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Movimentos Sociais POTENCIALIZANDO A FORMAÇÃO POR MEIO DE ESTUDO DAS FORMAS DE DEMANDAS E LUTAS DA SOCIEDADE CIVIL BRASILEIRA

Artigos Científicos: Movimentos Sociais POTENCIALIZANDO A FORMAÇÃO POR MEIO DE ESTUDO DAS FORMAS DE DEMANDAS E LUTAS DA SOCIEDADE CIVIL BRASILEIRA. Pesquise 794.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  15/11/2013  •  3.318 Palavras (14 Páginas)  •  629 Visualizações

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POTENCIALIZANDO A FORMAÇÃO POR MEIO DE ESTUDO DAS FORMAS DE DEMANDAS E LUTAS DA SOCIEDADE CIVIL BRASILEIRA

Sumario

Introdução 04

Desenvolvimento 05

Exemplo de Movimentos Sociais e as possibilidades de permanências e mudanças na atualidade 08

A Construção da Democracia e o Papel dos Mediadores nos novos Movimentos Sociais 09

Conclusão 12

Referências bibliográficas 13

INTRODUÇÃO

Vamos tratar de organizações enfatizando os “Movimentos Sociais”. Onde os movimentos sociais são processos políticos voluntários de contestação constituídos de redes formais e informais organizadas que se baseiam em solidariedades, valores, crenças compartilhadas. Ocorre entre os membros que reivindicam demandas conflituosas através de mobilizações em várias formas de ações coletivas de protesto e contestação.

Lacunas que têm dificultado o entendimento e o mapeamento corretos da categoria movimentos sociais, a qual se vê suplantada pela categoria mobilização social, que pode ser entendida como simples participação e cooperação muitas vezes induzidas por estruturas políticas externas a ela.

DESENVOLVIMENTO

Entendendo a conjuntura nacional e o cenário politico e histórico no qual os movimentos sociais se fundam.

Nesta primeira parte, entendemos que a autora nos apresenta cenário temático e histórico das organizações sociais. Trata-se de organizações enfatizando os “Movimentos Sociais”. Movimentos sociais são processos políticos voluntários de contestação constituídos de redes formais e informais organizadas que se baseiam em solidariedades, valores, crenças compartilhadas. Ocorre entre os membros que reivindicam demandas conflituosas através de mobilizações em várias formas de ações coletivas de protesto e contestação. A autora destaca partes essenciais do movimento social no contexto sociopolítico, econômico e cultural dos países da América Latina. Cujo objetivo central um mapeamento e análise das principais formas de sociativismo civil no Brasil através de movimentos sociais, redes de mobilização de associações civis e fóruns. Os principais movimentos no contexto de hoje na A.L. é um dos panos de fundo de cenário para discutir suas formas, demandas e identidade que constroem redes que estruturam manifestações culturais e políticas a que se articulam: Caracterizada como movimento social a necessidade de qualificação do tipo de ação coletiva. Suas definições clássicas em si, já citam suas características básicas como, possuem uma identidade, tem um opositor e articulam ou fundamentam num projeto de vida e de sociedade. Historicamente tem se observado que a sua contribuição para organizar, conscientizar a sociedade apresenta conjunto de demandas pela pressão / mobilização: mantém-se certa continuidade. Eles não são apenas reativos, pois podem também surgir de sua própria experiência. Muitos deles apresentam um ideal civilizatório que trás como horizonte a construção de uma nova sociedade democrática, suas ações são pela sustentabilidade e não apenas autodesenvolvimento. Lutam por novas políticas de inclusão contra exclusão. Como a diferença e a multiculturalidade têm sido incorporadas para construção da própria identidade dos movimentos. Lutam pelo reconhecimento da diversidade cultural, há neles hoje, uma ressignificação: da igualdade como justiça social, a fraternidade como solidariedade e liberdade une-se a autonomia da constituição do sujeito coletivo; autonomia entendida como inserção na sociedade com autodeterminação, com soberania.

Portanto, um movimento social em primeiro lugar se constrói sua própria identidade a partir de incorporação de diferenças sociais, culturais, econômicas, etnias não só como ideias, mas como realidades, para construção de uma só identidade do movimento, em vista de construção de uma nova sociedade. Afirma se então: que um movimento social verdadeiro e autêntico é aquele que conquista sua própria identidade e se desenvolve e age unanimemente em virtude da própria identidade do movimento. O grupo entende que na relevância o movimento que lutou contra regime militar dominante e opressor do governo brasileiro na década de 1970, do final ao início de 80, com objetivo de mudar tal sistema crucial, em busca da liberdade e democracia no país. Enfrentado forte e cruel repressão do regime militar com torturas e ameaças de morte, e muitos militantes foram mortos clandestinamente, outros desaparecidos. A pesar de tanta atrocidade, o movimento se resiste, continua a luta até chegar ao almejado objetivo. Segundo Maria da Glória (2010) as demandas marcaram um período de ciclo de protestos e mobilizações em busca de democratização da sociedade brasileira, ao final da década de 1970, o fim do regime militar e a volta de eleições livres, com legítimos representantes da sociedade civil, eram os objetivos centrais de todas as ações. A nova política do Estado, que se diz democrática, logo de início pode-se perceber que não é muito diferente a do anterior, “regime militar”. Capturar os sujeitos político da sociedade, dilacerar o sujeito coletivo antes organizado em movimentos e ações coletivas, enfraquecimento dos movimentos forma de impedir, abafar as manifestações, reivindicações pelas necessidades e outros fins. Tudo é determinado pelo estado de cima para baixo, mesmo as necessidades básicas.

Após o período de final de ano 1970 ao início de 1980, verifica-se grande mudança nas políticas de parceria do Estado com a sociedade civil. Houve alteração de papel do Estado em suas relações com a sociedade civil. Surgem novas políticas sociais, agora, do Estado globalizado que priorizam a inclusão social de setores e camadas tidas como vulneráveis ou excluídos de condições socioeconômicas. Este é realizado de forma contraditória. Captura-se o sujeito político e cultural da sociedade civil, antes organizados em movimentos e ações coletivas de protesto, agora parcialmente mobilizados por políticas sociais institucionalizadas, de maneira que transformam a identidades políticas destes sujeitos, assim,

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