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INCLUSÃO EDUCACIONAL E FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA ANÁLISE DOCUMENTAL DO CURRICULO DA ESEF.

Por:   •  4/6/2019  •  Artigo  •  777 Palavras (4 Páginas)  •  8 Visualizações

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INCLUSÃO EDUCACIONAL E FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA ANÁLISE DOCUMENTAL DO CURRICULO DA ESEF.

Rebeca Giovana Cavalcante da Silva

RESUMO

Ter estudantes com deficiência em classes regulares de ensino é uma das evidências de uma escola inclusiva, mas para que assim ocorresse eventos a nível mundial e a nível nacional destaca-se ao longa da história, sobretudo a nível mundial destaca-se a Declaração de Salamanca por conseguir com que a concepção de Educação Inclusiva alcançasse ligeiramente todo o mundo, registros exprimem que participaram desta conferência noventa e dois governos, vinte e cinco organizações internacionais, que reconheceram a necessidade da educação alcançar a todos, sem haver distinção na esfera do ensino regular.  A nível nacional destaca-se a Promulgação da Constituição de 1988 quando dispõe que uma de suas finalidades é promover o bem de todos e especificamente sobre educação, no artigo 205, dispõe que também é direito de todos, corroborando há a Lei de Diretrizes e Bases, em seu capítulo V, tratando da modalidade de Educação escolar Educação Especial, nesta, além de vários avanços para a educação de pessoas com deficiência, encontra-se disposto o atendimento a estes, preferencialmente na rede regular de ensino, permitindo assim a existência de escolas inclusivas. Estes eventos contribuíram garantindo diretos e conquistas para pessoas com deficiência., no entanto, para a Inclusão somente a promulgação de Leis não é garantia de que haverá sua efetivação, é neste sentido que a Educação Física atrelada a proposta escolar não pode ficar indiferente frente a perspectiva da Inclusão, devendo portanto contribuir para a sua efetivação, e nesta o professor se constitui de fundamental importância para a Inclusão, uma vez que suas atitudes podem ou não evidenciar uma perspectiva Inclusiva. A formação profissional em Educação Física passou por várias mudanças, três em especial, a primeira no ano de 1969, onde a licenciatura foi instituída; o segundo momento em 1987, com a primeira possibilidade de formação do bacharel em Educação Física; e por último, o ano de 2004, com a formação integral e terminalidade próprias para os cursos de licenciatura e de bacharelado. Mas é em 1987 que a área sente a necessidade de alocar em sua grade curricular uma disciplina que contenha conhecimentos da área da Deficiência, a disciplina de Educação Física Adaptada, tendo em vista a necessidade emergente na sociedade de não excluir em nenhuma circunstância.  Portanto, uma das questões que envolve a efetivação de um ensino Inclusivo é a formação profissional, aqui em especial ressaltamos a formação em Educação Física, no entanto, esta por vezes é atribuída como um obstáculo frente ao movimento inclusivo, seja por não condizer com a realidade educacional ou por apresentar um padrão estereotipado de estudantes. Diante deste contexto, nos questionamos como se estrutura a formação dos professores de Educação Física da Escola Superior de Educação Física da Universidade de Pernambuco no sentido da Inclusão. Metodologicamente, é uma pesquisa bibliográfica, uma vez que elegemos algumas revistas com notoriedade na área, como a Revista Brasileira de Ciências do Esporte, organizada pelo Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, a Revista Movimento, organizada pela Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Revista da Educação Física, organizada pela Universidade Estadual de Maringá, a Revista Pensar a Prática, organizada pela Universidade Federal de Goiás e a Revista Motriz, organizada pela Universidade Estadual Paulista, delimitamos  três palavras chaves, a saber: deficiência; formação; inclusão. Para além de ser uma pesquisa bibliográfica, compreende uma pesquisa documental, em razão da análise do Projeto Pedagógico do curso de Licenciatura em Educação Física da Escola Superior de Educação Física Da Universidade de Pernambuco. Diante do exposto, objetivamos analisar, a partir de revisão bibliográfica e de análise documental curricular, a relação entre inclusão educacional e formação profissional em Educação Física. Verificamos que a Educação Física aparentemente é uma área mais facilmente inclusiva; É necessário que os docentes estejam aptos à lidar com um ensino inclusivo; A partir de 1987 a Educação Física intenciona abranger a temática da Educação Física Adaptada em cursos de Formação Superior; E por fim, consideramos que a Escola Superior de Educação Física atende legalmente o que preconiza a legislações e orientações quanto a aspectos para uma formação que atenda a demanda da inclusão, uma vez que apresenta cinco componentes curriculares que fazem menção a Inclusão, seja em suas ementas, nas habilidades ou nos conteúdos programáticos; O curso oferece um Programa de apoio à Pessoa com deficiência, colaborando assim com aprendizados além da sala de aula; duas das Competência e Habilidades a serem desenvolvidas no curso, diz de: Adoção de práticas pedagógicas e ações educativas específicas da Educação Física que consolidem a educação inclusiva e Promover o Conhecimento da Modalidade de educação, a Educação Especial.

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