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"Didática Do Ensino Superior".

Por:   •  2/11/2014  •  2.108 Palavras (9 Páginas)  •  744 Visualizações

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Fichamento da Apóstila da disciplina Fichamento da Apóstila da disciplina “Didática do ensino superior”.

A visão que temos de mundo varia de acordo com condicionantes históricos, sociais, econômicos, culturais e todo um espectro de vetores axiológicos que, ao final de sua intervenção, moldam-lhes a forma. Com a Pedagogia não foi diferente e as diversas visões que lhes foram emprestadas passaram a ser conhecidas como Tendências Pedagógicas. (p.6)

Para Ausubel, a aprendizagem significa organização e integração do material na estrutura cognitiva. Admite a existência de uma estrutura na qual a organização e a integração de ideias se processam. A experiência cognitiva é caracterizada por um processo de integração no qual os conceitos novos se interagem com os já existentes na estrutura cognitiva, integrando o novo material e, ao mesmo tempo, modificando-se.(p. 8)

O desenvolvimento cognitivo tem como facilitador atividades ou situações que envolvam os aprendizes e que requeiram adaptação destes. Os materiais de aprendizado e atividades devem envolver um nível apropriado de operações motoras ou mentais para uma criança de uma dada idade. (p. 9)

Um processo primário em aprendizado é a inclusão, na qual o conhecimento novo é relacionado com as idéias relevantes da estrutura cognitiva existente em uma base substantiva. As estruturas cognitivas representam o resíduo de todas as experiências de aprendizado. (p.10)

As teorias de aprendizagem buscam reconhecer a dinâmica envolvida nos atos de ensinar e aprender, partindo do reconhecimento da evolução cognitiva do homem, e tentam explicar a relação entre o conhecimento pré-existente e o novo conhecimento. (p.11)

Responsável pela disciplina Didática, de natureza obrigatória nos cursos de licenciatura, por ensejar uma reflexão do trabalho pedagógico, nossa preocupação redobrou diante de uma clientela de professores com larga e diversificada experiência no magistério. (p.13)

Os professorandos também exprimem as angústias que enfrentam na escola, os obstáculos quando pretendem promover ações inovativas (excursão, estudo do meio, análise e debate de filmes) e são cerceados pelo esquema do ensino tradicional que limita tempo e espaço bem como muitos questionamentos. (p. 15)

Estudiosos contemporâneos, afirmam, que as transformações pelas quais a sociedade está passando, estão criando uma nova cultura e modificando as formas de produção e apropriação dos saberes (p.18).

Competência é a capacidade de mobilizar conhecimentos, valores e decisões para agir de modo pertinente numa determinada situação. Competências e habilidades pertencem à mesma família. A diferença entre elas é determinada pelo contexto Em resumo: a competência só pode ser constituída na prática. ( p.20).

O professor deve lançar mão de recursos que levem o aluno à motivação para que a aprendizagem ocorra, realmente, de maneira eficaz. (p. 22)

Neste contexto definimos o papel do educador: aquele que prepara as melhores condições para o desenvolvimento de competências, isto é, aquele que, em sua atividade, não apenas transmite informações isoladas, mas apresenta conhecimentos contextualizados, usa estratégias para o desenvolvimento de habilidades específicas, utiliza linguagem adequada e contextualizada, respeita valores culturais e ajuda a administrar o emocional do aprendiz. (p.23)

Pelo seu caráter implementador de desempenhos profissionais antes mesmo de se considerar concluído o curso, é necessário que, à proporção que os resultados do estágio forem sendo verificados, interpretados e avaliados. (p.25)

Assim, as instituições não somente deverão adotar práticas pedagógicas e métodos de ensino/aprendizagem inovadores, direcionados à garantia da qualidade do curso, como também deverão adotar procedimentos alternativos de avaliação que favoreçam a compreensão da totalidade do curso, consolidando o perfil desejado do formando, aferindo também a importância do caráter inter e multidisciplinar das ações didáticas e pedagogicamente estruturadas, inclusive ensejando interface da graduação com a pós-graduação sob diferentes mecanismos, em especial com estímulo à pesquisa, o incentivo à produção científica e a inserção na comunidade sob as diversas formas ou programas de extensão. (p. 27).

