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A Preservação Da Memória Histórica, A Reconstituição Do Passado E Relato Dos Acontecimentos não são Sempre Idênticos Em Todos Os Tempos E Em Todos Os Lugares

Por:   •  18/11/2013  •  1.127 Palavras (5 Páginas)  •  1.886 Visualizações

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A preservação da memória histórica, a reconstituição do passado e relato dos acontecimentos não são sempre idênticos em todos os tempos e em todos os lugares

As ações e pensamentos da humanidade mudam com o tempo, à medida que os problemas surgem no cotidiano, trazendo experiências para as gerações ao longo do tempo. Estas vão assimilando a cultura deixada pelos seus antepassados, vivenciando a mesma no tempo presente culminando para o futuro, mostrando então que o passado precisa ser visto como um “período” atual e como objeto de estudo, pois, o mesmo não está morto.

Temos deveres e obrigações que são impostas pelo sistema presente em que vivemos e vivenciamos, nos adaptando a este, que por sua vez tem um contexto histórico-social concreto possibilitando ao indivíduo uma vida histórico-social da qual ele faça parte ativamente dentro do regime imposto pelo sistema.

Supõe-se que com a História da Educação é que construímos interpretações sobre as maneiras pelas quais os povos transmitem sua cultura e criam instituições escolares e as teorias que as orientam. Todo esse conjunto de informações possibilita aos indivíduos o conhecimento necessário para uma projeção futura, sendo assim, somos seres históricos que na dimensão do tempo busca auto conhecer-se, por meio da História e da História da Educação, onde os fatos já vividos trazem para o presente uma continuidade histórica de acordo com o presente vivenciado.

Baseado na pesquisa realizada no texto da autora Maria Lucia de Arruda Aranha, intitulado: “História e história da educação”, desenvolvemos uma reflexão sobre a docência e a pesquisa em história da educação. Nesta análise pudemos afirmar que: Somos feitos de tempo, defendendo a idéia de que somos seres históricos, pois, no decorrer do tempo as culturas, os pensamentos vão mudando. É na história que a geração presente herda dos seus antepassados as culturas, os valores que são empregados no presente com algumas modificações, é a história que nos ajuda a interpretar essas culturas passadas.

“Se somos seres históricos, nada escapa a dimensão do tempo” (ARRANHA 2006, p.20), as formas de compreensão do tempo e do individuo relativa à cultura são varias.

A autora fala do descaso dos povos tribais que não dão valor para os acontecimentos da comunidade. A história vê a necessidade de reconstruir o passado, preservando a memória de diferentes culturas, a autora introduz em seu texto a história antiga, por tanto a história da história é defendida pela autora como mecanismo de ação presente para a preservação das culturas histórico-social, onde os fatos relevantes precisam ser difundidos por meio da mesma, sendo assim, a filosofia rejeita a dominação religiosa do mito e impulsiona a pluralidade de diferentes interpretações, trazendo para o indivíduo a liberdade de pensamento.

No decorrer do texto lido, compreende-se que a autora contempla a História Moderna e Contemporânea, observando as mudanças ocorridas a partir do século XVII, sendo uma nova fase da história em que “os historiadores não mais se orientam pelo passado como modelo a seguir, mas desenvolvem a noção de processo e progresso, investigando o que entendiam por ‘aperfeiçoamento da humanidade’” (ARANHA, 2006, p.21).

Neste caso, a história seria a realização no tempo sobre o que já existe, diversos pensadores e correntes filosóficas são abordados pela autora compreendendo a importância dos fatos e acontecimentos ao longo do tempo. A filosofia buscou em épocas distintas a importância dos fatos e acontecimentos históricos.

O texto mostra com relação à História da Educação que pouca importância é dada na formação de profissionais na área da educação e a baixa freqüência nos cursos que existem. ”o fenômeno educacional se desenrola no tempo e faz igualmente parte da história” (ARANHA, 2006, p.24), sendo assim, a história da educação não era vista como primordial aos cursos, por essa razão não era desempenhado um papel mais abrangente nesta área.

Por fim o texto trata a história da educação como disciplina para quem a estude, explore e reflita sobre o caminho percorrido até aqui, discute-se ainda a história da educação como atividade científica de moda a intervir, buscar e aprimorar o conhecimento já obtido para que tanto o passado como o presente se torne conhecidos.

A busca pelo conhecimento por meio do passado passa então a ter um valor histórico-social científico, possibilitando a sociedade por meio da história o conhecimento do passado e o aprimoramento por meio de corretivas da aprendizagem com o objetivo de aprender e recriar partindo do principio do existente.

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