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O Sistema Internacional e os Processos de integração regional

Por:   •  21/4/2016  •  Resenha  •  381 Palavras (2 Páginas)  •  365 Visualizações

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  1. O Sistema Internacional e os processos de integração regional

A economia e a política internacional possuem conformações sociais e organizacionais. Do ponto de vista da arquitetura de atores, eles conformam o que se convencionou chamar de Sistema Internacional, congregando Estados, Organizações Internacionais Governamentais e não governamentais e empresas.

Pelo lado do sistema internacional, a ideia de ordem internacional está diretamente atrelada à capacidade do sistema em forjar uma hegemonia e, a partir desta, certa estabilidade. Do lado das organizações internacionais, existem visões que as colocam como auxiliadoras na estabilidade do sistema, ou como em projeção acima dos Estados, ou ainda um simples apêndice destes.

Hegemonia: É denominada hegemonia a supremacia de uma entidade sobre outras de igual tipo. Pode-se aplicar o termo a diversas situações com o mesmo significado: uma nação ou grupo de nações pode retê-la, graças a seu potencial econômico, militar ou político superior que exerce sobre outras populações, mesmo contra a vontade destas.

  1.  O Sistema Internacional e os ciclos hegemônicos e econômicos

Um Sistema Internacional é semelhante à ideia de sistema. Um sistema é uma interação de atores e processo em torno de interesses, objetivos ou funções, cuja representação mais comum é a observação de como ocorrem demandas e ofertas desses interesses, objetivos e funções. O Sistema Internacional tem as características de sistemas como um todo, mas possui especificidades que se diferenciam de muitos outros sistemas, incluindo o Sistema Nacional, onde ocorrem as relações sociais de um determinado povo.

Historicamente, situamos a formação do Sistema Internacional a partir das grandes navegações e a ocupação do continente americano. Nessa situação, todos os continentes do globo terrestre estavam sob os olhos, interesses e ações dos diferentes atores que o compunham. Estes, eram atores de transição, pois se estava passando do modo de produção feudalista para o capitalista, ou seja, poderes feudais e reinos absolutos que aos poucos foram transformando-se em Estados Nacionais.

A ideia de Estado Nacional, ou Estado Nação, fica bastante fortalecida com a Paz de Westphalia em 1648, que foi resultante de uma série de tratados instituídos pelos poderes envolvidos na Guerra dos Trinta Anos na Europa. A Paz de Westphalia representou uma ação política entre os poderes instituídos na Europa pelo reconhecimento mútuo da existência de poder sobre um território e um povo, bem como da sua soberania.

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