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Familia Klein E As Casa Bahia E Pontofrio

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Por:   •  6/5/2013  •  10.234 Palavras (41 Páginas)  •  820 Visualizações

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1. Introdução

O objetivo deste trabalho é discutir o tema troca de poder baseada em riscos como abordagem de supervisão a ser utilizada amplamente pelas autoridades reguladora e supervisora do regime de previdência complementar, operado pelas entidades fechadas de previdência complementar, no desenvolvimento de suas competências legais. No intuito de facilitar a compreensão, antes de adentrar no objetivo estabelecido, fez-se breve a decisão a respeito de aspectos conceituais de riscos e de gestão de riscos como processo organizacional, de forma a construir uma linha de raciocínio da origem até a possibilidade de se atuar, no âmbito do sistema, com uma abordagem de supervisão baseada em visão. A Fusão do Grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahias que se iniciou no final de 2009, entra em negociação devido à família Klein reivindicar o contrato.

Samuel Klein e Michael Klein alegam estar em desvantagem no acordo e solicitam um novo contrato.

O Grupo Pão de Açúcar aceitou rever o contrato após a família Klein ameaçar a romper o contrato e desistir da fusão.

Grupo Pão de Açúcar revê negociação com as Casas Bahias

Michael Klein junto com seu pai Samuel Klein principais acionistas das Casas Bahias quer rever o acordo com o Grupo Pão Açúcar, devido às incoerências no contrato por sua parte, não descarta a possibilidade de ir à justiça para garantir o equilíbrio da fusão. Michael alega que a Casa Bahia será prejudicada no mesmo, pois o Grupo estará com a melhor “fatia do bolo”, tendo a melhor parte das ações (51%) e a autonomia da nova empresa, assim Michael Klein teria a presidência, mas não a autonomia para tomar decisões tendo que se submeter ao Grupo Pão de Açúcar todas as vezes que quiserem tomar algumas decisões.

A família Klein alega que os ativos foram subavaliados em um valor estimado de dois milhões, querem definir melhor as formas de vendas de suas ações não precisando esperar os prazos anteriormente definidos.

1 TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO II.

1. 2 História Da Nossa Família Klein

Há muitas famílias Klein. O que segue, refere-se aos antepassados de Anna Klein (Jaeger) esposa de Ervino Eugênio Jaeger. Vamos sintetizar tudo e colocar em uma certa ordem. Esperamos ser útil a parentes ou amigos.

JOÃO ADÃO KLEIN

No período compreendido entre os anos de 1824 e 1830, vieram para o Brasil, 10 famílias trazendo o nome Klein. Vieram em caravanas e em datas diferentes, como se pode ler no livro de João Daniel Hillebrand, códice de colonização. Este livro é manuscrito e encontra-se no Arquivo Histórico de Porto Alegre. Um desses imigrantes foi Johann Adam Klein, ou João Adão Klein. No livro não consta nenhum laço de parentesco entre ele e as demais famílias Klein daquela época, mas é bem possível que pelo menos alguns eram parentes entre si. A confirmação de parentesco de sucessão é dada pela carta do historiador Dr. Carlos H. Hunsche, datada de 14/12/981, onde diz: “Apesar das 9 famílias Klein (o Códice de Colonização cita 10), que chegaram a São Leopoldo, entre 1824 a 1830, e apesar de existirem 3 Nicolau Klein, fomos felizes quanto aos antepassados de sua mãe (referindo se a Bertha Maria Klein).” A decisão nos deu o próprio Hillebrand a respeito da família de João Adão Klein: “Nicolau, 4 anos, casado com Bárbara Scheider em 1850, nasceu a 17/08/825 (Taufschein)”, referindo-se à certidão de batismo. “Por esta observação, conhecemos a data do nascimento de seu tataravô materno (referindo-se ao Pe. Fridolino Strehl), sua filiação e finalmente, sua origem (Prússia: o que significa e será claramente explicado no meu livro, que os imigrantes de 1827/30 de “Prussia” provem do lado esquerdo e, na maioria, católica, do Reno, pertencente desde o Congresso de Viena ao Reino da Prússia).” “Mas, sabemos mais: que vieram com o veleiro ‘Olbers’, de bandeira de Bremen (800 passageiros), quase todos católicos, genearcas das famílias mais conhecidas do Rio Grande do Sul: dos Lorsheiter, dos Scherer, dos Colling, dos Ludwig, dos Wendling, dos Franzen etc. Do Rio de Janeiro o seu pentavô, João Adão Klein, nascido em 1797, viajou no costeiro brasileiro ‘Marquês de Vianna’. Tudo comprovado pelas minhas fontes. ... Os seus Klein levarão o código (1829 v 41/44) no meu próximo livro ‘O Quadriênio 1827/30 da imigração e Colonização Alemã no Rio Grande do Sul’.” Portanto, sabe-se com certeza que João Adão Klein nasceu em 1797, veio da Prússia, lado esquerdo do Reno, atualmente na Alemanha. Viajou no veleiro ‘Obers’, no qual vieram 800 passageiros, quase todos católicos. E, conforme a chamada ‘Lista de Hillebrand’ do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, de São Leopoldo, e conforme o já citado Códice de Colonização, do mesmo autor, sabe-se também que João Adão Klein chegou a São Leopoldo, numa caravana de 143 pessoas, no dia 10/03/1829, com sua esposa Ana Maria e 2 filhos, Nicolau e Margarida. No livro ‘Estatística da Colonização Alemã’ nº 182 do Arquivo Histórico de Porto Alegre, se revela também que João Adão Klein recebeu uma gleba de terras, na ala esquerda Picada Hortêncio. A área possuía 60 m de frente por 1600 m de frente ao fundo. Ainda conforme dados fornecidos pelo Arquivo Histórico de Porto Alegre e pelo Museu Histórico de São Leopoldo, em 10/03/829 João Adão Klein tinha 32 anos de idade, sua esposa Ana Maria 25 anos, o seu filho Nicolau 4 anos e sua filha Margarida, devia ter alguns algumas semanas de vida. Diz-se ainda que João Adão era católico, tecelão e lavrador, natural da Prússia. Consta ainda que em 1851, Margarida ainda era solteira.

NICOLAU KLEN

Nasceu em 17/08/825, na Alemanha e tinha 4 anos quando chegou ao Brasil. Pouca coisa mais se sabe além disto. Sabe-se ainda que passou o resto de sua vida no interior do município de São Sebastião do Caí, onde casou-se com Bárbara Schneider no ano de 1850. No cemitério da comunidade católica de Linha Temerária, no interior do município de São Sebastião do Caí, existe o túmulo de Bárbara Schneider. Teve, entre outros, o filho João Klein.

JOÃO KLEIN

Nasceu em 1852, em São José do Hortêncio. Casou-se com Ana Warken, que por sua vez, nasceu na Alemanha no ano se 1852 e veio para o Brasil em companhia de outra família quando tinha 11 anos de idade. Tiveram os seguintes filhos: Matias, Pedro, Jacob, Matilde, Cristina, Paulina, Nicolau, Fernando e Verônica. Morreu em Linha Temerária em

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