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O surgimento da fisioterapia no Brasil

Relatório de pesquisa: O surgimento da fisioterapia no Brasil. Pesquise 790.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  9/11/2014  •  Relatório de pesquisa  •  645 Palavras (3 Páginas)  •  215 Visualizações

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O surgimento da Fisioterapia no Brasil no eixo Rio - São Paulo foi influenciado pela vinda da família Real ao Brasil. Napoleão Bonaparte acabou contribuindo indiretamente com o desenvolvimento dos primeiros serviços organizados de Fisioterapia no Brasil, ao invadir Portugal e fazer com que a família real portuguesa desembarcasse no país em 1808. Com os monarcas, vieram os nobres e o que havia de recursos humanos de várias áreas para servir à elite portuguesa, de passagem por estas terras. Segundo Novaes (1998), dentre todas as contribuições do reinado, o surgimento das primeiras escolas de ensino médico destacavam-se como a grande obra dos portugueses no país, em particular os avanços obtidos na cidade do Rio de Janeiro. No século XIX (19), época de grande transformação social determinada pela produção em grande escala, crescimento das máquinas, intensificação do trabalho operário (condições sanitárias precárias e condições alimentares insatisfatórias) e proliferação de novas doenças. Os recursos fisioterápicos faziam parte da terapêutica médica em 1879 e 1883, que também passou a ser compreendido os serviços de eletricidade médica, e também do serviço de hidroterapia no Rio de Janeiro, existente até os dias de hoje, sob denominação de "Casa das Duchas". Na década de 30, Rio de Janeiro e São Paulo possuíam serviços de Fisioterapia idealizados por médicos que tomavam para si a terapêutica de forma integral, experimentando recursos físicos que outros médicos, à época, não ousavam buscar para minimizar as seqüelas de seus pacientes. Essa visão de compromisso com o paciente, trabalhando em um tratamento mais eficaz que melhorasse sua reabilitação, pois por muitas vezes por conta de suas incapacidades físicas eles eram excluídos da sociedade.

A 2ª Guerra Mundial: As conseqüências produziram um grande aumento de pessoas que precisavam de tratamento para recuperar-se ou reabilitar-se para voltar a uma atividade social e produtiva. O desenvolvimento da Fisioterapia na prática recuperadora das seqüelas físicas de guerra, com a modernização dos serviços de Fisioterapia no Rio de Janeiro e em São Paulo e criação de novos em outras capitais do país. O importante não era impedir que o individuo produzisse ou que se tornasse um incômodo ou prejuízo para a sociedade.

A modernização dos serviços, com o aumento da oferta e da procura, vai levar os chamados médicos de reabilitação a se preocuparem com os medicamentos e os tratamentos. Com este objetivo, empenharam-se para que o ensino da Fisioterapia como recurso terapêutico, então restrito aos bancos escolares das faculdades médicas nos campos teórico e prático, deveria ser divulgado entre os paramédicos, que eram os praticantes da arte indicada pelos doutores.

Em 1951 foi realizado em São Paulo, na USP, o primeiro curso no Brasil para a formação de técnicos em Fisioterapia, com duração de um ano em período integral, ministrado por médicos, o curso paramédico levou o nome de Raphael de Barros, formando os primeiros fisioterapistas (denominação na época). Essa nova maneira de atuar ou de intervir nas condições de saúde do indivíduo ou da população foi, aqui no Brasil, dirigida de tal forma para a “reabilitação” que, em um determinado momento, a forma de atuação “Fisioterapia” parece ter sido entendida como sinônimo do tipo de assistência apenas

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