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Resumo Do Livro Texto Da Disciplina GESTÃO DA QUALIDADE - UNIP - GESTÃO DE TI

Por:   •  1/10/2012  •  9.064 Palavras (37 Páginas)  •  3.432 Visualizações

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GESTÃO DA QUALIDADE

UNIDADE 1

A Qualidade total não é uma forma inédita de se produzir qualidade em processos, serviços ou produtos, mas um modo novo de se fazer o que já se faz rotineiramente. Não é necessária uma revolução, basta dar nova ênfase àquelas atividades corriqueiras da empresa.

Dar nova ênfase significa mudar, e a extensão dessa mudança pode implicar alterações que afetem o processo produtivo e, por conseguinte, as informações, os equipamentos, os materiais, as relações profissionais (inclusive interpessoais) e os métodos até então conhecidos.

A qualidade total tenta retratar um processo evolutivo das atividades e dos elementos de uma organização por meio da adoção gradual de conceitos bem elaborados e bem transmitidos, da introdução de estratégias bem definidas e flexíveis e da criação e desenvolvimento de estruturas bem organizadas.

Resultados buscados durante a implementação da Qualidade Total: busca por melhores rendimentos de equipes, otimização dos processos, racionalização do tempo e a redução dos custos de produção.

A gestão estratégica da qualidade envolve todo o quadro organizacional da empresa e requer o comprometimento com suas filosofias, como: foco no cliente, compreensão das pessoas, consciência da busca pela melhoria e direcionamento com objetividade.

A qualidade total é dividida em 3 períodos: 1. era da inspeção; 2. era da estatística; 3. era da qualidade total.

Produção artesanal: o operador era o próprio artesão, o responsável por todas as etapas da produção, inclusive pela comercialização. Visão das necessidades do cliente, possibilitando atender a um desejo específico.

Sistema de manufatura: os artesãos necessitavam de mão de obra; os trabalhadores passaram a executar o trabalho operacional e, reunidos em um mesmo local, passaram a exercer o “ofício” de um capitalista, que organizava a produção, e os supervisores passaram a assumir o controle da qualidade.

Inspeção: os produtos eram o principal foco de produtores e clientes. A detecção de defeitos de produção não seguia uma metodologia preestabelecida.

Controle estatístico: foi adotado porque o foco estava direcionado nos processos de produção, não mais nos produtos fabricados e comercializados.

Período da qualidade total: ênfase no cliente; centro das atenções das empresas, que direcionam todos os esforços para atender a suas expectativas. Todas as pessoas da organização passam a ser responsáveis pela qualidade proporcionada ao cliente. A gestão da qualidade total é um sistema de inter-relacionamentos e interdependências que envolvem todo o corpo funcional da organização.

Garantia de qualidade: “todas as ações planejadas ou sistemáticas necessárias para proporcionar adequada confiança de que o produto ou serviço satisfaça as necessidades estabelecidas”

3 mestres ocidentais: Max Weber (ensinou os japoneses a dar valor ao dinheiro e aos bens materiais), David McClelland (a motivação pelo sucesso é que dirige os gerentes) e Joseph Schumpeter (a inovação produzida pelos pequenos empreendedores é que faz o desenvolvimento.)

Controle de Qualidade por Toda a Empresa (CWQC- Company Wide Quality Control, também conhecido no Brasil como CQAE – Controle de Qualidade Amplo Empresarial) – principais elementos: ênfase no treinamento e no ensino; aplicação de métodos estatísticos; participação de todos os trabalhadores, inclusive gerentes de níveis altos; aperfeiçoamento contínuo da qualidade (Kaizen); envolvimento de fornecedores no processo de Qualidade Total; utilização do sistema de produção just-in-time; incentivos por meio de prêmios; adoção de auditorias da qualidade constante.

Princípios da qualidade total: se destacam pela importância direta que têm nas relações comerciais das organizações com seus clientes: custos com a qualidade, a engenharia da confiabilidade e o zero defeito.

Os custos são decorrentes da falta de qualidade e podem ser classificados:

a) custos de prevenção: potenciais problemáticos são identificados nos processos ou produtos antes de serem fabricados;

b) custos de avaliação: ocorrem durante a checagem de erros durante e após a fabricação do produto;

c) custos de falhas internas: quando os defeitos e as falhas ocorrem ainda na fábrica;

d) custos de falhas externas: quando resultam de problemas após a entrega

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