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Teoria De Ligações De Valencia

Por:   •  25/11/2013  •  510 Palavras (3 Páginas)  •  149 Visualizações

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Introdução

Sabemos, a partir da dualidade onda-partícula do elétron, que a localização de um elétron em um átomo não pode ser descrita em termos de uma posição precisa, mas sim em termos da probabilidade de o encontrarmos em algum lugar do espaço, definido pelo seu orbital.Na teoria da ligação de valência supomos que, os orbitais atômicos se fundem em uma coisa só. A distribuição eletrônica resultante, em formato de salsicha, é denominada orbital molecular σ σσ σ.A fusão de dois orbitais atômicos é chamada sobreposição de orbitais. Um ponto que deve ficar sempre presente neste estudo é que, quanto maior for a sobreposição entre os orbitais, mais forte é a ligação.

Teoria de Ligações de valência

É uma teoria que foi desenvolvida a partir do modelo atômico quântico (onde o elétron apresenta comportamento ondulatório), para descrever a formação da ligação entre orbitais atômicos. Orbital (ou função de onda) é o nome dado a solução ou resolução de uma determinada expressão matemática (denominada também de equação de onda) que indica a provável região do espaço em volta do núcleo atômico, onde o elétron(s) tem maior probabilidade de ser encontrado.

Pela teoria da ligação de valência, uma ligação se forma quando dois átomos se aproximam tão perto um do outro que o orbital ocupado de um átomo se superpõe (ou sobrepõe) ao orbital ocupado do outro átomo. Os elétrons estão desta forma, emparelhados nos orbitais que superpuseram e são atraídos por ambos os núcleos.

Os elétrons estão desta forma, emparelhados nos orbitais que superpuseram e são atraídos por ambos os núcleos. Desta forma há um aumento da densidade eletrônica entre os núcleos, unindo os átomos e consequentemente diminuindo a energia total do sistema, formando uma molécula estável.. Isso por ser descrito pelas funções de onda de cada um dos átomos.

A TLV prevê a existência de dois tipos de superposições de orbitais:

Frontal: exatamente no eixo da ligação química (direção internuclear), sendo chamada de ligação sigma (σ). Estes orbitais são cilindricamente simétricos em relação ao eixo internuclear.

Lateral: quando a ligação decorre da interação lateral de orbitais; a superposição ocorre no plano da ligação química, sendo chamada de ligação pi (π)

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