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Texto A Pipoca - Justificativa De Porque é Um Texto

Trabalho Universitário: Texto A Pipoca - Justificativa De Porque é Um Texto. Pesquise 804.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  2/5/2014  •  333 Palavras (2 Páginas)  •  4.539 Visualizações

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Disciplina: Compreensão e Produção Escrita em português

Aluna: Rosa Cristina Autran Andrade

1° Exercício extraclasse – Texto A Pipoca – Justificativa de porque é um texto

O texto de Rubens Alves nos remete a perceber a intenção do autor em nos comunicar a sua percepção de como a pipoca o fez sonhar, algo até então inimaginável por ele.

O texto também nos faz refletir sobre o sentido da transformação pelo fogo, sendo este simbólico. A simbologia é que o que antes era um milho duro e mirrado, depois se transforma em algo belo desde o seu estouro ao ser colocado no fogo, tornando-se flor branca e macia, a pipoca. O autor nos traz essa reflexão quando compara o milho e a pipoca ao ser humano duro, inflexível, que após passar por provações (o fogo!) tem a oportunidade de se transforma em uma pessoa melhor.

O autor nos leva a refletir, também de forma simbólica, que o ser humano pode não sofrer e/ou aceitar essa transformação, permanecendo imutável em sua essência e sendo comparado no texto ao milho que não estoura, o piruá, o qual não serve pra nada, somente para ser jogado fora.

Ao analisarmos o texto A Pipoca de Rubens Alves percebemos algumas características: o primeiro aspecto a considerar é que o texto de Rubens Alves pode ser compreendido pela maioria dos leitores, ou seja, possui um conteúdo semântico. O segundo aspecto é que A Pipoca apresenta uma coerência textual, ou seja, apresenta uma relação lógica entre as ideias, podendo ser caracterizado como semântico-conceitual. O terceiro aspecto presente no referido texto é a coesão, que quer dizer que o texto apresenta uma articulação gramatical entre as palavras, as orações e as frases, garantindo que tenha uma sequenciação dos eventos descritos. Isto caracteriza o seu aspecto formal.

Assim, concluímos que o discurso escrito do autor não é apenas uma sequência de frases, se configura realmente como um Texto.

REFERÊNCIAS

ALVES, Rubens. As melhores crônicas de Rubens Alves. Campinas: Papirus, 2008.

VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

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