nas páginas 234 e 235 usa a teoria da seleção natural de Darwin para fundamentar seu argumento de que na evolução orgânica existe a seleção e perda de elementos, mas no desenvolvimento da civilização o processo é cumulativo, logo, a analogia desses dois processos sutilmente distintos resulta numa falácia. Decorrente disso, conclui:

“Em suma, a evolução orgânica está essencial e inevitavelmente ligada aos processos hereditários; por outro lado, a evolução social que caracteriza o progresso da civilização não está, ou não está necessariamente, ligada aos agentes hereditários.”

Kroeber, tenta de forma bem esclarecida diferenciar o homem do animal e para isso destaca um ponto fundamental de diferenciação desses dois seres: a linguagem.

“Que essa distinção é realmente alguma coisa mais que a do físico e o mental, ressalta de um exemplo que pode ser escolhido no campo não corporal: a linguagem”

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