O processo de ensino é uma atividade conjunta de professores e alunos, organizado sob a direção do professor, com a finalidade de prover as condições e meios pelos quais os alunos assimilam ativamente conhecimentos, habilidades, atitudes e convicções. Este é o objetivo do estudo da didática. (30.)

A educação não pode ser considerada como um processo linear, mecânico. Pelo contrário, é um processo complexo e sutil, marcado por profundas contradições e por processos coletivos, contínuos e permanentes de formação de cada indivíduo, o que se dá na relação entre os indivíduos e entre estes e a natureza. (p.31)

A escola e a família são dois sistemas que, tradicionalmente, têm estado bastante afastados, apesar de possuírem frequentes relações ou interações, seja em nível institucional (associação de pais, conselho escolar, etc.) ou em nível individual (relação família/professor). (p.33)

A metodologia de ensino procura apresentar roteiros para diferente situação didática, conforme a tendência/corrente pedagógica adotada pelo professor/instituição, de forma que o aluno se aproprie dos conhecimentos propostos e/ou apresente suas pesquisas e demais atividades pedagógicas (p.35).

Nas condições objetivas de trabalho docente, falta tempo e espaço para refletir com seus colegas sobre a experiência pedagógica de cada um e o estudo de um instrumental teórico sistematizado que auxilie na compreensão da razão de ser dos problemas enfrentados (p.37)

Nesse novo panorama social, a informação é o elemento desencadeador de transformações na vida das pessoas. Sob uma perspectiva capitalista, apropriar-se da informação e ter controle sobre ela tornou-se um imperativo político-social. (p.41)

Hoje, a forma de lecionar deverá estimular o educando ao desenvolvimento de competências para lidar com a sociedade moderna, enfatizando a autonomia, o senso de busca e promovendo a produção de idéias e de ações críticas e colaborativas (p. 42)

O diálogo, a incerteza, a provisoriedade, a mediação, o respeito. São muitos os vetores que qualificam um sujeito para o exercício da docência e nada mais sólido que a experiência em sala de aula, os anos de magistério, a leitura contínua e reflexiva, a mente aberta e o coração livre de temores para lhes basilar tal formação. (p.48)

A visão que temos de mundo varia de acordo com condicionantes históricos, sociais, econômicos, culturais e todo um espectro de vetores axiológicos que, ao final de sua intervenção, moldam-lhes a forma. Com a Pedagogia não foi diferente e as diversas visões que lhes foram emprestadas passaram a ser conhecidas como Tendências Pedagógicas. (p.6)

Para Ausubel, a aprendizagem significa organização e integração do material na estrutura cognitiva. Admite a existência de uma estrutura na qual a organização e a integração de ideias se processam. A experiência cognitiva é caracterizada por um processo de integração no qual os conceitos novos se interagem com os já existentes na estrutura cognitiva, integrando o novo material e, ao mesmo tempo, modificando-se.(p. 8)

O desenvolvimento cognitivo tem como facilitador atividades ou situações que envolvam os aprendizes e que requeiram adaptação destes. Os materiais de aprendizado e atividades devem envolver um nível apropriado de operações motoras ou mentais para uma criança de uma dada idade. (p. 9)

Um processo primário em aprendizado é a inclusão, na qual o conhecimento novo é relacionado com as idéias relevantes da estrutura cognitiva existente em uma base substantiva. As estruturas cognitivas representam o resíduo de todas as experiências de aprendizado. (p.10)

As teorias de aprendizagem buscam reconhecer a dinâmica envolvida nos atos de ensinar e aprender, partindo do reconhecimento da evolução cognitiva do homem, e tentam explicar a relação entre o conhecimento pré-existente e o novo conhecimento. (p.11)

Responsável pela disciplina Didática, de natureza obrigatória nos cursos de licenciatura, por ensejar uma reflexão do trabalho pedagógico, nossa preocupação redobrou diante de uma clientela de professores com larga e diversificada experiência no magistério. (p.13)

Os professorandos também exprimem as angústias que enfrentam na escola, os obstáculos quando pretendem promover ações inovativas (excursão, estudo do meio, análise e debate de filmes) e são cerceados pelo esquema do ensino tradicional que limita tempo e espaço bem como muitos questionamentos. (p. 15)

Estudiosos contemporâneos, afirmam, que as transformações pelas quais a sociedade está passando, estão criando uma nova cultura e modificando as formas de produção e apropriação dos saberes (p.18).

