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Por:   •  18/4/2013  •  5.557 Palavras (23 Páginas)  •  822 Visualizações

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COMO LER UM BALANÇO PATRIMONIAL

-Randy Befumo (TMF Templr), a Fool

Tradução e adaptação de SER-

Fonte: http://www.fool.com/School/BalanceSheet/BalanceSheet01.htm

Introdução

Ativos Circulantes

Passivos Circulantes

Passivo e Patrimônio Líquido

Índice de Liquidez Corrente e Liquidez Seca

Capital de Giro

Preço Valor Patrimonial, PMR & Giro

Conclusão

I.Introdução

"O caixa é soberano" Claro que você já deve ter ouvido falar nesse clichê. Um certo dia, você se encontra com outro investidor e começam a conversar sobre a última aquisição que você fez para a sua carteira de ações e a conversa muda para como cada um de vocês escolhe seus papéis. O outro investidor sorri para você, e diz em códigos: “O caixa é soberano”. Embora um pouco perplexo, você não se faz de desentendido com medo de ficar parecendo um completo ignorante. Mas, afinal de contas, o que isso quer dizer?

As empresas são criadas para fazer dinheiro. Uma forma convencional de mensurar se isto está realmente acontecendo é verificar a capacidade da empresa aumentar seus “vários tipos de lucro” – as medidas mais comuns são: lucros operacionais, lucros antes dos impostos, lucro líquido e lucros-por-ação, embora essas não sejam as únicas formas de verificar se existe valor nas ações de uma companhia. Os “verdadeiros lucros” de uma companhia são aqueles que saem do Fluxo de Caixa, na forma de dinheiro, e vão para o Balanço Patrimonial. (NT-Os lucros não se transformam necessariamente em dinheiro, em um mesmo período. Isto se deve a regra contábil que diz que as vendas/despesas são contabilizadas no momento em que são incorridas, não no momento que são realmente efetivadas (regime de competência). Daí a importância de se administrar corretamente às contas a pagar e as contas a receber de maneira que a empresa não venha a quebrar por falta de pagamentos).

No final, o valor para o acionista acaba vindo de seus ativos mais líquidos, aqueles que podem ser facilmente convertidos em dinheiro. O valor de uma companhia é determinado por quanto, medido em termos de ativos líquidos, ela consegue acumular ao longo do tempo. Existem duas formas de raciocinarmos em cima disso. A primeira é olhar para o seu valor terminal, que é o valor potencial estimado que sobraria para os acionistas, depois de transformar tudo que existe dentro de uma empresa em dinheiro, após ela fechar suas portas em algum ponto no futuro. O outro, é verificar de onde vem o valor tangível do acionista – o retorno sobre o capital investido gerado pelas operações da companhia. Se a companhia possuir caixa em excesso que não precise em suas operações do dia-a-dia ela poderá emprega-lo de duas formas em benefício do acionista: pagando dividendos ou comprando de volta seus papéis no mercado.

Compreender o que está no balanço é crucial para saber se a companhia na qual você está investindo será capaz ou não de gerar valor para seus acionistas, no futuro. A maioria dos investidores vai direto nos Demonstrativos de Resultados e perdem muito tempo se preocupando apenas com os lucros e muito pouco tempo se preocupando com o Balanço Patrimonial e o seu primo mais próximo, o Demonstrativo de Fluxo de Caixa (NT-No Brasil o Demonstrativo de Fluxo de Caixa ainda não é obrigatório embora a legislação já esteja mudando a esse respeito, apenas o Demonstrativo de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), mas o Demonstrativo de Fluxo de Caixa pode ser construído a partir dos outros demonstrativos). É o Balanço Patrimonial que pode nos dizer se a companhia tem dinheiro suficiente para continuar financiando seu próprio crescimento

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