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Análise Crítica De Artigo Científico. Competição Baseada Em Competências E Aprendizagem Organizacional

Por:   •  20/3/2013  •  1.635 Palavras (7 Páginas)  •  1.530 Visualizações

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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E TURISMO – DAT – IM

Disciplina: Plano de Negócios I

Prof. Severino Pereira

Alunos: Paulo César de Paula e Silva

Atividade: Análise crítica de Artigo Científico.

Competição Baseada em Competências e Aprendizagem Organizacional: em Busca da Vantagem Competitiva- João Batista Diniz Leite Melody de Campos Soares Porsse.

Revista de Administração Contemporânea On-line version ISSN 1982-7849 Rev. adm. contemp. vol.7 no.spe Curitiba 2003

Os autores objetivam com este trabalho discutir de uma forma mais abrangente a Teoria da competição Baseada em Competências e fazer uma abordagem com a proposta de combinar duas perspectivas da teoria estratégica (Escola de Pensamento Estratégico e Teoria Baseada em Recursos). Reconhecem a importância dos processos de criação de conhecimento e aprendizagem organizacional, assim como as incertezas que envolvem a mudança estratégica. Fazem uma proposta para melhorar a eficácia nestes processos e apresentam dados empíricos para exemplificar esta proposta.

Este artigo foi distribuído em cinco seções, além de uma introdução: 1- Mostra os modelos dominantes do campo da estratégia empresarial. 2 - Apresenta um enfoque de integração da Teoria da Competição Baseada em Competências. 1- Aborda outros pontos terminantes como a criação de conhecimento e a aprendizagem organizacional, na Teoria da Competição Baseada em Competências. 4 - É feita uma e feita uma proposta pedagógica baseada na andragogia com o objetivo de promover a consolidação da Teoria da Competição baseada em Competência e também são apresentados dados empíricos coletados durante a pesquisa. Por fim , são apresentadas as considerações finais e possíveis questões que podem ser abordadas em pesquisas futuras.

Foi feita uma abordagem sobre a Teoria da Organização Industrial como um estudo publicado por Porter (1989) que enfatiza o conteúdo das estratégias e consiste em observar e identificar os fatores responsáveis pelo sucesso ou fracasso das firmas em diferentes contextos. Para este trabalho, Porter utiliza o modelo de Mason Bain (apud Barney e Hesterly, 1996) e que estuda a lucratividade dos oligopólios em outra perspectiva, considerando o poder dos monopólios em favor das firmas na criação de suas estratégias, fazendo uma análise fundamentalmente externa, baseada na estrutura da indústria.

Já no final dos anos oitenta foram publicados diversos trabalhos, com ênfase em Penrose (1997) dizendo que os fatores internos às empresas exerceriam um impacto maior em relação aos fatores externos. Isto foi um contraponto à analise externa de Porter. Criou-se então a Teoria Baseada em Recursos que enfoca essencialmente as questões internas das organizações, focando principalmente em seus recursos e não em produtos.

Como crítica aos paradigmas outside-in (Teoria da organização-com orientação de fora para dentro das organizações) e inside-in (Teoria Baseada em Recursos – com orientação de dentro para fora das orgaanizações), pode-se afirmar que as teorias tradicionais de estratégia não explicam de forma adequada a dinâmica dos ambientes competitivos, nos quais a maioria das organizações compete atualmente, bem como os desafios enfrentados pelos executivos, ao criar e gerir as capacidades organizacionais. Diante de tais lacunas, a partir do início da década de noventa, diversos trabalhos foram realizados com base em uma perspectiva de integração das Teorias da Organização Industrial e Baseada em Recursos com uma abordagem dinâmica, sistêmica, cognitiva e holística (Heene e Sanchez, 1997), objetivando construir uma nova teoria, fundamentada no conceito central de competência, a Competição Baseada em Competências.

Comparativamente às Teorias da Organização Industrial e Baseada em Recursos, a Competição Baseada em Competências mostra-se mais completa, na medida em que analisa a competição como uma disputa dinâmica entre competências, isto é, entre firmas, buscando equilibrar duas realidades: (1) a dinâmica e a complexidade do mundo real; e (2) as capacidades cognitivas limitadas do homem diante de tal complexidade dinâmica (Heene e Sanchez, 1997).

O tema Aprendizagem Organizacional tem sido explorado de forma ampla nos contextos acadêmicos e empresariais.. Conforme Piaget (1976), o conhecimento é construído por meio de construções

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