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As Crises.

Por:   •  19/2/2013  •  779 Palavras (4 Páginas)  •  772 Visualizações

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Em sociedades pré-capitalistas, registram-se perturbações na produção que acarretam empobrecimento e miséria. A característica dessas crises pré-capitalistas reside no fato de elas resultarem da destruição dos produtores diretos ou meio de produção, ocasionalmente por desastres naturais ou por catástrofes sociais. A consequência imediata dessas crises é uma carência generalizada dos bens necessários à vida social; tais crises indicam uma insuficiência na produção de valores de uso. As crises próprias do MPC (Modo de Produção Capitalista) são inteiramente diferentes. Se, na crise pré-capitalista, é a diminuição da força de trabalho que ocasiona a redução da produção, na crise capitalista ocorre exatamente o contrário: é a redução da produção que ocasiona a diminuição da força de trabalho utilizada. A crise pode ser detonada por incidente econômico ou político qualquer. Ocasiona primeiramente as operações comerciais, as mercadorias não conseguem manter os índices de vendas, diminui a produção, o que acarreta em regresso salarial, cresce o índice desemprego. No auge o crescimento da produção é eufórico toma conta da vida econômica até que o mercado esteja abarrotado de mercadorias sem a mesma proporção de consumo, o que derrubará novamente os preços e o ciclo começa de novo.

Em sociedades pré-capitalistas, registram-se perturbações na produção que acarretam empobrecimento e miséria. A característica dessas crises pré-capitalistas reside no fato de elas resultarem da destruição dos produtores diretos ou meio de produção, ocasionalmente por desastres naturais ou por catástrofes sociais. A consequência imediata dessas crises é uma carência generalizada dos bens necessários à vida social; tais crises indicam uma insuficiência na produção de valores de uso. As crises próprias do MPC (Modo de Produção Capitalista) são inteiramente diferentes. Se, na crise pré-capitalista, é a diminuição da força de trabalho que ocasiona a redução da produção, na crise capitalista ocorre exatamente o contrário: é a redução da produção que ocasiona a diminuição da força de trabalho utilizada. A crise pode ser detonada por incidente econômico ou político qualquer. Ocasiona primeiramente as operações comerciais, as mercadorias não conseguem manter os índices de vendas, diminui a produção, o que acarreta em regresso salarial, cresce o índice desemprego. No auge o crescimento da produção é eufórico toma conta da vida econômica até que o mercado esteja abarrotado de mercadorias sem a mesma proporção de consumo, o que derrubará novamente os preços e o ciclo começa de novo.

Em sociedades pré-capitalistas, registram-se perturbações na produção que acarretam empobrecimento e miséria. A característica dessas crises pré-capitalistas reside no fato de elas resultarem da destruição dos produtores diretos ou meio de produção, ocasionalmente por desastres naturais ou por catástrofes sociais. A consequência imediata dessas crises é uma carência generalizada dos bens necessários à vida social; tais crises indicam uma insuficiência na produção de valores de uso. As crises próprias do MPC (Modo de

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