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174 O Onibus E O Assaltante

Por:   •  1/7/2013  •  407 Palavras (2 Páginas)  •  390 Visualizações

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Sandro Barbosa do Nascimento (Rio de Janeiro, 7 de julho de 1978 – Rio de Janeiro, 12 de junho2000) foi um brasileiro. Sobrevivente do massacre da Candelária, anos mais tarde Sandro sequestrou o ônibus 174, fato que foi televisionado para todo o país e até mesmo para o exterior.

Sandro Barbosa do Nascimento nasceu no Rio de Janeiro em 7 de julho de 1978. Antes de seu nascimento, seu pai biológico abandonou sua mãe assim que descobriu que ela estava grávida. Aos seis anos de idade, Sandro presenciou o assassinato de sua mãe na favela onde moravam. 

Foi então que ele virou menino de rua e adotou o apelido de "Mancha". 

Ele acabou se viciando em drogas, roubando para manter seu vício em cocaína. Sandro nunca aprendeu a ler ou escrever, apesar de ter sido mandado para inúmeras instituições de atendimento a jovens delinquentes.

Sandro frequentava a igreja da Candelária, onde recebia comida e abrigo. Ali, fez amizade com vários outros menores de rua. No dia 23 de julho de 1993, Sandro presenciou o infame massacre da Candelária, o que tirou a vida de vários amigos. 

Ele mesmo não ficou ferido no incidente, mas fez várias menções ao massacre durante o sequestro do ônibus 174, o que sugere que o evento o deixou perturbado psicologicamente.

No dia 12 de Junho de 2000, Sandro, que continuava a habitar as ruas do Rio de Janeiro, sequestrou o ônibus 174 com um revólver de calibre trinta e oito. Sua intenção inicial era roubar os passageiros, mas o roubo se transformou em sequestro após um passageiro ter feito um sinal para uma viatura da polícia militar que estava passando pela rua. 

Sem ter como escapar da polícia, Sandro fez onze reféns dentro do ônibus. 

Ele assegurou aos passageiros que não tinha a intenção de matar ninguém, mas dizia à polícia e à imprensa que iria matar a todos os reféns.

Às seis e cinquenta da tarde no horário de Brasília, Sandro decidiu sair do ônibus, usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo. 

Um policial do BOPE atirou em Sandro, mas o disparo acertou em Geisa, que foi levada para o hospital, onde foi declarada como morta. 

Sandro foi imobilizado e conduzido a uma viatura da polícia, onde morreu por asfixia.

Após alegações de que a morte de Sandro foi ocasional, os policiais responsáveis pela morte de Sandro foram levados à julgamento por assassinato e foram declarados inocentes. Uma investigação concluiu que Geisa levou quatro tiros: três de Sandro e um da polícia.

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