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TEMA: ANÁLISE DO CURRÍCULO DE MATEMÁTICA

Por:   •  6/11/2019  •  Trabalho acadêmico  •  2.519 Palavras (11 Páginas)  •  4 Visualizações

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ANÁLISE DO CURRÍCULO DE MATEMÁTICA

21/02/2015 1941Palavras



TEMA: ANÁLISE DO CURRÍCULO DE MATEMÁTICA

INDICE

1 - INTRODUÇÃO

2 – O CURRICULO DE MATEMÁTICA NA PERSPECTIVA DA MATEMÁTICA MODERNA

3 – PROPOSTA DE AMBITO NACIONAL – OS PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS E A MATEMÁTICA

4 – A IMPLEMENTAÇÃO DOS CURRÍCULOS PRESCRITOS NA SALA DE AULA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

6 - REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA

1 - INTRODUÇÃO

Ao reportar ao currículo é importante compreender o que se entende do termo. Encontramos nos PCN (1998), a afirmação de que currículo é um termo muitas vezes utilizado para se referir a programas de conteúdos de cada disciplina. Mas currículo pode significar também a expressão de princípios e metas do projeto educativo, que precisam ser flexíveis para promover discussões reelaborações quando realizado em sala de aula, pois é o professor que traduz os princípios elencados em prática didática. Essa foi a concepção adotada no documento (PCN, 1998, p.49).

De acordo com Domingues (1986), “currículo é um ato de comprometimento e filiação social de uma particular comunidade ocupacional”, em que as divergências e os conflitos serviriam para revisar, refinar, criticar ou produzir paradigmas que pudessem dar conta de concepções e construções de currículos.

Por outro lado também, entendemos que ele é um espaço de regulação e controle, como enfatiza Silva (1996), “O Currículo é um dos locais privilegiados onde se entrecruzam saber e poder, representação e domínio, discurso e regulação. É também no currículo que se condesam relações de poder que são cruciais para o processo de formação de subjetividades

sociais”.

Segundo Pires (2003), a história das reformas curriculares na primeira metade do século XX, em nosso país, tem dois importantes marcos. O primeiro deles ocorreu em 1931, quando se propôs a unificação dos campos matemáticos – Álgebra, Aritmética e Geometria, em uma única disciplina, a Matemática. A segunda reforma ocorreu em 1942, quando nesta reforma não se mantiveram as reformas ocorridas em 1931. Nesta decisão ficou evidente que propostas curriculares no Brasil foram/são marcadas por procedimentos bastante questionáveis, influenciados por questões políticas e ideológicas.

Neste trabalho, ora realizado por mim, não tenho a intenção de desvendar as idéias de nossos políticos mas em sintetizar o estudo da matemática no Brasil.

2 – O CURRICULO DE MATEMÁTICA NA PERSPECTIVA DA MATEMÁTICA MODERNA

Pires (2003) argumenta que, no período do Movimento Matemática Moderna, o empenho era ter uma Matemática útil à ciências e a economia moderna. Desta maneira o que se colocou em prática nesse currículo, estava distante de ser um ensino renovado e democrático da Matemática, era um ensino formalizado ao extremo, apresentado a partir de situações sem sentido para o aluno, não favorecendo, portanto, a reflexão.

É importante ressaltar que na década de 70, conviviam dois tipos de enfoque. O primeiro tinha o enfoque Estruturalista, que partiam da afirmação de que as estruturas das ciências são apropriadas para promover processos de aprendizagem de uma maneira ótima, justificando assim, a posteriori, os esforços realizados para orientar a reforma curricular baseando-se na estrutura das disciplinas cientificas. O outro tipo de

enfoque, o da Matemática Moderna, se caracteriza por uma descrição sistemática da matemática reorganizada para destacar considerações estruturais e apresentada em linguagem uniforme e com grande precisão.

No período posterior à Matemática Moderna, no Brasil, buscou-se construir um ensino de Matemática que estabelecesse conceituações matemáticas mais apropriadas, oferecendo aos alunos um melhor acesso ao conhecimento matemático.

Na prática, procurou-se colocar ênfase à aprendizagem com compreensão, à aprendizagem significativa, com investimentos nas explicações dos “porquês” e na busca de procedimentos que pudessem ser justificados para o aluno, investimento na proposição de aulas por meio de atividades, experiências, descobertas pelos alunos (o fazer Matemática na sala de aula); menor preocupação com a linguagem formal e diminuição da ênfase anteriormente dada à Teoria do Conjuntos e, finalmente a tentativa de recuperar o ensino de geometria e de outros temas de caráter aplicativo.

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