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Resenha Critica Do Filme Quanto Vale Ou é Por Quilo

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Por:   •  7/10/2013  •  1.275 Palavras (6 Páginas)  •  1.575 Visualizações

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Resenha critica do filme: Quanto vale ou é por quilo

O filme brasileiro foi feito em 2005 pelo diretor Sergio Bianchi.

Bianchi é conhecido por ser um cineasta que faz critica sem pudor a burocracia e as dificuldades e modo de viver da sociedade brasileira.

No ano de 1999 lançou seu filme mais conhecido CRONICAMENTE INEVITÁVEL em seguida depois de uns anos lançou QUANTO VALE OU É POR QUILO.

Ao assistir o filme pude perceber que o filme faz uma comparação entre dois períodos da historia brasileira, onde passa cenas de como era o comercio dos escravos e como hoje em dia existe certo comércio também, porém diferente, mas a mesma exploração e preconceito dos pobres e negros pela sociedade politica.

O filme começa muito antigamente em 13 de Outubro de 1799, quando um escravo é raptado da fazenda de Joana, que é uma negra alforriada. Os capangas que raptam o negro trabalham para Manoel Fernandes um senhor branco de muito dinheiro, Joana vá a casa dele para explicar que o escravo é propriedade dela e tenta mostrar todos os documentos, porém é em vão por ela ser mulher e negra seu Manoel fecha a porta na sua cara. A cena acaba onde injustamente ela é julgada e condenada por invasão de propriedade do senhor branco.

O filme é passado em algumas cenas alternativas onde mostra um churrasco de família na laje onde tem uma mulher sentada e folgada que só peça as coisas a sua filha que só fica em um canto quieta e de cabeça baixa sem expressão e sem brincar onde sua mãe nem liga para ela.

Em meio de uma campanha hipócrita sobre doar com cenas de crianças negras com brinquedos onde tudo é de faixada no morro da favela.

Em uma cena que tem um grupo fazendo doação de verdade com comidas, cobertores passa um carro de coletor de lixo onde o genro Candinho das ajudantes Monica, umas de suas amigas sente preconceito pelo serviço do rapaz e o critica pelo fato de não ter dinheiro para o casório.

Voltando as cenas antigas Maria Antônia dos rosários vende escravos para dono de fazenda. Lucrécia que era amiga de Maria e era escrava trabalhava de mais e seu Caetano estipulou sua liberdade por de 34 mil reis onde mesmo ela juntando ela não conseguia nunca e assim só ficando velha e continuava a trabalhar de mais como escrava.

A festa de casamento da filha de Mônica acontece e umas das primeiras cenas é uma menina negra arrumando a cozinha e ajudando nos fazeres domésticos e depois é mandada para uma fazenda de Noêmia só para trabalhar como forma de pagamento e agradecimento por Noêmia te ajudado a Mônica com a festa de casamento, como um modo de escravidão os anos passaram mas o modo de escravidão não se acabam só mudam de roupas e maneiras. Na mesma fazenda Noêmia faz experimentos de líquidos com pessoas mal vestidas e pobres, ela se aproveita dessas pessoas por não ter um meio de vida bom ao ponto de estar em outro lugar melhor de se viver.

Passa cenas onde mendiga empurra carroça com criança que deveria estar na escola tendo uma educação digna ao invés de estar na rua mesmo aprendendo que sua mãe só consegue dinheiro com a reciclagem mesmo tendo uma educação não formal ele deveria estar na escola.

Alternando de cena para cena atriz que atua como Arminda, que trabalha no projeto, implantado por uma ONG, e ela descobre que os computadores comprados foram superfaturados e resolve tentar resolver isso com Ricardo Pedrosa, que sem educação alguma a trata na maior indiferença e com preconceito e subjugando só porque ela é pobre e morra na comunidade acha que ela é burra e não entenderia sobre os computadores superfaturados, porém não é porque “Arminda” é pobre e não teve uma educação formal de qualidade que ela seria enganada, por isso tenta ir atrás dos seus direitos, mas é em vão.

Em uma parte do filme o ator Lazaro Ramos esta em uma cela de cadeia onde ele expressa a sua opinião sobre a cadeia de hoje em dia e a de antigamente onde ele foca os temas como preconceito, dinheiro, diferença social entre ou assuntos, mostra sua indignação pessoal de estar ali sem qualquer consideração de viver como ser humano.

Voltando nos anos de 1797 os escravos eram vendidos e ou emprestados durante um tempo como forma de experimento para ver se o futuro dono estaria satisfeito como foi com Adão onde foi emprestado durante 3 meses pelo Bernardinho para o empresário Sebastião, os negros e escravos

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