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Resumo 12 Homens E Uma Sentença

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Por:   •  30/5/2013  •  564 Palavras (3 Páginas)  •  897 Visualizações

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Doze homens são confinados em uma sala onde se passa a maior parte do filme, como o objetivo de sentenciar um jovem rapaz de 18 anos, porto-riquenho pelo assassinato de seu pai com quem tinha constantes conflitos. Onde o condenamento de jovem rapaz o levaria a execução.

Esses doze homens formam um júri popular já cansado do extenso julgamento de seis dias, adquirindo diversas provas que apenas acusavam o réu. Apenas um desses doze juris acha estranho como as provas se encaixam no contesto da acusação, pedindo um pouco mais de atenção aos seus colegas por imporem a vida de um jovem a morte friamente concedendo apenas cinco minutos do seu tempo. Estando sozinho a principio com o decorrer do filme consegue convencer cada juri da inocência do jovem rapaz.

O filme é uma crítica ao preconceito existente e muito marcante na década de 50, quando o filme foi dirigido. A onde um individuo era facilmente associado a criminalidade por sua etnia e classe social. Outro ponto marcante é a interpretação das testemunhas que acreditavam ter visto algo pela qual não tinham possibilidades de realmente terem visto. exemplo: O idoso já incapaz devido a um derrame de correr e poder ter visto a tempo o rosto do assassino; a mulher que já não enxergava tão bem sem o uso de seus óculos ter visto o momento do ato em uma noite, com um trem em movimento e a 13 metros de distancia. Isso nos lembra como em algumas situações trabalhamos nosso psicológico para enxergamos algo que queremos ter visto, sem que de fato isso tivesse acontecido, assim como manipular a mente a favor de alguma ideologia um exemplo disso foi o uso da faca que foi concebida como um instrumento de difícil acesso quando na verdade era um instrumento fácil de se encontrar e encontrado alias em uma tabacaria no mesmo bairro do ocorrido.

O antiprofissionalismo é abordado também pelo ultimo juri a ser convencido ter associado o caso interações externas, seu relacionamento conflituoso com seu filho ao qual imaginou ser o réu e ele mesmo a vítima. Viu ali a sua chance de acusar seu filho atrás do caso estudado, sentenciando não o réu mais o seu filho a morte.

Este juri popular era formado em sua maioria por homens de classe média isto foi retratado quando alguns mencionaram suas profissões modestas: vendedor, pintor, relojeiro ou publicitário. Além de não ser mencionado o nome de boa parte dos jurados, são apenas indicados por numero de um a doze. Sendo o protagonista indicado por Davis e um jurado já idoso McCardle.

Por conclusão os argumentos imposto pelo jurado Davis, são inquestionáveis por seus companheiros de forma com que o decorrer das horas convence a todos. O estudo aprofundado do caso impediu a sentenciar o réu de uma morte injusta, onde as provas eram equivocadas e sem melhor interpretação nem mesmo pelo advogado de defesa que já concluirá o caso como perdido.

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