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Autoatividade do capítulo 4 Aconselhamento e Orientação Familiar

Por:   •  16/4/2015  •  Trabalho acadêmico  •  1.797 Palavras (8 Páginas)  •  16.574 Visualizações

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INSTITUTO TEOLÓGICO QUADRANGULAR

ACONSELHAMENTO E ORIENTAÇÃO FAMILIAR

AUTOATIVIDADE DO CAPÍTULO 4

Aluno: Francisco A. Torres de Oliveira

Data: 17/04/2015

QUESTÕES:

1. Quem são/foram seus pais?

Meu pai sempre foi um homem trabalhador, bom caráter, responsável, um pouco ausente em função do seu trabalho, companheiro, porém de pouca conversa. Minha mãe esteve sempre presente na minha vida. Uma mulher trabalhadora, acolhedora, fiel, sentimental, sensível a todas as coisas, porém corajosa, determinada e perseverante para ver sua família unida e feliz.

2. Quem são/foram seus sogros?

Meus sogros infelizmente são separados, e eu nunca tive oportunidade de conviver com o meu sogro, a não ser com a minha sogra, portanto quase nada sei a seu respeito. A minha sogra já faleceu, entretanto pude conhecê-la e admirá-la, pois era mulher trabalhadora, de muita fibra, humilde, de um caráter admirável, e sempre atenciosa e carinhosa para com suas filhas.

3. Como você se vê como pai ou mãe?

Fui um pai muitas vezes ausente, pois cometi o erro de dedicar parte da minha vida ao trabalho, e não enxerguei que a minha família era muito mais importante do que o meu próprio trabalho. Este é o erro de muitos que vivem para o mundo, para as coisas materiais e para o dinheiro. Sempre procurei fazer o melhor, dando uma boa educação aos meus filhos, e exigia apenas deles, o respeito e a obediência. Hoje, com uma nova vida em Cristo, consigo ver melhor o que os filhos buscam dos pais, ou seja, eles querem uma atenção maior, que haja diálogo constante e contínuo, carinho, amor e companheirismo. Quando isto acontece, o resultado é compensador, pois ganhamos o amor deles e a confiança.

4. Há algumas coisas que seus pais fizeram com você que você não fará/fez com seus filhos?

Meu pai tinha o vício de fumar cigarros e de tomar cerveja nos finais de semana, e eu acabei herdando dele este vício. Quando ele descobriu que eu havia aprendido a fumar cigarros, ele se omitiu, e não me repreendeu. Este mal exemplo, eu procurei repassar aos meus filhos, aconselhando-os a fugir dos vícios do cigarro, da bebida alcoólica e das drogas.

5. Há algumas coisas que seus pais fizeram com você que você fará/faz com seus filhos?

Além de muito amor e carinho, e os conceitos de uma boa educação, meus pais sempre me deram conselhos, me incentivaram muitas vezes com palavras positivas encorajadoras, e me apoiaram quando adquiri a minha independência. Os valores que recebi dos meus pais, eu procurei repassar para os meus filhos, ensinando-os.

6. Que tipo de literatura você tem lido até agora, que trata do assunto de educação de filhos?

Quando olho para as minhas próprias imperfeições e para os erros que cometi no passado na criação dos meus filhos, ainda me sinto incapaz, pois hoje meus filhos já são adultos e casados. O fato de meus filhos terem sidos criados fora da Palavra de Deus, eu e minha esposa, por uma questão de necessidade, decidimos participar de um curso de casais, há cinco (05) anos atrás, com o objetivo de buscarmos melhorar o nosso relacionamento conjugal, bem como melhorar o relacionamento com nossos filhos. O curso só venho a somar no nosso casamento, pois nos deu uma noção mais ampla, de como devemos agir para melhorar o relacionamento com nossos filhos. Por outro lado, vemos que ainda temos encontrado dificuldades no relacionamento, contudo sabemos que estamos no caminho certo. Atualmente estamos buscando conhecer, compreender, conviver, lidar e cuidar de netos (as), lendo livros que orientam sobre o convívio e relacionamento entre avós e netos.

7. Leia Dt 6.5-9. Conforme esta passagem o que você acha mais importante na criação dos seus filhos?

O texto em Dt. 6:7, diz que os pais devem ensinar seus filhos falando a Palavra de Deus, quer seja assentado em sua casa ou andando pelo caminho, bem como na hora de deitar-se e na hora de levantar-se

Outro texto que afirma isto está em Efésios 6:4, que diz: E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

Nós, como filhos de Deus, sabemos que Ele nos disciplina naqueles momentos que erramos, e nos castiga para o nosso bem, para nos ensinar a andar de acordo com os Seus planos perfeitos e amorosos para a nossa vida. Como filhos de Deus, queremos, em tudo, agradá-lo e obedecê-lo.

Educar os nossos filhos nos caminhos do Senhor é uma decisão que cabe somente a nós, no entanto se desejamos agradá-lo e obedecê-lo, devemos fazê-lo. Deus deve ser o modelo de Pai que devemos seguir.

Lendo a Palavra de Deus fomos, pouco a pouco, nos convencendo de que disciplinar a criança significa amá-la, querer o seu bem e dirigi-la pelos caminhos do Senhor.

8. Pense em dois ingredientes que você considera mais importante na criação dos filhos. Quais são eles?

Amor e diálogo.

9. Você recorda a atitude dos seus pais ao disciplinarem você como algo:

(X) positivo                    (  ) negativo                    (  ) não lembro

10. Deixar os filhos com a babá é...

Não basta ser pai, tem que participar. O termo é bastante conhecido, e as dificuldades para fazê-lo se tornar realidade também. A rotina diária ou a forma como a estrutura familiar está organizada exige que os pais contratem uma babá, e encarem como desafio o que deveria ser uma obrigação, ou seja, tornar-se presente na vida dos filhos. A interação constante das profissionais (babás) com as crianças interfere na formação do vínculo com os pais. Os laços que a criança cria com a babá serão muito mais intensos, dificultando o papel dos pais quando eles forem realmente fazer sua parte. Por mais adequada e competente que a babá seja, a responsabilidade de cuidar e educar na maior parte do tempo deve ser dos pais. A ausência se transforma em culpa, para os pais que não conseguem dar atenção à prole, e em traumas para os filhos, que se sentem sozinhos e até rejeitados pelos pais. Filhos precisam das referências dos pais, sem elas tendem a enxergar os relacionamentos humanos com certo despreparo e como algo negativo. Na fase da idade de 0 a 3 anos, a formação da personalidade da criança ainda não está definida e a referência dos pais é fundamental para que isso aconteça sem prejuízos emocionais e psicológicos. Se os pais faltam nesta fase, a criança se sente desprotegida e não tem parâmetros para diferenciar o que é certo do que é errado. A presença dos pais é primordial neste período, pois, os traumas sofridos nela se estendem pela vida adulta e vão desde dificuldades de aprendizagem até a falta de apetite ou a comilança excessiva.

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