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CIDADE SUSTENTÁVEL: CURITIBA

Por:   •  25/3/2013  •  3.348 Palavras (14 Páginas)  •  949 Visualizações

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CIDADE SUSTENTÁVEL: CURITIBA¹

Borba Ana Claudia2, Alencar Akiko3, Gonçalves Graziela4, Ferreira Luciano5, Oliveira Marcos6

RESUMO

A mobilidade urbana sustentável, que incorpora os princípios de sustentabilidade econômica, social e ambiental, deve atender as necessidades da sociedade de se deslocar livremente a fim de realizar as atividades desejadas, visando, em última análise, a melhoria da qualidade de vida urbana das presentes e futuras gerações. Este trabalho tem por objetivo principal analisar a mobilidade urbana sustentável de Salvador tendo como espelho a cidade de Curitiba, que é a pioneira no desenvolvimento urbano sustentável.

PALAVRAS-CHAVE: Mobilidade Urbana. Bicombustível. Qualidade Ambiental. Planejamento Urbano.

1. INTRODUÇÃO

Cidade sustentável é uma cidade que possui uma política de desenvolvimento urbano, que promovam medidas para proteger o meio ambiente natural e construído, garantindo a função social ambiental da propriedade na cidade. A sustentabilidade é um assunto complexo que envolve as dimensões ambiental, social, econômica e atual dos processos urbanos. O Estatuto Cidade, ao mesmo tempo em que oferece instrumentos para a reforma urbana, prescreve a integração do direito humano a moradia e o direito a esse meio ambiente ecologicamente equilibrado nas cidades.

Os problemas de mobilidade urbana no Brasil se repetem há anos: excesso de veículos nas ruas, transporte coletivo deficitário e em alguns casos precário, execução lenta de obras de infraestrutura e falta de ações conjuntas entre municípios da mesma região metropolitana.

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¹Trabalho Apresentado à Disciplina de Projeto Integrador sob orietanção dos professores: Profª. Hérika, Profª. Bernadete Bittencourt, Profª. Glória Cecília, Profº. Luciana Mello, Profª. Fábio Lúcio.

²Graduando do Curso Tecnológico em Gestão Ambiental do Centro Universitário Jorge Amado- Unijorge. E-mail:anaclaudia.borba@hotmail.com

³Graduando do Curso Tecnológico em Gestão Ambiental do Centro Universitário Jorge Amado- Unijorge. E-mail:akiko.bee33@hotmail.com

4Graduando do Curso Tecnológico em Gestão Ambiental do Centro Universitário Jorge Amado- Unijorge. E-mail:grazielagrazon@hotmail.com

5Graduando do Curso Tecnológico em Gestão Ambiental do Centro Universitário Jorge Amado- Unijorge. E-mail:lucianof28@hotmail.com

6Graduando do Curso Tecnológico em Gestão Ambiental do Centro Universitário Jorge Amado- Unijorge. E-mail:marcaao.reis@hotmail.com

De uns tempos para cá, no entanto, a situação está se agravando. Com o bom momento da economia brasileira e o estímulo da indústria automotiva, ficou mais fácil comprar um veículo. Já chega a 47% o total de domicílios no País que possuem automóveis ou motocicletas para atender o deslocamento dos seus moradores. Em 2008 o número era de 45,2%, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que prevê elevação desse porcentual. Esse movimento vai à contramão do que defendem especialistas de trânsito. Segundo eles, se não houver investimentos volumosos no transporte coletivo, a mobilidade deve ficar cada vez mais comprometida e a cena urbana frequente será a dos congestionamentos. O transporte urbano considerado como sustentável é aquele que permite a satisfação das necessidades básicas de acesso e mobilidade das pessoas, empresa e sociedade, de forma compatível com a saúde humana e o equilíbrio do ecossistema, possui custos aceitáveis e limita as emissões de resíduos e poluentes em função da capacidade de absorção pelo meio ambiente.

De acordo com Macário (2005), as condições de mobilidade afetam diretamente o desenvolvimento econômico das cidades, podendo atrair ou afastar pessoas, investidores, indústrias e empregos. O agravamento dos problemas de transporte e a necessidade de uma nova forma para o planejamento da mobilidade têm elevado o uso de conceitos de sustentabilidade pelos gestores, visando assim uma melhor utilização das características das vias urbanas e melhor utilização desses recursos. (Costa, 2005).

Ao mesmo tempo, as principais capitais estão diante de uma oportunidade única, ao ter pela frente dois grandes eventos que podem mudar esse cenário. Com a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, o País deve receber bilhões em investimentos, dos quais uma boa fatia para a infraestrutura de transportes. Os principais

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