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Moral, Direito, Ética Geral E Profissional

Por:   •  11/5/2014  •  806 Palavras (4 Páginas)  •  386 Visualizações

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MORAL, ÉTICA, ÉTICA PROFISSIONAL E DIREITO.

A ética, a moral e o direito estão presentes no cotidiano do ser humano desde os primórdios de sua existência, mesmo que antes, tenha tido conceitos completamente distintos do que se tem hoje. Antigamente, por exemplo, eram aceitos comportamentos agressivos, pois era necessário proteger seu abrigo e brigar para caçar e se alimentar. Hoje, verifica-se que comportamentos assim não são necessários e foram deixados para trás à medida que o homem começou a evoluir, tentando criar e conviver em sociedade.

Entretanto, para conviver em sociedade é necessário que se tenha um tipo diferenciado de conduta para se tornar aceito. A moral representa o comportamento vivido pelo individuo em relação ao outro diante de seus costumes. Sendo assim, podemos classifica-la em pelo menos dois tipos distintos de moral, a absolutista e a relativista.

Segundo José Renato Nalini, a moral relativa defende que a ética é criada pelo indivíduo de acordo com suas experiências vivenciadas ao longo da vida, sendo estabelecidas por convenções e é variável, tendo em vista que cada ser tem uma concepção do que é correto ou incorreto, e também que, o que é certo hoje pode se tornar errado amanhã. Já a absolutista defende a existência de uma norma ética única e universal, já existente dentro de cada ser, colocando-a como base da conduta do homem e que permanece constante no tempo.

“De acordo com esta, a norma ética tem vigência puramente convencional e é mutável. De acordo com a primeira, a validez é atemporal e absoluta. Uma outra diferença entre ambas: a corrente absolutista proclama o conhecimento da norma ética a priori. A relativa acredita seja de ordem empírica. O empirismo advoga a existência de várias morais e, portanto do subjetivismo. O absolutismo, em lugar disso, propões a moral universal objetiva.” (NANILLI, 1999, p. 37.)

O Absolutista acredita que cada ser nasce com um tipo de instinto ético moral, ou seja, um sinal do que se deve ou não fazer. Este pode ou não leva-lo em consideração diante do fato em questão. Observa-se que depois da ação, o indivíduo se sente satisfeito por ter feito a escolha correta ou se sente mal por tê-la escolhido.

No entanto, os relativistas acreditam que é criação e fruto das vontades do homem tal relação entre o que é correto e o que não é, levando em consideração a relatividade do que é bom ou mau no tempo e no espaço. “O bem é fruto de criação subjetiva e a norma é mero convencionalismo”. (NANILLI, 1999, p. 38.)

A ética é a ciência que estuda a conduta moral humana e suas condições. Ela procura determinar a moralidade positiva, o que leva o homem a buscar a prática do bem. A ética visa o racional e a objetividade, procurando sempre se basear em fatos reais, como um conhecimento racional e verificável da realidade.

Considera-se a ética uma disciplina normativa, pois ajuda a descobrir e esclarecer normas. Mostra

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