Relatório Parcial Nutri Clínica
Por: GS mc • 29/5/2026 • Relatório de pesquisa • 4.594 Palavras (19 Páginas) • 5 Visualizações
[pic 1]
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA
RITA CÁSSIA LEITE BRAGA NETTA
BREJO SANTO - CE MAIO/2026
RITA CÁSSIA LEITE BRAGA NETTA
LOCAL DO ESTÁGIO: UNIDADE EXECUTORA CRECHE PROINFÂNCIA MARIA
LEONEIDE LEANDRO LIMA
HORÁRIO: das 11:00 às 17:00 hrs
Michele Borba Gimer Tutor da disciplina
Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado, apresentado a Uniasselvi SC, como requisito para obtenção do diploma.
BREJO SANTO – CE MAIO/2026
ÍNDICE
- INTRODUÇÃO 5
- OBJETIVOS 7
- OBJETIVO GERAL 7
- OBJETIVOS ESPECÍFICOS 7
- DESENVOLVIMENTO 8
- CARACTERIZAÇÃO 8
- CHECK LIST 10
- DOCUMENTAÇÃO 11
- ESTRUTURA FÍSICA 13
- RECURSOS HUMANOS 15
- Rotina e descrição das funções de cada função 16
REFERÊNCIAS 18
APÊNDICE 21
ANEXOS 21
DADOS DO ESTAGIÁRIO
Aluno: Rita Cássia Leite Braga Netta Conclusão do curso: Julho de 2026 Fone: (88) 99997-9420
Curso: Nutrição
Endereço: Rua doutor pedrinho Bairro: rio morto
Cidade: Indaial Cep: 89082262
Fone: (47) 3281-9000
DADOS DO ESTÁGIO
Razão social: Unidade Executora Creche Proinfância Maria Leoneide Leandro Lima Endereço: Rua Tenente Pedro Carlota s/n
Cidade: Brejo Santo - CE
Data de fundação: 22 de Dezembro de 2017
Natureza: 399 | outras formas de associacao Área de atuação da empresa: Creche
Número de empregados:98
Período de estágio: 01/03/2026 a 31/05/2026
INTRODUÇÃO
O estágio supervisionado em Saúde Coletiva cumpriu um papel fundamental na formação do nutricionista ao unificar a teoria acadêmica à prática profissional na creche Proinfância Maria Leoneide Leandro Lima. Concluído no período de 01/03/2026 a 31/05/2026, o estágio teve como eixo central o gerenciamento do serviço de alimentação escolar.
Ao longo desse período, as ações foram direcionadas para:
Garantia da segurança alimentar: Monitoramento e aplicação das normas higiênico-sanitárias na produção das refeições.
Equilíbrio nutricional: Planejamento e supervisão do cardápio voltado para as necessidades da patologia/faixa etária da creche.
Desse modo, o relatório final a seguir consolida as atividades executadas, os desafios superados e os resultados obtidos na promoção da saúde coletiva no ambiente escolar.
Vivência Prática e Gestão do Serviço
A vivência prática na Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) na mesma proporcionou uma imersão técnico-operacional profunda na rotina de gestão e execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A experiência consolidou o entendimento sobre a complexidade da atuação do nutricionista em Saúde Coletiva, cuja função gestora assume o papel de garantir a Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) na primeira infância. Durante o período de estágio, analisou-se criticamente o planejamento de cardápios, evidenciando-o como uma ferramenta epidemiológica estratégica, estruturada para atender às necessidades nutricionais específicas da faixa etária atendida, promover hábitos alimentares saudáveis desde a base e atuar de forma preventiva contra o surgimento precoce de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs).
Sob a perspectiva da administração de serviços de alimentação coletiva em ambiente escolar, as atividades desenvolvidas validaram a necessidade de um controle de custos rigoroso e consciente — assegurando o aproveitamento integral e racional dos recursos públicos destinados à merenda —, além de ressaltarem a complexidade envolvida no dimensionamento de pessoal e na liderança da equipe de manipuladoras de alimentos. Por fim, constatou-se que a padronização e a otimização dos processos operacionais, norteadas pelas Boas Práticas de Fabricação (BPF), são pilares fundamentais para mitigar desperdícios, garantir a viabilidade operacional do serviço, prevenir contaminações e manter a máxima eficiência e qualidade higienicosanitária das refeições ofertadas diariamente aos escolares assistidos.
Qualidade e Segurança Alimentar
A vivência prática consolidou a centralidade do cumprimento rigoroso das Boas Práticas de Fabricação (BPF) na rotina da Creche, sublinhando a sensibilidade do atendimento à comunidade escolar infantil. No exercício das atribuições delegadas à supervisão e à futura Responsabilidade Técnica (RT), executou-se o controle analítico voltado a assegurar a integridade biológica, química e física dos alimentos em todas as etapas do fluxo operacional — compreendendo desde a recepção da matéria-prima e armazenamento até o pré-preparo, cocção e distribuição final das refeições aos escolares.
Em estrita consonância com a literatura científica da área, que preconiza a gestão de processos em Unidades de Alimentação e Nutrição (UANs) escolares como o principal mecanismo de barreira sanitária na prevenção de surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs), a intervenção técnica mostrou-se imprescindível para a mitigação de riscos higienicosanitários. Essa premissa teórica foi materializada no cotidiano da creche por meio do monitoramento sistemático e registro das curvas de temperatura, do preenchimento de planilhas de controle interno e do desenvolvimento de treinamentos contínuos junto às manipuladoras de alimentos, focando em técnicas de antissepsia, manejo de resíduos e prevenção de contaminação cruzada.
...