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Atividades de Praticas Supervisionadas – ATPS

Por:   •  30/5/2015  •  Trabalho acadêmico  •  3.202 Palavras (13 Páginas)  •  162 Visualizações

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SERVIÇO SOCIAL – 2º SEMESTRE

Professor (a) a Distancia: Cláudia Beneditte

Professora Presencial: Adriana Alves

SOCIOLOGIA

(Atividades de Praticas Supervisionadas – ATPS)

BÁRBARA DOS SANTOS MOREIRA:____________________ 6396234435

IDÁLIA BARBOSA DE SOUZA:____________________ 6574297419

LILLIVANIA PEREIRA DIAS:____________________6946463048

MARIA DO SOCORRO RODRIGUES:____________________ 6783364335

RILDA DE FÁTIMA GOMES:____________________ 7707674957

ROSANIA DE SOUZA NEIVA:____________________ 6917350858

THAIS PEREIRA FONSECA:____________________6788416262

TAGUATINGA – DF

2013

                                Direitos Humanos

Na obra de Émile Durkheim é presente dos tipos de solidadariedade, são elas: Solidariedade Mecânica e Solidariedade Orgânica. Ambas bem dierentes, mais com um objetivo em comum, a ligação entre as pessoas. A solidariedade mecânica é conhecida por não haver divisão de  trabalho, é  uma sociedade primitiva onde os indivíduosnão têm pensamentos  individuais mas  pensamentos coletivos, vivendo em grupo seguindo os mesmos valores, costumes e crenças, tornando-se bem parecidos um com o outro. Já a solidariedade orgânica é uma sociedade que há divisão de trabalho essa sociedade é conhecida como, moderna ou complexa. Os indivíduos são mais voltados para pensamentos individuais, onde cada um tem sua função e seu espaço,eles não valorizam ocoletivo, mas apesar de tanto individualismo na sociedade orgânica mesmo cada um em sua função e espaço um depende do outro. Apesar de muitas diferenças é encontrado o forte desejo de se manter os laços de ligação entre as pessoas, ou seja, deve-se manter a coesão social e valorizar os pensamentos (consciência) coletivos, pois todos dependem um do outro para o funcionamneto da sociedade e independentemente do tipo de solidariedade social todas tem que seguir regras cumprir deveres e direitos para que haja convívio entre os indivíduos.

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Principais diferenças entre as revoluções Francesas e Americanas

As necessidades sociais começaram a ser converter em leis pelos homens, pois sentiram a necessidade da existência do direito, deixando para trás a era da prevalência da força física e da esperteza com as quais se defenderam desde as cavernas. Cabe ressaltar a importância do fato histórico dessa conquista, principalmente sob a ótica de reafirmar que os governos são, e sempre foram, os maiores violadores dos Direitos Humanos.

Em 1776 com a “Declaração de Virgínia”, anunciava, o direito à vida, à

liberdade e à propriedade, prevendo o princípio da justiça, o devido processo legal, o Tribunal de Júri, o princípio do juiz adequado, correto e imparcial, a liberdade religiosa e de imprensa, abreviando em pouco mais de um mês à “Declaração de Independência dos Estados Unidos da América”, tendo como diapasão a limitação do poder estatal, sendo em 4 de julho de 1776 aclamada em reunião do Congresso, ambas antecedendo em alguns anos a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” editada na França.Na medida em que estabeleciam a separação dos poderes e consagrava diversos Direitos Humanos fundamentais, tais como: a liberdade religiosa; a inviolabilidade de domicílio; o devido processo legal; o julgamento pelo Tribunal do Júri; a ampla defesa; bem como a proibição da aplicação de penas cruéis ou aberrantes, em 1787, a “Constituição dos Estados Unidos da América” e suas Emendas limitavam o poder estatal.

Adotada pela Assembléia Constituinte francesa em 27.08.1789, sofreu da

Revolução Americana, especialmente da Declaração de Virgínia, já que ela precedeu a Carta dos Direitos contida nas dez primeiras emendas à Constituição norte-americana, que foi apresentada em setembro de 1789. O que diferenciou a Declaração de 1789 das proclamadas na América do Norte foi sua vocação universalizante. Com a Revolução Francesa que teve origem no Iluminismo, teoria filosófica que, invocava a razão para debilitar a autoridade da Igreja e os fundamentos da monarquia. Esse movimento social posto em prática pelas massas populares proporcionou á humanidade um legado fundamentado na obra de Jean-Jacques Rousseau (Genebra/Suíça 1712 - 1778 Ermenonville/Franca), primordialmente no “Contrato Social”, através da qual pretende “estabelecer os meios para atalhar as usurpações do governo“, partindo do princípio que o homem, naturalmente bom, vai sendo progressivamente corrompido pela sociedade, onde viceja e prospera o cultivo à ociosidade. Esta, por sua vez, promoveria a decadência moral e deterioraria os costumes.

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