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VIDA. A Origem da Vida

Por:   •  13/3/2014  •  Tese  •  2.768 Palavras (12 Páginas)  •  179 Visualizações

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Vida

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Vida (desambiguação).

A Terra apresenta uma grande biodiversidade, com numerosas espécies de seres vivos

A vida (do latim vita)1 é um conceito muito amplo e admite diversas definições. Pode-se referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao espaço de tempo entre a concepção e a morte de um organismo2 ; a condição de uma entidade que nasceu e ainda não morreu; e aquilo que faz com que um ser vivo esteja vivo. Metafisicamente, a vida é um processo contínuo de relacionamentos.3

Índice [esconder]

1 A Vida

1.1 Definição convencional

1.2 Mais definições

1.3 Descendência modificada: uma característica útil

1.4 Exceções à definição comum

1.5 Definição biológica moderna

1.6 Vida no contexto religioso

2 Origem da vida

3 A possibilidade de vida extraterrestre

4 Referências

5 Ver também

6 Ligações externas

A Vida[editar | editar código-fonte]

Definição convencional[editar | editar código-fonte]

A água é uma substância essencial para a vida

Por mais simples que possa parecer, ainda é muito difícil para os cientistas definirem vida com clareza. Muitos filósofos tentam defini-la como um "fenômeno que anima a matéria".4

De um modo geral, considera-se tradicionalmente que uma entidade é um ser vivo se exibe todos os seguintes fenômenos pelo menos uma vez durante a sua existência 5 :

Desenvolvimento: passagem por várias etapas distintas e sequenciais, que vão da concepção à morte.

Crescimento: absorção e reorganização cumulativa de matéria oriunda do meio; com excreção dos excessos e dos produtos "indesejados".

Movimento: em meio interno (dinâmica celular), acompanhada ou não de locomoção no ambiente.

Reprodução: capacidade de gerar entidades semelhantes a si própria.

Resposta a estímulos: capacidade de "sentir" e avaliar as propriedades do ambiente e de agir seletivamente em resposta às possíveis mudanças em tais condições.

Evolução: capacidade das sucessivas gerações transformarem-se gradualmente e de adaptarem-se ao meio.

Estes critérios têm a sua utilidade, mas a sua natureza díspar torna-os insatisfatórios sob mais que uma perspectiva; de facto, não é difícil encontrar contra-exemplos, bem como exemplos que requerem maior elaboração. Por exemplo, de acordo com os critérios citados, poder-se-ia dizer que o fogo tem vida.

Tal situação poderia facilmente ser remediada pela adição do requisito de limitação espacial, ou seja, a presença de algum mecanismo que delimite a extensão espacial do ser vivo, como por exemplo a membrana celular nos seres vivos típicos. Tal abordagem resolve o caso do fogo, contudo leva adicionalmente a novos problemas como o de definição de indivíduo em organismos como a maioria dos fungos e certas plantas herbáceas, e não resolve em definitivo o problema, pois ainda poder-seia dizer que:

as estrelas têm vida, por motivos ainda semelhantes aos do fogo.

os geodes também poderiam ser consideradas seres vivos.

Vírus e afins não são seres vivos porque não crescem e não se conseguem reproduzir fora da célula hospedeira; caso extensível a muitos parasitas externos.

Se nos limitarmos aos organismos "convencionais", poder-se-ia considerar alguns critérios adicionais em busca de uma definição mais precisa:

Presença de componentes moleculares como hidratos de carbono, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos.

Composição por uma ou mais células.

Manutenção de homeostase.

Capacidade de especiação.

Contudo, mesmos nesses casos ainda detectar-se-ia alguns impasses. A exemplo, toda a vida na Terra

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