Competência é a capacidade de mobilizar conhecimentos, valores e decisões para agir de modo pertinente numa determinada situação. Competências e habilidades pertencem à mesma família. A diferença entre elas é determinada pelo contexto Em resumo: a competência só pode ser constituída na prática. ( p.20).

O professor deve lançar mão de recursos que levem o aluno à motivação para que a aprendizagem ocorra, realmente, de maneira eficaz. (p. 22)

Neste contexto definimos o papel do educador: aquele que prepara as melhores condições para o desenvolvimento de competências, isto é, aquele que, em sua atividade, não apenas transmite informações isoladas, mas apresenta conhecimentos contextualizados, usa estratégias para o desenvolvimento de habilidades específicas, utiliza linguagem adequada e contextualizada, respeita valores culturais e ajuda a administrar o emocional do aprendiz. (p.23)

Pelo seu caráter implementador de desempenhos profissionais antes mesmo de se considerar concluído o curso, é necessário que, à proporção que os resultados do estágio forem sendo verificados, interpretados e avaliados. (p.25)

Assim, as instituições não somente deverão adotar práticas pedagógicas e métodos de ensino/aprendizagem inovadores, direcionados à garantia da qualidade do curso, como também deverão adotar procedimentos alternativos de avaliação que favoreçam a compreensão da totalidade do curso, consolidando o perfil desejado do formando, aferindo também a importância do caráter inter e multidisciplinar das ações didáticas e pedagogicamente estruturadas, inclusive ensejando interface da graduação com a pós-graduação sob diferentes mecanismos, em especial com estímulo à pesquisa, o incentivo à produção científica e a inserção na comunidade sob as diversas formas ou programas de extensão. (p. 27).

O processo de ensino é uma atividade conjunta de professores e alunos, organizado sob a direção do professor, com a finalidade de prover as condições e meios pelos quais os alunos assimilam ativamente conhecimentos, habilidades, atitudes e convicções. Este é o objetivo do estudo da didática. (30.)

A educação não pode ser considerada como um processo linear, mecânico. Pelo contrário, é um processo complexo e sutil, marcado por profundas contradições e por processos coletivos, contínuos e permanentes de formação de cada indivíduo, o que se dá na relação entre os indivíduos e entre estes e a natureza. (p.31)

A escola e a família são dois sistemas que, tradicionalmente, têm estado bastante afastados, apesar de possuírem frequentes relações ou interações, seja em nível institucional (associação de pais, conselho escolar, etc.) ou em nível individual (relação família/professor). (p.33)

A metodologia de ensino procura apresentar roteiros para diferente situação didática, conforme a tendência/corrente pedagógica adotada pelo professor/instituição, de forma que o aluno se aproprie dos conhecimentos propostos e/ou apresente suas pesquisas e demais atividades pedagógicas (p.35).

Nas condições objetivas de trabalho docente, falta tempo e espaço para refletir com seus colegas sobre a experiência pedagógica de cada um e o estudo de um instrumental teórico sistematizado que auxilie na compreensão da razão de ser dos problemas enfrentados (p.37)

Nesse novo panorama social, a informação é o elemento desencadeador de transformações na vida das pessoas. Sob uma perspectiva capitalista, apropriar-se da informação e ter controle sobre ela tornou-se um imperativo político-social. (p.41)

Hoje, a forma de lecionar deverá estimular o educando ao desenvolvimento de competências para lidar com a sociedade moderna, enfatizando a autonomia, o senso de busca e promovendo a produção de idéias e de ações críticas e colaborativas (p. 42)

O diálogo, a incerteza, a provisoriedade, a mediação, o respeito. São muitos os vetores que qualificam um sujeito para o exercício da docência e nada mais sólido que a experiência em sala de aula, os anos de magistério, a leitura contínua e reflexiva, a mente aberta e o coração livre de temores para lhes basilar tal formação. (p.48)

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