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RELATÓRIO FINAL SOBRE A LÍNGUA DE SINAL BRASILEIRA

Por:   •  1/6/2014  •  Projeto de pesquisa  •  2.057 Palavras (9 Páginas)  •  206 Visualizações

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PEDAGOGIA

LIBRAS

ACADÊMICAS:

ERICLEIA FRANCO DIAS RA 384379

JOCELIA APARECIDA VIERA DA ROSA RA 377261

LILIAN REGINA PEREIRA DA ROSA RA 381628

ROSANE KESLLEY SILVA LIRIO RA 386070

RELATORIO FINAL SOBRE A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

TUTORES A DISTÂNCIA

Profª. Dra.Lilian Cristine Ribeiro Nascimento

Campo Grande – MS

24 Novembro 2012

SUMÁRIO

Introdução 3

1. Tema 4

2. Plano de aula. 6

3. Considerações sobre o processo vivenciado 8

4. Conclusão 9

5. Bibliografia 10

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo apresentar a necessidade da Língua de Sinais nas escolas e mostrar a inclusão nas salas de aula de ensino regular, trazendo aulas pedagógicas incluindo alunos surdos.

A surdez nas perspectivas médica, educacional e cultural, abrangendo a Língua Brasileira de Sinais Libras.

O primeiro contato com as pessoas surdas costuma causar espanto, sentimento de pena e incompreensão. No entanto após uma pequena aproximação, estes indivíduos, tão parecidos e ao mesmo tempo tão diferentes de nós ouvintes provocam curiosidade e respeito. Na perspectiva da medicina na tradição da clínica médica, a surdez é vista como uma “deficiência” em relação à comunidade “ouvinte”, colocando os sujeitos surdos em desvantagem, se comparados à maioria da população. Decorre daí os esforços no sentido de “normalização”, ou seja, no caso do surdo, torná-lo um “ouvinte”, ou de compensar seu déficit por meio de um treino sistemático da audição, da fala, da leitura labial, do uso de próteses, de implantes, de cirurgias, de audiometrias, de exercícios respiratórios, etc. (Lulkin, 1998). Neste caso a ênfase recai sobre a patologia e sobre a necessidade de intervenção clínica, já que a língua oral deve ser adquirida por ser a via de comunicação da comunidade ouvinte.

O modelo médico-terapêutico, ancorado na proposta oralista, reflete uma representação implícita que a sociedade ouvinte construiu do surdo, isto é, uma concepção relacionada com a patologia, tendo o currículo escolar como objetivo dar ao sujeito o que lhe falta: a audição e a oralidade. Ao considerar a surdez como uma diferença, Almeida (2000) sustenta que não existe uma patologia e nem uma inferioridade do sujeito em relação aos demais. Essa diferença recai sobre a ênfase no desenvolvimento de recursos próprios para interagir com o meio, inclusive por meio de uma língua que permita ao surdo expressar-se.

Para alguns médicos e profissionais da educação, há uma polêmica em fazer a cirurgia do ouvido Biônico que é realizada em bebes que nasce surdo, pois assim eles podem muito bem viver normalmente com todas as pessoas, sejam elas surdas ou não, pois podem se comunicar com as pessoas que ouvem através da língua de sinais. Na perspectiva Educacional, alguns profissionais ligados à filosofia educacional para os surdos, passaram a aliar a língua de sinais para melhor compreensão da pessoa surda.

Os educadores com o passar dos anos criaram diferentes metodologias para ensinar os surdos. Alguns se baseavam apenas na língua ora, ou seja, a língua auditiva oral. Outros pesquisaram e defenderam a língua de sinais, que é a língua que foi criada através de gerações pelas comunidades dos surdos. Outros ainda criaram códigos visuais, que não se configuram como uma língua para facilitar a comunicação com seus alunos surdos. Para educar um surdo devemos combinar a língua de sinais em adição a língua oral, leitura labial, treino auditivo e alfabeto manual. Dentre as áreas de atuação da educação especial destacam-se as ações voltadas para o processo educacional dos alunos surdos, contemplados nos últimos anos com o

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