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MOVIMENTOS DA ALFABETIZAÇÃO

Por:   •  15/11/2012  •  647 Palavras (3 Páginas)  •  926 Visualizações

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Movimentos da Alfabetização

Existe uma batalha entre métodos de alfabetização em leitura. Podemos dizer que há, pelo menos, um século, debatemos a prevalência de um método sobre o outro.

No Brasil, nos anos 60, no século passado o educador Paulo Freire, por exemplo, com sua metodologia de alfabetização, ganhou popularidade internacional por defender a conquista da leitura além do acesso ao código lingüístico e de induzir o alfabetizado a uma visão crítica, política e politizada de um mundo do trabalho, do cotidiano, da vida em sociedade, recheado de aflições, anseios sociais, violências simbólicas, confusão de classes sociais e contido por forças de predomínio econômica e cultural. É um modelo encantador para os alfabetizadores do século XXI.

A guerra dos métodos de alfabetização está bem polarizada: métodos fônicos de um lado, do outro, os construtivistas.

Os métodos fônicos também são conhecidos por métodos sintéticos ou fonéticos. Partem das letras (grafemas) e dos sons (fonemas) para formar, com elas, sílabas, palavras e depois frases. São vários exemplos fônicos. Entre eles, o mais remoto e mais sólido, em termos de pedagogia da alfabetização em leitura, é o alfabético ou soletração, que incide em primeiro ensinar as letras que simulam as consoantes e, em seguida, unir as letras-consoantes às letras-vogais. Os modelos alfabéticos, partem das sílabas para chegar às letras e aos seus sons nos argumentos fonológicos em que nascem.

As cartilhas de ABC, eram o principal material didático e contavam com a apresentação intensa do alfabetizador que confiava que, pelo caminho da reprodução das letras e dos seus sons, o aluno logo atingiria ao mundo da leitura.

Os métodos construtivistas, também titulados analíticos ou globais partem das frases que se analisam e se confrontam para, no processo de indução, o alfabetizando encontrar palavras análogas, sílabas parecidas e discriminar os símbolos gráficos do código alfabético. A bom emprego do método construtivista, na prática, quando aplicado, aspira a ser mais fraseologia do que propriamente o método. Por que fraseologia? Leva à alfabetização, centra-se no alfabetizando e não no alfabetizador, quando, a rigidez, nessa ocasião, a influência do educador se faz respeitável uma vez que há precisão, na alfabetização, de um ensino metódico e diretor para induzir o aluno à captação do código de escrita da língua.

É na alfabetização que o aluno precisa edificar o acordo lingüístico da leitura. Há uma classe de concordância entre os alfabetizadores de avaliar que a alfabetização é um metodologia de obtenção dos códigos alfabético e numérico cujo alvo derradeiro é a de induzir o alfabetizado ao letramento, isto é, a contrair desenvolturas cognitivas para ampliar

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