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Tipos De Marcha/reflexo/sensibilidade

Por:   •  21/3/2013  •  976 Palavras (4 Páginas)  •  1.275 Visualizações

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Tipos de Marcha:

Parieto-espástica

 Fraqueza e espasticidade (hipertonia elástica).

 O paciente não faz dorsiflexão de tornozelo (arrasta o antepé),

 Não flexiona bem o joelho

 Tem sinal de clonus na marcha (lesão de primeiro neurônio)

 Membros aduzidos

Marcha em tesoura

 Paciente tem hipertonia dos músculos adutores de coxa, o que faz com que o mesmo cruze as pernas durante a marcha. Pode acontecer em pacientes paraplégicos.

Anserina

 É a marcha típica da pessoa obesa ou grávida, que tem o centro de gravidade deslocado para frente.

 Paciente faz grande flexão lateral de tronco

 Aumenta a base para ter um melhor equilíbrio.

Escarvante

 Paciente não tem dorsiflexão de tornozelo e compensa com flexão de joelho e quadril.

Ceifante

Atáxica (cerebelar)

 Passos desiguais

 Marcha incoordenada

Hemiplégica

 Hipertonia em extensão.

 A perna fica mais cumprida

 Assimetria

 Não tem dorsiflexão

 Apoio com antepé (geralmente) e lateral do pé.

 O pé tende a ser varo.

P.S: já com o quadro do paciente estabelecido, estável, sem grandes chances de melhora, a opção seria colocar uma órtese e tornar a marcha independente.

Parkinsoniana

 Festinada

 Passos curtos

 Bradicinesia

COORDENAÇÃO E EQUILÍBRIO

 Equilíbrio Estático

 Teste de Romberg- O paciente fica em pé, com pés unidos (base estreita). Inicialmente com olhos abertos e posteriormente de olhos fechados. Pode-se progredir, por exemplo, para apoio unilateral. É bom medir em tempo.

P.S: o paciente com ataxia sensitiva vai sentir mais falta dos olhos do que o com ataxia cerebelar. Seria uma forma de diferenciá-las.

Coordenação Dinâmica

 Membro Superior

 Índex-nariz

 Índex-index

P.S: A escala de ataxia diz para iniciar com as mãos do paciente no colo. Alguns autores fazem a partir de uma abdução de glenoumeral, o que não é uma boa opção no caso de fraqueza muscular, pois exige mais do paciente. Observa-se tremor de ação e dismetria.

 Membro Inferior

 Calcanhar-joelho: o teste é feito com o paciente deitado (DD), pede-se para o mesmo colocar o calcanhar no joelho contralateral (alvo) e descer pela crista da tíbia e voltar para posição inicial. É feito 3 vezes. Vê dismetria, tremor de ação e incoordenação (trajeto do movimento).

 Tronco

 O paciente fica deitado e pede-se para ele fazer abdominal.

 Prova de Rechaço- Teste se faz com paciente sentado, pede-se que ele resista uma contração de bíceps por um tempo e o terapeuta para com a contração repentinamente, sem avisar ao paciente. O paciente tem que conseguir travar o movimento, para ser normal. Deve-se proteger o rosto do paciente quando parar a resistência, devido ao risco do paciente não conseguir controlar o membro e acabar se batendo.

 Diadococinesia- capacidade de fazer movimentos rápidos e alternados.

MÚSCULOS

Inspeção e Palpação

 Atrofia x hipertrofia

 Fasciculações- sinal de síndrome do segundo neurônio. É desencadeado por tapas, às vezes.

 Movimentos involuntários

FORÇA MUSCULAR

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