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Fundamentos Filosofico

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Por:   •  15/8/2014  •  1.731 Palavras (7 Páginas)  •  719 Visualizações

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Três concepções da relação Educação e sociedade

1-Otimismo Ingênuo

Sociedade

Escola

1.Educador = sacerdócio; era desvalorizado profissionalmente2.Educação = salvadora;3.Autonomia absoluta;4.Visão pouco profissional do educador;5.Escola supra social (Não serve a nenhuma classe social)6.Neutralidade. Pensava que não tinha influência de nenhum grupo político

2-Pessimismo Ingênuo

Sociedade

Escola

1.Escola= reprodutora da desigualdade social2.Educador como agente da ideologia dominante3.Escola sem autonomia4.Escola com hierarquia do setor industrial Quem maneja a escola é a sociedade5.Escola sem neutralidade envolvida nas atividades políticas da estrutura social

3-Otimismo crítico

Sociedade

Escola

Autonomia relativa pois a escola é parte do sistema. Não é neutra a nem absoluta. È conservadora e inovadora (senso critico alertando para o papel social

A construção da inovação: inquietações contra o pedagocídio.

O que caracteriza o pedagocídio?Educação alienada, pois a criança perfeita so existe em nossas cabeças

Para ser educador gostar de criança é um passo imprescindível, mas não suficiente: há necessidade de qualificar-se para o exercício socialmente competente da profissão docente.

Há ainda o risco de ser gostar de uma criança idealizada (minoria) e deparar-se com outro tipo de criança, com diferentes necessidades (maioria).

Se não nos qualificarmos para atuar com os diferentes modos de “ser criança” que existem em nossa realidade social, acabaremos por aprofundar as diferenças sociais e aumentar as injustiças.

A atenção aguda á realidade social dos alunos é a base para a construção coletiva de uma escolarização que conduza á autonomia e a cidadania livre.

Pedagocídio = fracasso escolar que se origina pela evasão e a repetência, além de possuir causas extraescolares (condições econômicas, falta de vontade política, defesa dos interesses das elites, etc.) e intra-escolares (uso irreflexivo e crítico de livros didáticos, seleção de conteúdo desconectados da realidade, culpabilização, dos próprios alunos pelo fracasso).

A escola é por excelência o local em que circula o conhecimento Questões epistemológicas: O que é o conhecimento? Como conhecemos? Qual é a origem do conhecimento? Uma das finalidades da filosofia da educação é tornar explicita as teorias do conhecimento que estão subentendidas nas teorias pedagógicas.

Teoria do conhecimento (= epistemologia): parte da filosofia que investiga as relações entre o sujeito que conhece (cognoscente) e o objeto conhecido no ato de conhecer. É também chamado de Gnosiologia. (do grego “gnose = conhe-cimento).

Somente na Idade Média (séc. XVIII) a teoria do conhecimento se constitui como disciplina de estudo (conhecimento cientifico).Das indagações de Descartes originam-se duas tendências: o racionalismo, defensor das ideias inatas e o Empirismo defendido por John Locke, que valorizava a experiência no processo de conhecimento. Empirismo Descartes começa seu método duvidando de tudo: das afirmações do senso comum, dos argumentos de autoridade, do testemunho dos sentidos e ate de seu próprio corpo. Chega então a uma verdade indubitável: a existência de um ser que “penso, logo existo”.

Assim o filosofo descobre ideias claras e distintas que não derivam da experiência, mas já se encontram no espirito humano: ideias inatas (já nascem com o sujeito).

Exemplos

(Empirismo) É importante que o professor saiba transmitir bem o conhecimento acumulado na cultura a que pertence.

(Empirismo) O aluno precisa estudar bastante, treinando o suficiente para fixar o que aprendeu.

(Empirismo) O esforço do professor é irrelevante

Essas são ideias verdadeiras, pois vem da razão, por isso a teoria é racionalista. Também podemos chama-la de subjetividade ou idealismo (ideias).

Essa teoria, diante dos polos sujeitos-objeto privilegia o primeiro= teoria cartesiana do conhecimento.

Para essa teoria, se o conhecimento é uma forma de entrarmos em contato com a realidade, para saber se esse conhecimento é verdadeiro ou falso, o critério seguro está no nosso espírito.

A corrente Empirista defendida por John Locke criticou o Inatismo de Descartes, afirmando que a alma é como uma tabua rasa (tabua sem inscrição), pois o conhecimento só começa após a experiência sensível.

Empirismo empiria= experiência (latim)

Segundo John Locke há duas fontes possíveis para nossas ideias: a sensação e a reflexão é a percepção que a alma tem daquilo que nela ocorre.

A reflexão é, portanto uma experiência interna, que resulta da experiência externa produzida pela sensação.

Para a visão empírica da teoria do conhecimento, na relação sujeito objeto a ênfase

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