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Metamorfismo Regional

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Por:   •  22/1/2015  •  603 Palavras (3 Páginas)  •  831 Visualizações

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O metamorfismo regional desenvolve-se em grandes extensões e profundidades na crosta, e está relacionado a cinturões orogênicos nos limites de placas convergentes. As transformações metamórficas são geradas pela ação combinada da temperatura, pressão litostática e pressão dirigida, atuantes durante milhões de anos. O fluxo de calor pode ser intenso, com gradientes geotérmicos elevados, de até 60ºC/Km.

As rochas são fortemente dobradas e falhadas, e sofrem recristalização, formando novas texturas e associações minerais estáveis nas novas condições, geralmente apresentam estrutura foliada, tendo como exemplos: ardósias, filitos, xistos, gnaisses, anfibolitos, granulitos e migmatitos.

Este tipo de metamorfismo é considerado responsável pela formação da grande maioria das rochas da crosta terrestre e frequentemente está associado a expressivos volumes de rochas graníticas.

Um caso especial de metamorfismo regional é o metamorfismo retrógrado, que corresponde às transformações sofridas pelas rochas em consequência de uma queda da pressão e temperatura.

Cinturões orogênicos – são estruturas geológicas que se originaram em virtude das ações do tectonismo e correspondem à formação de cadeias montanhosas, apresentando as maiores altitudes do planeta. Em geral, são compostos por rochas magmáticas (ou ígneas) e metamórficas. São exemplos de dobramentos modernos a Cordilheira dos Andes, na América do Sul, e a Cordilheira do Himalaia, na Ásia, onde se encontra o Monte Everest.

A convergência de placas ocorre quando duas placas se deslocam na direção uma da outra, acabando por colidir. As colisões podem ocorrer entre uma placa oceânica e uma placa continental, entre duas placas oceânicas, entre duas continentais, e entre uma placa mista e uma placa continental.

As rochas graníticas são rochas magmáticas, plutônicas, constituídas essencialmente por quartzo e feldspato (feldspato alcalino e/ou plagioclase).

Metamorfismo retrógrado é o conjunto de alterações mineralógicas produzidas numa rocha metamórfica que conduzem à formação de minerais de mais baixa temperatura, que os originados nas fases anteriores.

As rochas metamórficas sob uma variação de condições. Os geólogos buscam determinar a intensidade e a forma mais precisa do que é indicado de baixo grau e alto grau, eles leem os minerais como medidores e termômetros.

Através do estudo de extensos cinturões de rochas de metamorfismo regional, os geólogos podem ver afloramentos. Um mineral - índice é o mineral que define as zonas metamórficas e que representam uma variação de pressão e temperatura.

Podemos fazer um mapa das zonas nos locais onde um grau metamórfico muda para outro. Os geólogos definem as zonas traçando linhas chamadas isógradas, que conectam os lugares onde aparecem os primeiros minerais – índice.

Para determinar a pressão e a temperatura, os geólogos examinam um grupo de dois ou três minerais que se cristalizaram juntos. Muitos minerais foram estudados em laboratório para determinar a pressão e temperatura na qual se formam.

O tipo de rocha metamórfica que resulta do metamorfismo depende da composição mineralógica do protólito ou rocha parental. No metamorfismo regional do basalto, a rocha de menor grau contém vários minerais do grupo da zeólita. Os minerais do grupo da zeólita

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