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FACULDADE NOSSA SENHORA DE LOURDES LETHÍCIA RIBEIRO DIAS SOUZA TURMA: ADM I RESUMO DO CAPÍTULO I DO LIVRO PSICOLOGIAS CIÊNCIA E SENSO COMUM PORTO SEGURO - BA 2013 Usamos O Termo Psicologia, No Nosso Cotidiano, Com vários Sentido

Por:   •  18/6/2013  •  442 Palavras (2 Páginas)  •  1.337 Visualizações

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FACULDADE NOSSA SENHORA DE LOURDES

LETHÍCIA RIBEIRO DIAS SOUZA

TURMA: ADM I

RESUMO DO CAPÍTULO I DO LIVRO PSICOLOGIAS

CIÊNCIA E SENSO COMUM

PORTO SEGURO – BA

2013

Usamos o termo psicologia, no nosso cotidiano, com vários sentidos. Essa psicologia, usada no cotidiano pelas pessoas em geral, é denominada de psicologia do senso comum. Mas nem por isso deixa de ser uma psicologia. O senso comum e a ciência são algumas das formas de conhecimento para descobrir e interpretar a realidade. O senso comum: o conhecimento da realidade – O cotidiano e o conhecimento científico que temos da realidade se aproximam e se afastam: aproximam se porque a ciência se refere ao real, afastam se porque a ciência abstraí a realidade para compreendê-la melhor, transformando a em objeto de investigação, o que permite a construção do conhecimento sobre o real. O senso comum é intuitivo, espontâneo e sem ele a nossa vida seria muito complicada. Senso comum: uma visão de mundo – O senso comum mistura e recicla os outros saberes muito mais especializados e os reduz a um tipo de teoria simplificada, produzindo uma determinada visão de mundo.

O senso comum integra de um modo precário, o conhecimento humano. Isso não ocorre rapidamente, muitas vezes podemos estar próximos do conceito científico, mas na maioria das vezes, nem o sabemos. Esses são exemplos da apropriação que o senso comum faz da ciência. Arte, religião, filosofia, ciência e senso comum são domínios do conhecimento humano. A ciência compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade (objeto de estudo), expresso por meio de uma linguagem precisa e rigorosa. A ciência ainda tem uma característica fundamental: ela aspira à objetividade. Suas conclusões devem ser passíveis de verificação e isentas de emoção, para, assim, tornarem-se válidas para todos. Um novo conhecimento é produzido sempre a partir de algo anteriormente desenvolvido. Negam-se, reafirmam-se, descobrem-se novos aspectos, e assim a ciência avança. Ela é um processo contínuo.Um conhecimento, para ser considerado científico, requer um objeto específico de estudo. A Psicologia colabora com o estudo da subjetividade: é essa a sua forma particular, específica de contribuição para a compreensão da totalidade da vida humana. Estudar a subjetividade, nos tempos atuais, é tentar compreender a produção de novos modos de ser, isto é, as subjetividades emergentes, cuja fabricação

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