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Consul E O Publico Jovem

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Por:   •  10/5/2013  •  3.570 Palavras (15 Páginas)  •  540 Visualizações

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1 INTRODUÇÃO

O tema escolhido é totalmente pertinente para o sucesso do conteúdo abordado ate aqui, haja vista que engloba vários tópicos estudados durante este semestre. Estaremos durante este trabalho aprofundando temas de Fundamentos Básicos de Gestão Empresarial, Fundamentos de Marketing, Comportamento do Consumidor e Direito Empresarial e do Consumidor. O tema escolhido é bem rico e relevante, “O Estilo Renner de Ser”, onde vários perfis se aplicam, desde a escolha do publico alvo ate a Busca pelo cliente fiel ou o Advogado da marca.

2 DESENVOLVIMENTO

Quando a empresa decidiu direcionar seus esforços para atender o publico feminino entre 18 e 39 anos ela usou a Segmentação Demográfica, significa a divisão de um mercado em pequenos grupos. Estamos falando de uma faixa de consumo que é média e média-alta, com forte poder de decisão de compra, hoje as mulheres centralizam a maior parte das decisões de compra de uma família, como veremos mais abaixo. Este processo é derivado do reconhecimento de que o mercado total representa o conjunto de grupos com características distintas que são chamados de segmentos. Em função das semelhanças dos consumidores que compõem cada segmento, eles tendem a responder de forma similar a uma determinada estratégia de marketing, isto é, tendem a ter sentimentos e percepções semelhantes sobre um rol de marketing, composto para um determinado produto. A Segmentação Demográfica envolve dividir o mercado com base em características da população. Essa abordagem segmenta os consumidores de acordo com variáveis como: Idade, sexo, tamanho da família, escolaridade, ocupação, etc.

Falando sobre estratégias de mercado o ano de 1965 marca o início da história de Lojas Renner como uma empresa verdadeiramente independente. Até então, a Lojas Renner existia como parte do grupo A. J. Renner, indústria fabril instalada no bairro Navegantes, em Porto Alegre (RS). Foi como parte integrante do grupo A. J. Renner que a Lojas Renner inaugurou em 1922, na capital gaúcha, seu primeiro ponto de venda para a comercialização de artigos têxteis. Em 1940, ainda como empresa pertencente ao grupo, o mix de produtos foi ampliado e a Lojas Renner passou a operar como uma loja de departamentos.

Em 1965, devido ao seu crescimento e evolução, o grupo A. J. Renner optou por tornar independentes as diferentes empresas que o formavam, ocasião em que foi então constituída a companhia Lojas Renner S.A. Dois anos depois, em 1967, a Lojas Renner já se transformava em uma empresa de capital aberto. Após décadas de bom desempenho, a Lojas Renner passou por uma profunda reestruturação no início dos anos 90, passando a operar no formato de loja de departamentos especializada em moda. Ainda na década de 90, impulsionada pela bem sucedida reestruturação e pela implantação da Filosofia de Encantamento, segundo a qual não basta satisfazer, mas superar as expectativas dos clientes, a Lojas Renner expandiu suas operações para além do Rio Grande do Sul, chegando aos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, consolidando sua posição nesses mercados como uma loja de departamentos especializada em moda com mercadorias de qualidade a preços competitivos. Em 1991, quando teve início o processo de reestruturação, a Companhia contava com oito lojas e, até novembro de 1998, já havia inaugurado 13 novas lojas, totalizando 21 unidades. A Lojas Renner sempre na vanguarda, haja vista a nova metodologia de “Encantamento”, queria muito mais e tinha potencial para isso. Precisaram então passar por mais um processo de planejamento, organização, além de dirigir e controlar o uso de recursos para alcançar tais objetivos organizacionais, fez-se importante a figura do Administrador que é o elemento dinâmico e vital para qualquer empresa, pois possui a capacidade de transformar objetivos e recursos em resultados. Falando de organização, elas podem ser divididas de acordo com o setor produtivo que elas operam, subdividindo-se em 03 grandes setores; o primário, o secundário e terciário. As organizações surgem da necessidade dos indivíduos de alcançar metas que, isoladamente, não conseguiram atingir, em virtude da complexidade e da variedade das tarefas inerentes ao trabalho a se efetuar. A Lojas Renner se preocupa em ouvir o cliente, basta observarmos novamente a questão do Encantamento de clientes e se você quer manter sua fatia de mercado, ou seja, manter o seu share, você tem que ter principalmente um setor para ouvir do cliente, pois continua sendo a “regra de ouro”, bem como as formas utilizadas para obter informações sobre o mercado, tais como pesquisas, serviços de atendimento ao consumidor, ouvidorias, etc. As novas tendências mostram que as empresas devem ir além do que os seus clientes reivindicam, ou seja, ser muito mais do que voltadas para o cliente.O sucesso de uma empresa não é garantido apenas pelo que o cliente pede, mas também pela capacidade dessa empresa de sentir e perceber o mercado, inventando o futuro. Observa-se o empenho das organizações para a questão qualidade, focando a “ausência de defeito”, entretanto, as empresas que enxergaram o óbvio atuam com o foco voltado em “manter os clientes”, também, implementando as ferramentas e tecnologias disponíveis, pois compreendem o quanto é mais barato mantê-los, bem como conhecem o alto custo para recuperá-los¹. Construir a cultura de “fidelização” envolve garantir os serviços, produtos e encorajar as reclamações, é preciso manter todos focados na excelência no atendimento ao cliente. Esses são pontos de partida para se construir a “lealdade” do cliente e, aliado às novas tecnologias, programas de treinamentos, sistemas internos, tudo isso manterá os clientes satisfeitos, propiciará uma ótima participação no mercado e, certamente, ajudará a empresa a aumentar os lucros.

Em dezembro de 1998, a J. C. Penney Brazil, Inc. subsidiária de uma das maiores redes de lojas de departamentos dos EUA, adquiriu o controle acionário da Companhia. Como subsidiária do grupo J. C. Penney, a Renner obteve alguns benefícios operacionais, tais como o acesso a fornecedores internacionais, a consultoria de especialistas na escolha de pontos comerciais, bem como a adoção de procedimentos e controles internos diferenciados. Isso contribuiu para um crescimento substancial da Companhia a partir de dezembro de 1998.

Em junho de 2005, ocasião em que a Companhia já atuava com 64 pontos de venda, a JC Penney, em conjunto com os administradores das Lojas Renner, optou pela venda do controle da Companhia através de oferta pública de ações na Bolsa de Valores de São Paulo. A Renner entrou então no Novo Mercado da

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