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Realismo Escocês

Por:   •  5/6/2013  •  373 Palavras (2 Páginas)  •  663 Visualizações

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REALISMO ESCOCÊS

Realismo escocês foi um movimento popular no século XVIII e XIX, que tentou superar o ceticismo (incredulidade) epistemológico (ciência, conhecimento) metafísico (além da física) e moral da filosofia iluminista de David Hume, com uma filosofia de bom senso e realismo natural. O fundador do Realismo escocês era um clérigo (Sujeito que faz parte da classe eclesiástica. Cristão que exerce o sacerdócio). presbiteriano Thomas Reid, autor de uma série de livros que exploravam os cinco sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato) descrevendo, com bastante detalhe, as formas pelas quais os sentidos são usados para se adquirir conhecimentos do mundo. Ele acreditava que o senso comum é, ou pelo menos deveria ser à base de todo o pensamento filosófico; de que o ser humano tem uma compreensão intuitiva de que de fato existe um mundo real, do contrário, a vida cotidiana não teria nenhum fundamento. Para ele a mente tem existência independente na realidade e se compõe de vários poderes inatos a que chama de faculdades. Reid dividiu essas faculdades em duas grandes categorias: as Intelectuais e Ativas.

Intelectuais – encontra-se a memória, a abstração, o raciocínio e o julgamento.

Ativas – diz respeito às emoções e a vontade.

Contrariando a visão cepticista de David Hume, Reid afirmava que o mundo não é nenhum labirinto misterioso, mas sim que o mundo está à nossa vista para que façamos julgamentos claros sobre aquilo que vemos, preto ou branco, certo ou errado.

Reid acreditava que o poder do conhecimento pertence a todos os humanos, independentemente de outros atributos. O progresso humano reside na expansão dessa capacidade ao maior número de pessoas possível, de modo que elas se tornem livres. A filosofia de Reid é uma filosofia da liberdade humana e foi muito apelativa aos norte-americanos, particularmente no século da independência americana, mas também depois disso.

Em 1751 Reid foi nomeado professor no King's College em Aberdeen, tornando-se a figura central da escola filosófica do senso comum.

Criou o "Wise Club" (uma associação literária-filosófica). Em 1764 ele foi chamado a substituir Adam Smith na Universidade de Glasgow e um dos seus alunos em Glasgow foi Dugald Stewart um ilustre sucessor que colocou mais tensão sobre observação e raciocínio indutivo, e inscrito em uma abordagem empirista para a psicologia.

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