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Qual A Influencia Da Microeconomia No Mundo Dos Negócios E Da Contabilidade

Por:   •  15/5/2014  •  1.138 Palavras (5 Páginas)  •  467 Visualizações

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3 MEDIDA MACROECONÔMICA E MEDIDA MICROECONÔMICA

As condições macroeconômicas representam um dos principais pilares para a atratividade de uma região como polo internacional de investimentos e negócios. O tamanho da economia e as condições para garantir seu crescimento de longo prazo são fundamentais para a expansão de negócios. Consolidando o protagonismo brasileiro na economia global, o Brasil já ultrapassou o Reino Unido e se tornou a 6º maior economia do mundo, e as expectativas mais otimistas é que o Brasil chegue a 4º até 2025. É interessante destacar que o Brasil foi o primeiro país emergente a aprovar uma lei de responsabilidade fiscal, com o objetivo de tornar transparentes os gastos públicos e limitá-los às suas capacidades. Apoiada em quatro eixos (planejamento, transparência, controle e responsabilidade), foram definidos parâmetros para a organização fiscal brasileira, que desde 2002 diminuiu sua dívida líquida do setor público, O Brasil tem despontado com mérito quando se analisam o crescimento econômico com inflação controlada e as condições de financiamento compatíveis com as necessidades do setor privado, características atrativas para um polo de investimentos e negócios. Através da manutenção desta posição positiva e de esforços focados de melhoria, principalmente nas contas públicas, o Brasil será capaz de avançar e alavancar não apenas a si próprio, mas toda a região como um todo.

Segundo o banco central, a redução do ingresso do dólar no país fez com que houvesse uma queda de 47% das retiradas dos recursos próprios do mesmo, e isso tem contribuído com a economia do país, fazendo aumentar o valor da IOF sobre financiamentos, e outras taxas de juros.

Há muitos indicadores econômicos e muito mais relatórios privados que podem ser utilizados para avaliar os fundamentos do mercado internacional de divisas. É importante ter tempo para olhar não só para os números, mas também para entender o que significam e como afetam a economia de uma nação.

A indecisão do governo e dos tribunais gera uma um ambiente de incerteza, que a todo o momento criam obrigações e custos aos negócios. No entanto cabe aqui a mão pesada do Fisco na interpretação e criação de regras que geram impostos e multas bilionários, numa ação ao mesmo tempo hostil ao grande capital e com o objetivo de gerar receita perdida com os subsídios aos setores privilegiados.

O resultado aparece na inflação mais alta, no baixo crescimento, na falta de investimentos (pela desconfiança do setor privado e ineficiência do setor público), no Custo Brasil recorde, na situação delicada de grandes estatais.

Desde 2011, a equipe econômica abandonou a ambição de fazer grandes reformas, que dependam de emenda constitucional, como a tributária, encampada pelo então secretário Bernard Appy, e optou por desonerações, como a da folha de pagamentos, que troca a contribuição previdenciária de 20% por um imposto de 1% a 2% sobre a receita de empresas de 40 setores com faturamento de até R$ 72 milhões.

Finalmente saíram do papel a Lei de Falências, que substituiu a antiga concordata pela recuperação judicial, e o Cadastro Positivo, com dados dos bons pagadores. Na Lei de Falências, falta ainda dar mais garantias aqueles investidor que aporta dinheiro para ajudar na recuperação hoje, o dinheiro atual corre o risco de ir para os credores e continuar sem o negócio. O Cadastro Positivo depende da autorização do uso dos dados, porém, só no fim do ano passado saíram às regras sobre como os bancos vão repassar essas informações. Outra conquista foi a revisão da remuneração da poupança, que não fazia parte do documento de 2002, mas que impedia uma redução maior dos juros, ameaçava a rolagem da dívida pública e o desenvolvimento da indústria de fundos de investimento. Infelizmente foi empurrada mais uma vez a reforma do Judiciário, justamente a da Justiça do Trabalho.

4 A INFLUÊNCIA DA MICROECONOMIA NO MUNDO DOS NEGÓCIOS E NO UNIVERSO CONTÁBIL.

A microeconomia preocupa-se em explicar como é gerado o preço dos produtos finais e dos fatores de produção num equilíbrio, geralmente perfeitamente competitivo. Divide-se em:

Teoria do Consumidor: Estuda as preferências do consumidor analisando o seu comportamento, as suas escolhas, as restrições quanto a valores e a demanda de mercado. A partir dessa teoria se determina a curva de demanda. A Microeconomia explica também as práticas de mercado, sendo estas divididas em: Monopólio, Monopsónio, Oligopólio,

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