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"O Comércio Inglês No Império Brasileiro: A Atuação Da Firma Inglesa (...)" - In: Nação E Cidadania No Império (377-393)

Por:   •  22/7/2014  •  533 Palavras (3 Páginas)  •  1.002 Visualizações

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• “O objetivo deste trabalho consiste em apresentar os primeiros resultados da pesquisa sobre a organização e a forma de atuação da firma inglesa Carruthers & Co., na cidade do Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX.” (p. 379)

• “A historiografia tem destacado a associação da firma inglesa primeiramente com o negociante “de grosso trato” (atacadista) português e deputado da Real Junta de Comercio João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá de Vassouras (RJ), um dos maiores contratadores e traficantes de escravos no período Joanino e de d. Pedro I, e, na década de 1840, com Manuel Pinto da Fonseca, um dos maiores traficantes nas costas ocidental e oriental africanas.” (p. 379)

• Primeira metade do século XVIII: a presença da Grã-Bretanha no “exclusivo comercial” Portugal-Brasil. (p. 380)

• “Às concessões feitas à Inglaterra, primeiramente sob a forma de licenças. Revelam a força dessa potência, e ao mesmo tempo, põem em evidência a contradição básica do Império português: pequeno reino com vasto império. Contradição essa que o obrigou à alienação de parte de seu “exclusivo” colonial, em troca de proteção política e militar.” (p. 380)

• “Consoante a representação, os ingleses já eram os maiores negociantes de grosso, em vez dos portugueses.” (p. 381)

• Ver toda a página 382!

• A independência dos países latino-americanos ampliou seu mercado, abolindo as restrições coloniais. (p. 382 e 383)

• “No início do século XIX, a América Latina não era, de fato, um paraíso comercial, oferecia, apenas, uma solução temporária para o problema imediato da limitação dos mercados europeus. O mercado na América Latina é desapontadoramente reduzido (...).” (p. 383)

• “Historiadores vêm questionando uma visão generalista sobre as firmas comerciais inglesas, concordando com a visão de Platt, Charles Jones e Cain, ao analisar a organização e a forma de atuação das firmas inglesas até meados do século XIX, denominaram-nas empresas comerciais, ou seja, empresas comerciais descentralizadas e não subordinadas administrativa e financeiramente à City inglesa (Londres).” (p. 383)

• “Burguesia comercial cosmopolita” (p. 383)

• A historiografia sobre a presença inglesa no Brasil do século XIX. (Ver os dois últimos parágrafos da 384 e o primeiro da 385). (p. 384)

• “Interdisciplinaridade da história com outras ciências sociais.” (p. 385)

• “Embora a inserção dos ingleses tenha sido bastante conflituosa em face das diferenças culturais, sua atuação comercial foi crescente tanto no comércio exportador baiano como

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